LER E OUVIR HISTÓRIAS FORTALECE A MENTE E O CORAÇÃO

 

O sonho sobre os quatro animais


7.1 No primeiro ano de Belsazar, rei de Babilônia, teve Daniel um sonho, e visões ante seus olhos, quando estava no seu leito; escreveu logo o sonho e relatou a suma de todas as cousas. 2 Falou Daniel, e disse: Eu  estava olhando, durante a minha visão da noite, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o Grande Mar. 3 Quatro animais, grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar. 4 O primeiro era como leão, e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, foi levantado  da terra, e posto em dois pés como homem; e lhe foi dada mente de homem. 5 Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou sobre um dos seus lados; na boca, entre os dentes, trazia três costelas; e lhe diziam: Levanta-te, devora muita carne. 6 Depois disto, continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha nas costas quatro asas de ave; tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio. Depois disto, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal,  terrível, espantoso e sobremodo forte, o qual tinha grandes dentes de ferro;  ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o  que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres.  8 Estando eu a observar os chifres, eis que entre eles subiu utro pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres, foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava com insolência. 9 Continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e o Ancião de dias se assentou; sua veste era branca como a neve, e os cabelos da cabeça como a pura lã; o seu trono era chamas de fogo, cujas rodas eram fogo ardente. 10 Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríade de miríades o serviam, e miríade de miríade estavam diante dele; assentou-se o tribunal, e se abriram os livros. 11 Então estive olhando, por causa da voz das insolentes palavras que o chifre proferia; estive olhando e  vi  que o animal foi morto, e o seu corpo desfeito e entregue  para se queimado pelo fogo. 12 Quanto aos outros animais, foi-lhes tirado o domínio; todavia foi-lhes dada prolongação de vida por um prazo e um tempo. 13 Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o filho do homem, e dirigiu-se ao Ancião de dias, e o fizeram chegar até ele. 14 Foi-lhe dado domínio e glória, e o reino, para que os povos, nações  e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno que não passará, e o seu reino jamais será destruído.15 Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi alarmado dentro em mim, e as visões da minha cabeça me perturbaram.

CONTINUA.....



 Existia uma família bem estruturada onde a matriarca era endeusada por seus filhos. Os anos foram se passando e aquela mulher aos poucos foi mudando de tal forma que ficou irreconhecível a sua personalidade, a única pessoa que sabia quem era ela, era justamente sua amiga íntima que vivia no mundo e contava suas aventuras. Ela gostava de saber nos mínimos detalhes e ali sonhava fazer a mesma coisa, porém não podia porque sua capa tinha que cobrir seus desejos. No leito de morte do marido ela já tramava seu futuro o qual muito almejava, e o danado do marido não morria, até que um dia se foi. Ela agora estava feliz para fazer tudo aquilo que sua amiga fazia. Deu o primeiro passo que foi um fracasso, encontrou um rapaz com idade de seu filho caçula. Foi um caus. Seus filhos que a endeusava não aceitou e daí começou o reboliço na família, aconteceram tantas coisas que ela ficou só. Passado alguns dias ela acabou, porque o cara era um gigolô, fora ela tinha mais quatro, daí foi tudo de água abaixo, agora começou o zum zum zum e aquela Madre Tereza de Calcutá já não existia mais, estava totalmente desacreditada. Mais não ficou por aí ela saiu em busca de outro desta vez um homem maduro. Meu Deus! Esta viúva estava mesmo desesperada atrás de um homem, porque não havia necessidade, ela já tinha 70 mais, deveria agora aproveitar seus netos, viajar, conhecer países, e viver. Agora o homem falou que só iria morar com ela casando, ele tinha olho gordo no que ela possuía e assim fizeram. Casaram e ela foi morar com ele. Um desastre. Na sua casa ela não tirava um prato da mesa, não varria uma casa era simplesmente uma madame. Depois de casada, ele falou que não quer ninguém dentro da casa dele. Ela agora acorda pela manhã e a mesa tem que está pronta de tudo, achando pouco ainda manda ela o servir. Daí chegou a vez de lavar roupa mesmo com a máquina de lavar ele quer que suas camisas e cueca (com freio de bicicleta) sejam lavadas a mão porque deforma e as camisas podem ficarem desbotadas. O banheiro tem que ser lavado todos os dias e quanto aos papéis que ficam no cestinho deve ser retirado três vezes ao dia. A tarde como era de costume ela tirar seu coxinilho, não pode mais porque ele sempre inventa algo. Já cansada, levando até gritos, ela pensou em se divorciar, porque não aguentava mais, contudo venha a fazer irá ser outro fracasso. O homem sabe que ela não tem o apoio de ninguém e ela envergonhada não fala nada a não ser pra essa amiga e pede segredo. Coitada tá sofrendo o pão que o diabo amassou, a lua de mel só durou 15 dias depois chegou fel. E o tempo está passando ela muito deprimida, ele fazendo de tudo pra ela bater as botas e ficar com sua aposentadoria gorda, porém ela tem uma genética muito boa vai aguentando. Já faz seis meses de casada, e ela não tem visita de filhos, nem netos e o marido só maltratando porque sabe que ela é só. "Eu nem tenho pena porque ela é uma pessoa muito arrogante, gosta de pisar as pessoas, humilhar etc," foram essas palavras que a amiga falou pra mim que me conta tudo. Respondi pra ela: Pois é, a hora da colheita chegou, se ela aguentar mais uns seis meses tudo bem caso contrário irá para o buraco e ele encontrar outra otária para fazer o mesmo.

