LER E OUVIR HISTÓRIAS FORTALECE A MENTE E O CORAÇÃO

 

 CONTINUAÇÃO

4.21 cuja folhagem era formosa, e o seu fruto abundante, e em que para todos havia sustento, debaixo da qual os animais do campo achavam sombra, e em cujos ramos as aves dos céus faziam morada, 22 és tu, ó rei que cresceste, e vieste a ser forte; a tua grandeza cresceu, e chega até ao céu, e o teu domínio até a extremidade da terra. 23 Quanto ao que viu o rei um vigilante, um santo, que descia do céu, e que dizia: Cortai a árvore e destruí-a, mas a cepa com as raízes deixai na terra, atada com cadeias de ferro e de  bronze, na erva do campo; seja ele molhado de orvalho do céu, e a sua porção seja com os animais do campo, até que passem sobre ele sete tempos. 24 Esta é a interpretação, ó rei; e este é o decreto do Altíssimo, que virá contra o rei, meu senhor: 25 serás expulso de entre os homens, e a tua morada será com os animais do campo, e dar-te-ão a comer ervas como aos bois, e serás molhado do orvalho do céu; e passar-se-ão sete tempos por cima de tu; até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. 26 Quanto ao que foi dito, que se deixasse a cepa da árvore com as suas raízes, o teu reino tornao cabo de doze meses, passeando sobre o palácio real de Babilônia, rá a ser teu, depois que tiveres conhecido que o céu domina. 27 Portanto, ó rei, aceita o meu conselho, e põe termo em teus pecados pela justiça, e as tuas iniquidades usando de misericórdia para com os pobres; e talvez se prolongue a tua tranquilidade. 28 Todas estas cousas sobrevieram ao rei Nabucodonosor. 29 Ao cabo de doze meses, passeando sobre o palácio real de Babilônia, 30 falou o rei, e disse: Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real, com o meu grandioso poder e para glória da minha majestade? 31 Falava ainda o rei quando desceu uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Já passou de ti o reino. 32 Serás expulso de entre os homens, e a tua morada será com  os animais do campo, e far-te-ão comer ervas como os bois, e passar-se-ão sete tempos por cima de ti, até que aprendas que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o da a quem quer. 33 No mesmo instante se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor, e foi expulso de entre os homens, e passou a comer erva como os bois, o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceram os cabelos como as penas de águia, e as suas unhas como as das aves. 34 Mas ao fim daqueles dias eu, Nabucodonosor, levantei os olhos ao céu, tornou-me a vir o entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é sempiterno, e cujo reino é de geração em geração. 35 Todos os moradores da terra são por ele reputados em nada; e segundo a sua vontade ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?  36 Tão  longo me tornou a vir o entendimento, também para a dignidade do meu reino tornou-me a vir a minha majestade e o meu resplendor; buscaram-me os meus conselheiros e os meus grandes; fui restabelecido no meu reino, e a mim se me ajuntou extraordinária grandeza. 37 Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo exalço e glorifico ao Rei do céu; porque todas as suas obras são verdadeiras, e os seus caminhos justos, e pode humilhar aos que andam na soberba.


