Obs. Essa não é uma obra de
ficção e sim faz parte de mais um pedacinho de minha vida.
07/07/17



Não sei viver só. Os dias vão se
passando a mesma estória se repete, contudo vejo lá no além um pontinho branco,
imagino que seja uma luz no fundo do túnel, será que há tempo de chegar até lá?
Não sei. É ruim mesmo, quando não conhecemos as coisas boas sobrevivemos,
depois que as conhecemos não seremos capazes de sobreviver.
Minha vida na barraca de meu pai me comunicando com todo tipo de gente, acho que é por isso que não seleciono as pessoas para mim todas são iguais, talvez por ter sido tão podada em minha vida tendo minhas asinhas cortadas, uma gaivota que sonhava em ser livre...Hoje não admito ordens e faço tudo que me convém. Posso usar roupas curtas, shorts minúsculos, uso biquíni, vou a clubes dançantes, não bebo nem fumo porque fiz uma promessa com Deus caso contrário estava com meus vícios e não pretendo mudar só Deus quando tocar no meu coração como Ele já fez porque para os outros não dou satisfação, quem quiser que me engula como sou ou então tome água para não se engasgar, a única pessoa que comunico o que vou fazer é a meu marido. Como não tenho um sofá para deitar e contar a um psicólogo nem tão pouco procuro um psiquiatra dedico minha vida em escrever pedacinhos do que passei para aliviar um pouco a mente e não surtar, daí compartilho meus ais com vocês que sempre estão atentos ao que escrevo para decifrar os enigmas, só que desta vez é da minha vida que falo, não uma obra de ficção. Minha vida é um livro aberto já descrevo para não dar o direito de ninguém comentar a pessoa que sou porque se forem falar algo a resposta é: Quem? Inajá? Nossa sei de tudo dela.. Não ligo para nenhum comentário.