OBS: Essa é uma obra de ficção qualquer semelhança será mera coindência.

 

CONTINUAÇÃO

6.15 Então aqueles homens foram juntos ao rei, e lhe disseram: Sabe, ó rei, que é lei dos medos e dos persas que nenhum interdito ou decreto, que o sancione, se pode mudar. 16 Então o rei ordenou que trouxessem a Daniel, e o lançassem na cova dos leões. Disse o rei a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente  seres que ele te livre. 17 Foi  trazida uma pedra e posta sobre a boca da cova; selou-a o r ei com o seu próprio anel, e com o dos seus grandes, para que nada se mudasse a respeito de Daniel. 18 Então o rei se dirigiu para o seu palácio, passou a noite em jejum, e não deixou trazer a sua presença instrumentos de música; e fugou dele o sono. 19 Pela manhã, ao romper do dia, levantou-se o rei e foi com pressa a cova dos leões. 20 Chegando-se ele a cova, chamou por Daniel: Daniel, servo do Deus vivo, dar-se -ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões? 21 Então Daniel  falou ao rei: ó rei, vive para sempre! 22 O meu Deus enviou o seu anjo, e fechou a boca aos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; também contra ti, ó rei, não cometi delito algum. 23 Então o rei se alegrou sobremaneira e mandou tirar a Daniel da cova; assim foi tirado Daniel da cova, e nenhum dano se achou nele, porque crera no seu Deus. 24 Ordenou o rei, e foram trazidos aquele homens que tinham acusado a Daniel, e foram lançados na cova dos leões, eles, seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova e já os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam todos os ossos. 25 Então o rei Dario escreveu aos povos, nações e homens de todas as línguas, que habitam em toda a terra; Paz os seja multiplicada! 26 Faço um decreto, pelo qual em todo o domínio do meu reino os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel; porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre; o seu reino não será destruído, e o seu domínio não terá fim. 27 Ele livra e salva, e faz sinais e maravilhas no céu e na terra; foi ele quem livrou Daniel do poder dos leões, 28 Daniel, pois, prosperou no reinado de Dario, e no reinado de Ciro, o persa.



 Era já tarde, quando Carlos me perguntou o  que iríamos jantar e eu que não costumo fazer janta só vez por outra falei: que tal comeu aquela comida chinesa? Ele respondeu tudo bem, então  vamos. Eu como estou me sentindo estranha, mas não quero contar a ele, disse que preferia pedir e quando estivesse pronta iríamos buscar. Depois dessa COVID eu mudei muito, não vou mais a praia, nem restaurante a noite, quero sempre ficar dentro de casa onde me acho segura.  Liguei para o rapaz que falou dentro de 20 minutos estaria pronta. Daí como estava chovendo não quis ir no meu porque quando chegasse iria secá-lo, Carlos fala que ele é de açúcar, mas nem ligo. Fomos no dele. Eu não conheço carro algum tive que marcar o meu com frase no vidro de trás  porque por duas vezes estava tentando entra no carro de outra pessoa. Voltando ao assunto. Quando chegamos lá peguei a comida e  voltei para o carro. Chovia bastante e não tinha um toldo que eu ficasse embaixo enquanto Carlos abrisse a porta. Saí dando meus pulinhos e tentei abri a porta, ela estava travada, bati no vidro e nada. Voltei para frente do restaurante e dei sinal pra ele abri a porta. Ele deu um piscar de luz e fui. Não é que eu estava tentando entrar num carro que parecia com o dele!!!!  Comecei a reclamar, você travou a porta e eu fiquei batendo e nada. Foi aí que caímos na gargalhada. Ele falou: Tu trocasse o carro Inajá, estava tentando abrir o outro. Meu Deus, estou gagá acho que vou  morrer sem saber o nome de nenhum automóvel só o meu que ainda falo pela metade. 