 Continuação

Passa uns três dia voltei a casa do casal. Ele estava sentado no sofá e eu perguntei: Não era para você está na mata? Ele respondeu: O trabalho já foi feito na encruzilhado, no sétimo dia ela vai voltar, porém com ele não mora mais, no máximo uma semana. Nisso para um carro na frente da casa que ele já havia comprado com o dinheiro do homem. A mulher foi abrir a porta enquanto ele correu para debaixo da cama; o homem entrou pergunto pelo marido dela a qual respondeu que já fazia três dias que não ia porque ele estava na mata, só voltaria depois que completasse os sete dias combinado. O homem ficou conversando quase uma hora e o marido da mulher embaixo da cama já estava agoniado com a demora. Passado mais alguns minutos ele foi embora. Quando o marido da mulher saiu debaixo da cama a cabeça estava cheia de teia de aranha, todo empoeirado, um caus. Daí eu perguntei: Se essa mulher não voltar? Ele falou volta nem que seja no sétimo dia. Quando chegou o sétimo dia, a tarde o homem voltou a tarde para dizer que a amante amante ainda não havia voltado. A esposa respondeu: nem tão pouco meu marido apareceu, eu nem sei se ele está vivo, porque esse trabalho dentro da mata com aqueles bichos todos é um perigo. O homem foi embora e a esposa falou que a noitinha passasse para dizer alguma coisa, porque ela estava bastante preocupada porque caso ele não aparecesse não saberia nem por onde começar porque os trabalhos dele era feito em vários lugares. Quando o homem sai o marido vem todo desconfiado, e mesmo assim falou com firmeza: Até meia noite faz 7 dias. Fiquei por ali para ver o resultado. Quando deu 19:00 horas ele chega com sua amada. O marido da mulher corre para o banheiro para dizer que acabou de chegar naquele momento. Daí saíram para comer pizza tudo ficou na santa paz mais depois de uma semana quase deu merda, porque ela resolveu ir embora. O homem chegou virado no cão, daí o bruxo charlatão falou: Eu avisei que ela ia voltar só não disse quanto tempo iria passar. Ele irritado falou. Vou matar aquela desgraçada, gastei tanto dinheiro pra ela ficar comigo só uma semana? Olhou para o bruxo e falou, vem comigo que não vou fazer o serviço só. Sem temer nada, não teve reação nenhuma, pegou a doze que ele tinha e saiu em direção a casa dela. Foi uma confusão que não sei como terminou, porque com medo servir como testemunha me mandei pra minha casa.


OBS: Essa é uma obra de ficção qualquer semelhança será mera coincidência.




Em meados dos anos 1984, 1985 tive o desprazer de conhece um casal que mexiam com esse negócio de macumba. Um dia cheguei na casa deles e presenciei uma coisa horrível, ele estava com uma garrafa de cachaça em uma das mãos e a outra segurava um charuto. Sentado em uma cadeira ao lado estava um homem de seu 50 e poucos anos que havia ido lá para fazer um trabalho para sua amante voltar. Sem temer nada sentei do outro lado e fiquei assistindo tudo. De repente ele a entidade pede a sua servidora que lhe trague uma galinha. Isso era a noite. A galinha foi trazida e ele com seus dentes rasgou o pescoço da galinha e tomou todo sangue. Foi horrível. Agora vamos ao charlatanismo: Disse a entidade: para trazer sua amante de volta você irá gastar bastante, nada compro é tudo por sua conta, porém antes do homem chegar tudo já havia combinado com sua mulher. Ele mandou pegar papel e lápis e começou a relação:
1º Bezerro, cada bezerro tem quatro patas daí tem que comprar 4 bodes.
2º Cada bode tem quatro patas daí tem que comprar 16 frangos.
3° Uma caixa de charuto.
4° 12 perfume de alfazema para a entidade mulher
5° 12 champanhe
6º 12 Garrafa de cachaça
7º Vela amarela pra fulano, vela vermelha pra cicrano, vela azul para beltrano vela preta e ainda teve outra cor que não me lembro.
Teve mais alguns itens que não recordo. Meus Deus quando fez a conta deu mais de 17.000,00  na época. O homem nem ligou pelo valor ele só queria a mulher de volta, e falou: você não pode comprar, eu não posso, será que sua esposa poderia fazer isso pra mim? ele respondeu: Ela quem sabe. Daí o espírito subiu tudo voltou ao normal. Quando o homem falou que a mulher dele que ia comprar, ele quis achar ruim porque como iria levar todo aquele material para a mata tinha que pagar frete, e ele quando fosse fazer o trabalho teria que ficar sete dias dentro da mata fazendo o trabalho, se passe uma ambulância na hora ligada tudo daria certo, se fosse a sirene de polícia não tinha nada garantido, contudo ele esperasse que iria dá tudo certo com sete dias ela estaria de volta. Quando o homem saiu eu falei: Meu Deus que loucura é essa? Vocês vão comprar tudo isso? ele rindo respondeu: Pra se fazer um trabalho basta uma garrafa de Pitú, um charuto e uma vela não lembro a cor e ir para encruzilhada de meia noite o restante vou comprar uma casa de conjunto que moro de aluguel.

                CONTINUA.....