 

Daniel na cova dos leões


6.1 Pareceu bem o  Dario constituir sobre o reino a cento e vinte sátrapas, que estivessem por todo o reino; 2 e sobre eles três presidentes, dos quais Daniel era um, aos quais estes sátrapas dessem contra, para que o rei não sofresse dano. 3 Então o mesmo Daniel se destingiu destes presidentes e sátrapas, porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava em estabelecê-lo sobre todo o reino.4 Então os presidentes os sátrapas procuraram ocasião para acusar a Daniel a respeito do reino; mas não puderam achá-la, nem culpa alguma; porque ele era fiel, e  não se achava nele nenhum erro nem culpa. 5 Disseram pois, estes homens: Nunca acharemos ocasião alguma para acusar a este Daniel, se não a procurarmos contra ele na lei do seu Deus. 6 Então estes presidentes e sátrapas foram juntos ao rei, e lhe disseram: Ó rei Dario vive para sempre! 7 Todos os presidentes do reino, os prefeitos e sátrapas, conselheiros e governadores, concordaram em que o rei estabeleça um decreto e faça firme o interdito que todo homem que, por espaço de trinta dias, fizer petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, e não ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões. 8 Agora, pois, ó rei, sanciona o interdito, e assina a escritura, para que não seja mudado, segundo a lei dos medos e dos persas, que se não pode revogar. 9 Por esta causa o rei Dario assinou a escritura e o interdito. 10 Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa, e, em cima, no seu quarto, onde havia janelas abertas da banda de Jerusalém, três vezes no dia se punha de joelhos, e orava e dava graças, diante do seu Deus, como costuma fazer. 11 Então aqueles  homens foram juntos, e, tendo achado a Daniel a orar e a suplicar, diante do seu Deus, 12  se apresentaram ao rei e a respeito do interdito real, lhe disseram: Não assinaste um interdito, que, por espaço de trinta dias, todo homem que fizesse petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, e não a ti, ó rei, fosse lançado na cova dos leões? Respondeu o rei, e disse: Esta palavra é certa, segundo a lei dos medos e dos persas, que se não pode revogar.  13 Então responderam, e disseram ao rei: Esse Daniel, que é dos exilados de Judá, não faz caso de ti ó rei, nem do interdito que assinaste, antes três vezes por dia faz a sua oração. 14 Tendo o rei ouvido estas cousas, ficou muito penalizado, e determinou consigo mesmo livrar a Daniel; e até ao por do sol se empenhou por salva-lo.

CONTINUA...                  

 

CONTINUAÇÃO...

5.16 Eu, porém,  tenho ouvido dizer de ti que podes dar interpretações e solucionar casos difíceis; agora, se puderes ler esta escritura, fazer-me saber a sua interpretação, será vestido de  púrpura, terás cadeia de couro ao pescoço, e será o terceiro no meu reino. 17 Então respondeu Daniel, e disse na presença do rei: Os teus presentes fiquem contigo, e dá os teus prêmios a outrem; todavia lerei ao ri a escritura, e lhe farei saber a interpretação. 18 Ó rei! Deus, o Altíssimo, deu a Nabucodonosor, teu pai, o rei reino, e grandeza, glória e majestade. 19 Por causa da grandeza, que lhe deu, povos, nações e homens de todas as línguas tremiam e temiam diante dele; matava a quem queria, e a quem queria deixava com vida; a quem queria abatia. 20 Quando, porém o seu coração se elevou, e o seu espírito se tornou soberbo e arrogante, foi derribado do seu trono real, e passou dele a sua glória. 21  Foi expulso dentre os filhos dos homens, o seu coração foi feito semelhantes ao dos animais, e a sua morada foi com os jumentos monteses; deram-lhe a comer erva como aos bois, e do orvalho do céu foi molhado o seu corpo, até que conheceu que Deus, o Altíssimo, tem domínio sobre o reino dos homens, e a quem quer constitui sobre ele. 22 Tu , Belsazar, que és seu filho, não humilhaste o teu coração, ainda que sabias tudo isto. 23 E te levantaste contra o Senhor do céu, pois foram trazidos os utensílios da casa dele perante te, e tu, os teus grandes, as tuas mulheres e as teus concubinas, bebestes vinho neles;  além disto, deste louvores aos deuses de prata, de ouro, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra, que não vêem, não ouvem, nem sabe; mas, a Deus, em cuja mão está a tua vida, e  todos os teus caminhos, a ele não glorificaste. 24 Então da parte dele foi enviada aquela mão  que traçou esta escritura. 25 Esta, pois, é a escritura que se traçou;  MENE, MENE, TEQUEL, e PARSIM. 26 Esta é a interpretação daquilo; MENE: Contou Deus o teu re ino, e deu cabo dele. 27 TEQUEL: Pesado foste na balança, e achado em falta. 28 PERES: Dividido foi o teu reino, e dado aos medos e aos persas. 29 Então mandou Belsazar que vestissem Daniel de púrpura, e lhe pusessem cadeia de ouro ao pescoço, e proclamassem que passaria a ser o terceiro do governo do seu reino. 30 Naquela mesma noite foi morto Belsazar, rei dos caldeus. 31 E Dário, o medo, com cerca de sessenta e dois anos, se apoderou do reino.  

 

A escritura na parede


5.1  O rei Belsazar deu um grande banquete a mil dos seus grandes, e bebeu vinho na presença dos mil. 2 Enquanto Belsazar bebia e apreciava o vinho, mandou trazer os utensílios de ouro e de prata, que  Nabucodonosor, seu pai tirara do templo que estava em Jerusalém, para que neles bebessem o rei, e os seus grandes as suas mulheres e concubinas. 3 Então  trouxeram os utensílios de ouro, que foram tirados do templo da casa de Deus, que estava em Jerusalém, e beberam neles o rei, os seus grandes, as suas mulheres e concubinas. 4 Beberam o vinho, e deram louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira, e de pedra. 5 No mesmo instante apareceram uns dedos de mão de homem, e escreviam, defronte do candeeiro, na caiadura da parede do  palácio real; e o rei via os dedos que estavam escrevendo. 6 Então se mudou o semblante do rei, e os seus pensamentos o turbaram; as juntas dos seus lombos se relaxaram, e os seus joelhos batiam um no outro. 7 O rei ordenou em oz alta que se introduzissem os encantadores, os caldeus e os feiticeiros; falou o rei, e disse aos sábios de Babilônia: Qualquer que ler esta escritura, e me declarar a sua interpretação, será vestido de púrpura, trará uma cadeia de ouro ao pescoço, e será o terceiro no meu reino. 8 Então entraram todos os sábios do rei; mas não puderam ler a escritura, nem fazer saber ao rei a sua interpretação. 9 Com  isso  se perturbou muito o rei Belsazar, mudou-se lhe o semblante; e os seus grandes estavam sobressaltados. 10 A rainha-mãe, por causa do que havia acontecido ao rei e aos seus grandes, entrou na casa do banquete, e disse: Ò rei, vive para sempre! não te turbem os teus pensamentos, nem se mude o teu semblante. 11 Há no teu reino um home,  que tem o espírito dos Deuses santos; nos dias de teu pai se achou nele luz e inteligência, e sabedoria como a sabedoria dos deuses; teu pai, o rei Nabucodonosor, sim, teu pai, o rei, constituiu chefe dos magos, dos encantadores, dos caldeus e dos feiticeiros, 12 porquanto espírito excelente, conhecimento e inteligência, interpretação de sonhos, declaração de enigmas e solução de casos difíceis, se acharam neste  Daniel, a quem o rei pusera o nome de Beltessazar; chame-se, pois, a Daniel, e ele dará a interpretação. 13 Então Daniel foi introduzido a presença do rei. Falou o rei, e disse a Daniel: És tu aquele Daniel, dos cativos de Judá, que o rei, meu pai, trouxe de Judá? 14 Tenho ouvido dizer a teu respeito que  espírito dos deuses está em ti, e que em ti se acham luz, inteligência e excelente sabedoria. 15 Acabam de ser introduzidos a minha presença os sábios e os encantadores, para lerem esta escritura e me fazerem saber a sua interpretação; mas não puderam da a interpretação destas palavras.