 

 

A loucura de Nabucodonosor

4.1 O rei Nabucodonosor a todos os povos, nações e homens de todas as línguas, que habitam em toda a terra: Paz vos seja multiplicada! 2 Pareceu-me bem fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo. 3 Quão grandes são os seus sinais, e quão poderosas as suas maravilhas! O seu reino é reino sempiterno, e os seu domínio de geração em geração. 4 Eu Nabucodonosor, estava tranquilo em minha casa, e feliz no meu palácio. 5 Tive um sonho, que me espantou; e, quando estava no meu leito, os pensamentos e as visões da minha cabeça me turbaram.6 Por isso expedi um decreto, pelo qual fossem introduzidos a minha presença todos os sábios de Babilônia, para que me fizessem saber a interpretação do sonho.7 Então entraram os magos os encantadores, os caldeus e os feiticeiros, e lhes contei o sonho: mas não me fizeram saber a sua intepretação.8 Por fim se me apresentou Daniel, cujo nome é Beltessazar, segundo o nome do meu deus, e no qual há o espírito dos deuses santos; e eu lhe contei o sonho dizendo: 9 Beltessazar, chefe dos magos eu sei que há em ti o espírito dos deuses santos, e nenhum mistério te é difícil; eis as visões do sonho que eu tive, dize-me a sua interpretação. 10 Eram assim as visões da minha cabeça quando eu estava no meu leito: eu estava olhando, e vi uma árvore no meio da terra, cuja altura era grande; 11 crescia a árvore, e se tornava forte, de maneira que a sua altura chegava até  ao céu; e era vista até aos confins da terra.12 A sua folhagem era formosa, e o seu fruto abundante, e havia nela sustento para todos; debaixo dela os animais do campo achavam sombra, e as aves do céu faziam morada nos seus ramos, e todos os seres viventes se mantinham dela.13 No meu sonho quando eu estava no meu leito, vi um vigilante, um santo, que descia do ceu, 14 clamando, fortemente, e dizendo: Derrubai a árvore, cortai-lhe os ramos, derriçai-lhe as folhas, espalhai o seu fruto; afugentem-se os animais de debaixo dela, e as aves dos seus ramos. 15 Mas a cepa com as raízes deixai na terra, atada com cadeias de ferro e de bronze, na erva do campo. Seja ele molhado do orvalho do céu, e a sua porção seja, com os animais, a erva da terra.16 Mude-se-lhe o coração, para que não seja mais coração de homem,  e lhe seja dado coração de animal. e passem sobre ele sete temos. 17 Esta sentença é por decreto dos vigilantes, esta ordem por mandado dos santos; a fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens; e o dá a quem quer, e até ao mais humilde dos homens constitui sobre eles. 18 Isto vi eu, rei Nabucodonosor, em sonhos. Tu, pois, ó Beltessazar, dize  a interpretação, porquanto todos os sábios do meu reino não me puderam fazer saber a interpretação, mas tu podes; pois há em ti o espírito dos deuses santos. 19 Então Daniel, cujo nome era Beltessazar, esteve atônito por algum tempo, e os seus pensamentos o turbavam. Então lhe falou o rei e disse: Beltessazar, não te perturbe o sonho, nem a sua interpretação. Respondeu Beltessazar, e disse: Senhor meu, o sonho seja contra os que te tem ódio, e a sua interpretação para os teus inimigos. 20 A árvore que viste, que cresceu, e se tornou forte, cuja altura chegou até ao céu, e que foi vista por toda a terra;

Continua....

 

CONTINUAÇÃO

3.16 Responderam Sadraque, Mesaque e Abede-Nego ao rei: Ó Nabucodonosor, quanto a isto não necessitamos de te responder. 17 Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente, e das tuas mãos, ó rei. 18 Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste. 19 Então Nabucodonosor se encheu de fúria, e, transtornado o aspecto do seu rosto conta Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, ordenou que se acendesse a fornalha sete vezes mais do que se costumava. 20 Ordenou aos homens mais poderosos que estavam no seu exército, que atassem a Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, e os lançassem na fornalha de fogo ardente. 21 Então estes homens foram atados com os seus mantos, suas túnicas e chapéus, e suas outras roupas, e foram lançados na fornalha sobremaneira acesa. 22 Porque a palavra do rei era urgente e a fornalha estava sobremaneira acesa, as chamas do fogo mataram os homens que lançaram de cima para dentro e Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. 23 Estão o rei Nabucodonosor se espantou, e se levantou depressa e disse aos seus conselheiros: Não lançamos nós três homens atados dentro do fogo? Responderam ao rei: É verdade, ó rei. 25 Tornou ele e disse: Eu, porém, vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, sem nenhum dano; e o aspecto do quarto é semelhante a um filho dos deuses.26 Então se chegou Nabucodonosor a porta da fornalha sobremaneira acesa, falou, e disse: Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, servos do Deus Altíssimo, sai e vinde! Então Sadraque, Mesaque e Abede-Nego saíram do meio do fogo. 27 Ajuntaram-se os sátrapas, os prefeitos, os governadores e conselheiros do rei e viram que o fogo não teve poder algum sobre os corpos destes homens, nem foram chamuscados os cabelos da sua cabeça, nem os seus mantos se mudaram nem cheiro de fogo passara sobre eles. 28 Falou Nabucodonosor, e disse: Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que enviou o seu anjo, e livrou os seus servos, que confiaram nele, pois não quiseram cumprir a palavra do rei, referindo entregar os seus corpos, a servirem e adorarem a qualquer outro deus, senão ao seu Deus. 29 Portanto faço um decreto, pelo qual todo o povo, nação e língua que disser blasfêmia contra o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, seja despedaçado, e as suas casas sejam feitas em monturo; porque não há outro Deus que possa livrar como este. 30 Então o rei fez prosperar a Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, na província de Babilônia. 

 Livrados os companheiros de Daniel da fornalha de fogo

3.1 O rei Nabucodonosor  fez uma imagem de ouro que tinha sessenta côvados de alto e seis de largo; levantou-a no campo de Dura, na província de Babilônia. 2 Então o rei Nabucodonosor mandou ajuntar os sátrapas, os prefeitos e governadores os juízes, os tesoureiros os magistrados os conselheiros e todos os oficiais das províncias, para que viessem a consagração da imagem que o rei Nabucodonosor tinha levantado. 3 Então se ajuntaram os sátrapas, os prefeitos e governadores, os juízes, os tesoureiros, os magistrados os conselheiros e todos os oficiais das províncias, para a consagração da imagem que o rei Nabucodonosor tinha levantado; e estavam em pé diante da imagem que Nabucodonosor tinha levantado. 4 Nisto o arauto apregoava em alta voz: Ordena-se a vós outros, ó povos, nações e homens de todas as línguas: 5 No momento em que ouvirdes o som da trombeta, do pífaro, da harpa, da cítara, do saltério da gaita de foles, e de toda sorte de música, vos prostrareis, e adorareis a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor levantou. 6 Qualquer que se não prostrar e não a adorar, será no mesmo instante lançado na fornalha de fogo ardente. 7 Portanto, quando todos os povos ouviram o som da trombeta, do pífaro, da harpa, da cítara, do saltério, e de toda sorte de música, se prostraram os povos, nações e homens de todas as línguas, e adoraram a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor tinha levantado. 8 Ora, no mesmo instante, se chegaram alguns homens caldeus, e acusaram os judeus; 9 disseram ao rei Nabucodonosor: ó rei, vive eternamente! 10 Tu, ó rei, baixaste um decreto, pelo qual todo homem que ouvisse o som da trombeta, do pífaro, da harpa, da cítara, do saltério, da gaita de foles, e de toda sorte de música, se prostraria e adoraria a imagem de ouro; 11 e, qualquer que não se prostrasse e não adorasse, seria lançado na fornalha de fogo ardente. 12 Há uns homens judeus, que tu constituíste sobre os negócios da província de Babilônia: Sadraque, Mesaque e Abede-Nego; estes homens, o rei, não fizeram caso de ti, a teus deuses  não servem, nem adoram a imagem de ouro que levantaste.13 Então Nabucodonosor, irado e furioso, mandou chamar Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. E trouxeram estes homens, perante o rei. 14 Falou Nabucodonosor, e lhes disse: É verdade, ó Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que vós não servis a meus deuses nem adorais a imagem de ouro que levantei? 15 Agora, pois, estai dispostos e, quando ouvirdes o som da trombeta, do pífaro, da cítara, do saltério, da gaita de foles, prostai-vos e adorai a imagem que fiz; porém, se não a adorardes sereis no mesmo instante lançados na fornalha de fogo ardente. E quem é o deus que vos poderá livrar das minhas mãos?...