CONTINUA......

 

 CONTINUAÇÃO

4.21 cuja folhagem era formosa, e o seu fruto abundante, e em que para todos havia sustento, debaixo da qual os animais do campo achavam sombra, e em cujos ramos as aves dos céus faziam morada, 22 és tu, ó rei que cresceste, e vieste a ser forte; a tua grandeza cresceu, e chega até ao céu, e o teu domínio até a extremidade da terra. 23 Quanto ao que viu o rei um vigilante, um santo, que descia do céu, e que dizia: Cortai a árvore e destruí-a, mas a cepa com as raízes deixai na terra, atada com cadeias de ferro e de  bronze, na erva do campo; seja ele molhado de orvalho do céu, e a sua porção seja com os animais do campo, até que passem sobre ele sete tempos. 24 Esta é a interpretação, ó rei; e este é o decreto do Altíssimo, que virá contra o rei, meu senhor: 25 serás expulso de entre os homens, e a tua morada será com os animais do campo, e dar-te-ão a comer ervas como aos bois, e serás molhado do orvalho do céu; e passar-se-ão sete tempos por cima de tu; até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. 26 Quanto ao que foi dito, que se deixasse a cepa da árvore com as suas raízes, o teu reino tornao cabo de doze meses, passeando sobre o palácio real de Babilônia, rá a ser teu, depois que tiveres conhecido que o céu domina. 27 Portanto, ó rei, aceita o meu conselho, e põe termo em teus pecados pela justiça, e as tuas iniquidades usando de misericórdia para com os pobres; e talvez se prolongue a tua tranquilidade. 28 Todas estas cousas sobrevieram ao rei Nabucodonosor. 29 Ao cabo de doze meses, passeando sobre o palácio real de Babilônia, 30 falou o rei, e disse: Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real, com o meu grandioso poder e para glória da minha majestade? 31 Falava ainda o rei quando desceu uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Já passou de ti o reino. 32 Serás expulso de entre os homens, e a tua morada será com  os animais do campo, e far-te-ão comer ervas como os bois, e passar-se-ão sete tempos por cima de ti, até que aprendas que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o da a quem quer. 33 No mesmo instante se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor, e foi expulso de entre os homens, e passou a comer erva como os bois, o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceram os cabelos como as penas de águia, e as suas unhas como as das aves. 34 Mas ao fim daqueles dias eu, Nabucodonosor, levantei os olhos ao céu, tornou-me a vir o entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é sempiterno, e cujo reino é de geração em geração. 35 Todos os moradores da terra são por ele reputados em nada; e segundo a sua vontade ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?  36 Tão  longo me tornou a vir o entendimento, também para a dignidade do meu reino tornou-me a vir a minha majestade e o meu resplendor; buscaram-me os meus conselheiros e os meus grandes; fui restabelecido no meu reino, e a mim se me ajuntou extraordinária grandeza. 37 Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo exalço e glorifico ao Rei do céu; porque todas as suas obras são verdadeiras, e os seus caminhos justos, e pode humilhar aos que andam na soberba.