CONTINUA

 

Continuação

2.22 Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz. 23 A ti, ó Deus de meus pais, eu te rendo graças e te louvo, porque me deste sabedoria e poder; e agora me fizeste saber o que te pedimos, porque nos fizeste saber este caso do rei. 24 Por isso Daniel foi ter com Arioque, ao qual o rei tinha constituído para exterminar os sábios de Babilônia; entrou, e lhe disse: Não mates os sábios de Babilônia; introduze-me na presença do rei, e revelarei ao rei a interpretação. 26 Respondeu o rei, e disse a Daniel cujo nome era Beltessazar: Podes tu fazer-me saber o que vi no sonho e a sua interpretação? 27 Respondeu Daniel na presença do rei, e disse: O mistério que o rei exige, nem encantadores, nem magos  nem astrólogos o podem revelar ao rei; 28 mas há um Deus nos céus, o qual revela os mistérios; pois fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de ser nos últimos dias. O teu sonho e as visões da tua cabeça quando estavas no teu leito são estas: 29 Estando tu, ó rei, no teu leito, surgiram-te pensamentos a respeito do que há de ser depois disto. Aquele, pois, que revela mistérios te revelou o que há de ser. 30 E a mim me foi revelado este mistério, não porque haja em mim mais sabedoria do que em todos os  viventes, mas para que a interpretação se fizesse saber ao rei e para que entendesses as cogitações da tua mente. 31 Tu, ó rei, estava vendo, e eis aqui uma grande estátua; esta, que era imensa e de extraordinário esplendor, estava em pé diante de ti; e a sua aparência era terrível. 32 A cabeça era de fino ouro, o peito e  os braços de prata o ventre e os quadris de bronze; 33 as pernas de ferro os pés em parte de ferro, em parte de barro. 34 Quando estavas olhando, uma pedra foi cortada sem auxílio de mãos, feriu a estátua nos pés de ferro e de barro e os esmiuçou. 35 Então foi juntamente esmiuçado o ferro, o bronze, a prata e o ouro, os quais se fizeram como a palha das eiras no estio, e o vento os levou, e deles não se viram mais vestígios. Mas a pedra, que feriu a estátua, se tornou em grande montanha que encheu toda a terra. 36 Este é o sonho; e também a sua interpretação diremos ao rei. 37 Tu, ó rei, rei de reis, a quem o Deus do céu conferiu o reino, o npoder, a força e a glória; 38 e cujas mãos foram entregues os filhos dos homens, onde quer que eles habitem, e os animais do campo e as aves dos céus, para que dominasses sobre todos eles, tu é a cabeça de ouro. 39 Depois de ti se levantará outro reino inferior ao teu; e um terceiro reino, de bronze, o qual terá domínio sobre toda a terra. 40 O quarto reino será forte como ferro; pois, o ferro a tudo quebra e esmiúça; como o ferro quebra todas as cousas, assim ele fará em pedaços e esmiuçará. 41 Quanto ao que viste dos pés e dos dedos, em parte de barro de oleiro e em parte de ferro, será isso um reino dividido; contudo haverá nele alguma cousa da firmeza do ferro, pois que viste o ferro misturado com barro de lodo. 42 Como os dedos dos pés eram em parte de ferro e em parte de barro assim por uma parte o reino será forte, e por outra  será frágil. 43 Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão mediante casamento, mas não se li   garão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.44 Mas, nos dias destes reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; este reino não passará a outro povo: esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre, 45 como viste que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro. O Grande Deus fez saber ao rei o que há de ser futuramente. Certo é o sonho, e fiel a sua interpretação. 46 Então o rei Nabucodonosor se inclinou e se prostrou rosto em terra perante Daniel, e ordenou que lhe fizessem oferta de manjares e suaves perfumes. 47 Disse o rei a Daniel: Certamente, o vosso Deus é Deus dos deuses, e o Senhor dos reis, e o revelador de mistérios, pois pudeste revelar este mistério. 48 Então o rei engrandeceu a Daniel, e lhe deu muitos e grandes presentes, e o pôs por governador de toda a província de Babilônia, como também o fez chefe supremo de todos os sábios de Babilônia. 49 A pedido de Daniel, constituiu o rei a Sadraque, Mesaque e Abede-Nego sobre os negócios da província de Babilônia; Daniel, porém  permaneceu na corte do rei.

 Daniel interpreta o sonho de Nabucodonosor

2.1 No segundo ano do reinado de Nabucodonosor teve este sonho; o seu espírito se perturbou, e passou-se-lhe o sono.2 Então o rei mandou chamar os magos, os encantadores, os feiticeiros e os caldeus, para que declarassem ao rei quais lhe foram os sonhos; eles vieram e se apresentaram diante do rei.3 Disse-lhes o rei: Tive um sonho: e para sabe-lo está perturbando o meu espírito. 4 Os caldeus disseram ao rei em aramaico: ó rei, vive eternamente! dize o sonho a teus servos e daremos a interpretação.5 Respondeu o rei, e disse aos caldeus: Uma cousa é certa: se não me fizerdes saber o sonho e a sua interpretação, sereis despedaçados, e as vossas casas serão feitas monturo; 6 mas se me declarardes o sonho e a sua interpretação, recebereis de mim dádivas, prêmios e grandes honras; portanto declarai-me o sonho e a sua interpretação. 7 Responderam segunda vez e disseram: Diga o rei o sonho a seus servos e lhe daremos a interpretação. 8 Tornou o rei, e disse: Bem percebo que quereis ganhar tempo, porque vedes que o que eu disse está resolvido, 9 isto é: se não me fazeis saber o sonho, uma só sentença será vossa; pois combinastes palavras mentirosas e perversas para as proferirdes na minha presença, até que se mude a situação;  portanto dizei-me o sonho e saberei que me podeis dar-lhe a interpretação. 10 Responderam os caldeus na presença do rei, e disseram: Não há mortal sobre a terra que possa revelar o que o rei exigi; pois jamais houve rei, por grande e poderoso que tivesse sido, que exigiu semelhante cousa dalgum mago encantador ou caldeu. 11 A cousa, que o rei exige, é difícil, e ninguém há que a possa revelar diante do rei, senão os deuses e estes não moram com os homens. 12 Então o rei muito se irou e enfureceu; e ordenou que matassem a todos os sábios de Babilônia. 13 Saiu o decreto, segundo o qual deviam ser mortos os sábios; e buscaram a Daniel e aos seus companheiros, para que fossem mortos.14Então Daniel falou avisada e prudentemente a Arioque, chefe da guarda do rei, que tinha saído para matar os sábios de Babilônia.15 E disse a Arioque, encarregado do rei: Por que é tão severo o mandado do rei? Então Arioque explicou o caso a Daniel. 16 Foi Daniel ter com o rei e lhe pediu designasse o tempo, e ele revelaria ao rei a interpretação.17 Então Daniel foi para casa, e fez saber o caso a Hananias, Misael e Azarias, seu companheiros, 18 para que pedissem misericórdia ao Deus do céu, sobre este mistério, a fim de que Daniel e seu companheiros não perecessem, com o resto dos sábios de Babilônia. 19 Então foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite; Daniel bendisse o Deus do céu. 20 Disse Daniel: Seja bendito o nome de Deus de eternidade a eternidade, porque dele é a sabedoria e o poder; 21 é ele quem muda o tempo e as estações remove reis e estabelece reis, ele dá sabedoria aos sábios e entendimento aos entendidos.