 Continuação

Passa uns três dia voltei a casa do casal. Ele estava sentado no sofá e eu perguntei: Não era para você está na mata? Ele respondeu: O trabalho já foi feito na encruzilhado, no sétimo dia ela vai voltar, porém com ele não mora mais, no máximo uma semana. Nisso para um carro na frente da casa que ele já havia comprado com o dinheiro do homem. A mulher foi abrir a porta enquanto ele correu para debaixo da cama; o homem entrou pergunto pelo marido dela a qual respondeu que já fazia três dias que não ia porque ele estava na mata, só voltaria depois que completasse os sete dias combinado. O homem ficou conversando quase uma hora e o marido da mulher embaixo da cama já estava agoniado com a demora. Passado mais alguns minutos ele foi embora. Quando o marido da mulher saiu debaixo da cama a cabeça estava cheia de teia de aranha, todo empoeirado, um caus. Daí eu perguntei: Se essa mulher não voltar? Ele falou volta nem que seja no sétimo dia. Quando chegou o sétimo dia, a tarde o homem voltou a tarde para dizer que a amante amante ainda não havia voltado. A esposa respondeu: nem tão pouco meu marido apareceu, eu nem sei se ele está vivo, porque esse trabalho dentro da mata com aqueles bichos todos é um perigo. O homem foi embora e a esposa falou que a noitinha passasse para dizer alguma coisa, porque ela estava bastante preocupada porque caso ele não aparecesse não saberia nem por onde começar porque os trabalhos dele era feito em vários lugares. Quando o homem sai o marido vem todo desconfiado, e mesmo assim falou com firmeza: Até meia noite faz 7 dias. Fiquei por ali para ver o resultado. Quando deu 19:00 horas ele chega com sua amada. O marido da mulher corre para o banheiro para dizer que acabou de chegar naquele momento. Daí saíram para comer pizza tudo ficou na santa paz mais depois de uma semana quase deu merda, porque ela resolveu ir embora. O homem chegou virado no cão, daí o bruxo charlatão falou: Eu avisei que ela ia voltar só não disse quanto tempo iria passar. Ele irritado falou. Vou matar aquela desgraçada, gastei tanto dinheiro pra ela ficar comigo só uma semana? Olhou para o bruxo e falou, vem comigo que não vou fazer o serviço só. Sem temer nada, não teve reação nenhuma, pegou a doze que ele tinha e saiu em direção a casa dela. Foi uma confusão que não sei como terminou, porque com medo servir como testemunha me mandei pra minha casa.


OBS: Essa é uma obra de ficção qualquer semelhança será mera coincidência.




Em meados dos anos 1984, 1985 tive o desprazer de conhece um casal que mexiam com esse negócio de macumba. Um dia cheguei na casa deles e presenciei uma coisa horrível, ele estava com uma garrafa de cachaça em uma das mãos e a outra segurava um charuto. Sentado em uma cadeira ao lado estava um homem de seu 50 e poucos anos que havia ido lá para fazer um trabalho para sua amante voltar. Sem temer nada sentei do outro lado e fiquei assistindo tudo. De repente ele a entidade pede a sua servidora que lhe trague uma galinha. Isso era a noite. A galinha foi trazida e ele com seus dentes rasgou o pescoço da galinha e tomou todo sangue. Foi horrível. Agora vamos ao charlatanismo: Disse a entidade: para trazer sua amante de volta você irá gastar bastante, nada compro é tudo por sua conta, porém antes do homem chegar tudo já havia combinado com sua mulher. Ele mandou pegar papel e lápis e começou a relação:
1º Bezerro, cada bezerro tem quatro patas daí tem que comprar 4 bodes.
2º Cada bode tem quatro patas daí tem que comprar 16 frangos.
3° Uma caixa de charuto.
4° 12 perfume de alfazema para a entidade mulher
5° 12 champanhe
6º 12 Garrafa de cachaça
7º Vela amarela pra fulano, vela vermelha pra cicrano, vela azul para beltrano vela preta e ainda teve outra cor que não me lembro.
Teve mais alguns itens que não recordo. Meus Deus quando fez a conta deu mais de 17.000,00  na época. O homem nem ligou pelo valor ele só queria a mulher de volta, e falou: você não pode comprar, eu não posso, será que sua esposa poderia fazer isso pra mim? ele respondeu: Ela quem sabe. Daí o espírito subiu tudo voltou ao normal. Quando o homem falou que a mulher dele que ia comprar, ele quis achar ruim porque como iria levar todo aquele material para a mata tinha que pagar frete, e ele quando fosse fazer o trabalho teria que ficar sete dias dentro da mata fazendo o trabalho, se passe uma ambulância na hora ligada tudo daria certo, se fosse a sirene de polícia não tinha nada garantido, contudo ele esperasse que iria dá tudo certo com sete dias ela estaria de volta. Quando o homem saiu eu falei: Meu Deus que loucura é essa? Vocês vão comprar tudo isso? ele rindo respondeu: Pra se fazer um trabalho basta uma garrafa de Pitú, um charuto e uma vela não lembro a cor e ir para encruzilhada de meia noite o restante vou comprar uma casa de conjunto que moro de aluguel.

                CONTINUA.....