CONTINUA POR SER GRANDE O CAPÍTULO


 A educação de Daniel e de seus companheiros

1.1 No ano terceiro do reinado de Jeoaquim, rei de Judá. veio Nabucodonosor, rei de Babilônia, a Jerusalém, e a sitiou. 2 O SENHOR lhe entregou nas mãos a Jeoaquim, rei de Judá, e alguns dos utensílios da casa de Deus a estes levou-os para a terra de Sinear, para a casa de seu deus e os pôs na casa do tesouro do seu deus. 3 Disse o rei a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, assim da linguagem real com dos nobres, 4 jovens  sem nenhum defeito, de boa aparência, instruídos em toda a sabedoria, doutos em ciências, e versados no conhecimento, e que fossem competentes para assistirem no palácio do rei; e lhes ensinasse a cultura e a língua dos caldeus. 5 Determinou-lhes o rei a ração diária, das finas iguarias da mesa real, e do vinho que ele bebia e que assim fossem mantidos por três anos, ao cabo dos quais assistiriam diante do rei. 6 Entre eles se achavam dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias. 7 O chefe dos eunucos lhes pôs outros nomes, a saber: A Daniel o de Beltessazar, a Hananias o de Sadraque, a Misael o de Mesaque, e a Azarias o de Abede-Nego. Resolveu Daniel firmemente não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; então pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não contaminar-se. 9 Ora Deus concedeu a Daniel misericórdia e compreensão da parte do chefe dos eunucos. 10 Disse o chefe dos eunucos a Daniel: Tenho medo do meu senhor, o rei, que determinou a vossa comida e vossa bebida; por que, pois, veria, ele os vossos rostos mais abatidos do que o dos outros jovens da vossa idade? Assim poreis em perigo a minha cabeça para com o rei. 11 Então disse Daniel ao cozinheiro-chefe a quem o chefe dos eunucos havia encarregado de cuidar de Daniel, Hananias, Misael e Azaria: 12 Experimenta, peço-te, os teus servos dez dias; e que se nos dêem legumes a comer e água a beber.13 Então se veja diante de ti a nossa aparência e ados jovens que comem das finas iguarias do rei; e, segundo vires, age com os teus servos. 14 Ele atendeu, e os experimentou dez dias. 15 No fim dos dez dias, as suas aparências eram melhores; estavam eles mais robustos do que todos os jovens que comiam das finas iguarias do rei. 16 Com isto o cozinheiro-chefe  tirou deles a finas iguarias e o vinho que deviam beber e lhes dava legumes. 17 Ora, a estes quatro jovens Deus deu o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria; mas a Daniel deu inteligência de todas as visões e sonhos. 18 Vencido o tempo determinado pelo rei para que os trouxessem, o chefe dos eunucos os trouxe a presença de Nabucodonosor. 19 Então o rei falou com eles: e entre todos não foram achados outros como Daniel, Hananias, Misael e Azarias; por isso passaram a assistir diante do rei. 20 Em toda matéria de sabedoria e de inteligência, sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos e encantadores que havia em todo o seu reino. 21 Daniel continuou até ao primeiro ano do rei Ciro.

 

Promessas de perdão

14.1 Volta, ó Israel, para o SENHOR te u Deus; porque pelos  teus pecados estás caído. 2 Tende convosco palavras de arrependimento, e convertei-vos ao SENHOR; dizei-lhe: Perdoa toda iniquidade, aceita o que é bom, e em vez de novilhos os sacrifícios dos nossos lábios. 3 A Assíria já não nos salvará, não iremos montados em cavalos, e não mais diremos a obra das nossas mãos; Tu és o nosso Deus; por ti o órfão alcançará misericórdia. 4 Curarei a sua infidelidade, eu de mim mesmo os amarei, porque a minha ira se apartou deles. 5 Serei para Israel como orvalho, ele florescerá como o lírio, e lançará as suas raízes como o cedro  do Líbano. 6 Estender-se-ão os seus ramos, o seu esplendor será como o da oliveira, e sua fragrância como a do Líbano. 7 Os que se assentam de novo a sua sombra voltarão; serão vivificados como o cereal, e florescerão como a vide; a sua fama será como a do vinho do Líbano. 8 Ó Efraim, que tenho eu com os ídolos? Eu te ouvirei e cuidarei de ti; sou como o cipreste verde; de mim se acha o teu fruto.

Apelo final

9 Quem é sábio que entenda estas cousas, quem é prudente que as saiba, porque os caminhos do SENHOR são retos, e os justos andarão neles mas os transgressores neles cairão.

AQUI TERMINA MAIS UM LIVRO DO ANTIGO TESTAMENTO OSÉIAS.