LER E OUVIR HISTÓRIAS FORTALECE A MENTE E O CORAÇÃO


 Salmo de ações de graça

116.1 Amo o SENHOR, porque ele ouve a minha  voz e as minhas súplicas. 2 Porque inclinou para mim os seus ouvidos, invocá-lo-ei enquanto eu viver. 3 Laços de morte me cercaram, e angústias do inferno se apoderaram de mim: caí em tribulação e tristeza. 4 Então invoquei o nome do SENHOR; Ó SENHOR, livra-me a alma. 5 Compassivo e justo é o SENHOR; o nosso Seus é misericordioso. 6 O SENHOR vela pelos simples; achava-me prostrado, e ele me salvou. 7 Volta, minha alma, ao teu sossego, pois o SENHOR tem sodo generoso para contigo. 8 Pois livraste da morte a minha alma, das lágrimas os meus olhos, da queda os meus pés. 9 Andarei na presença do SENHOR, na terra dos viventes. 10 Eu cria, ainda que disse; Estive sobremodo aflito. 11 Eu disse na minha perturbação; Todo homem é mentiroso. 12 Que darei ao SENHOR por todos os seus benefícios para comigo? 13 Tomarei o cálice da salvação, e invocarei o nome do SENHOR. 14 Cumprirei os meus votos ao SENHOR, na presença de todo o seu povo. 15 Preciosa é aos olhos do SENHOR a morte dos seus santos. 16 SENHOR, deveras sou teu servo, teu servo, filho da tua serva: quebraste as minhas cadeias. 17 Oferecer-te-ei sacrifícios de ações de graça, e invocarei o nome do SENHOR. 18 Cumprirei os meus votos ao SENHOR, na presença de todo o seu povo, 19 nos átrios da casa do SENHOR, no meio de ti, ó Jerusalém. Aleluia!



Estava eu em minha rede tirando um cochilo após uma viagem muito cansada que havia feito a Goiana onde fui para o casamento de Laís uma amiga da universidade quando e repente sonhei: Eu vi, parecia realidade, foi um sonho real mesmo: Adentrava no meu terraço uma moto azul e Paulinho estava nela. Ele descia da moto e quando menos esperei ele estava com Daniel nos braços e falava: ___ Mamãe olhe 

meu filho está com dois anos é Daniel. Tomava aquele menino nos meus braços e sentir o calor de seu corpo. Como me senti feliz, nesse momento não enxerguei mais nada era só felicidade, lembro-me que passei pela mãe dele e não falei. Quando abri o portão porque iria mostrar Daniel a Lú adentraram na minha casa umas 10 mulheres todas com ramalhetes de flores, era uns arranjos muito bonito e elas estava todas com uma roupa do mesmo estilo parecendo um coral, sem dar importância aquelas pessoas porque no momento só quem me importava era meu neto querido saí para a rua desfilando com ele porque quase todos tem netos somente eu que tenho mas nem o conheço. Mais voltando ao sonho. Chegando na casa de Lú mostrei Daniel e Lú falou: Não te falei que tudo era no tempo? Deus não iria 
deixar você morrer antes de realizar todos os seus sonhos e você conseguiu. Nossa fiquei tão feliz e voltei para casa. Quando abri o portão não encontrei mais nenhum arranjo, as mulheres estavam varrendo tudo e eu perguntei pelas flores e elas me responderam: Que flores: Estamos varrendo porque vamos servir um sopão. Dei um pulo da rede, abri os olhos o sonho era muito real, eu tive meu neto nos braços, senti seu calor, vi seu rosto perfeito. Nossa tudo não passou de um sonho daí quis deixar registrado sei que jamais esse dia irá acontecer, tenho que me conformar com meus sonhos mesmo.
  
Obs. Gostaria que se alguém lesse esse sonho e tivesse uma revelação de Deus que colocasse algum comentário a respeito porque estou me sentindo perdida a respeito dele. Obrigada.      
                                          11/11/2012

Obs: Essa estava no fundo do baú. Daí resolvi postar hoje depois de 13 anos, incrível né?

Honras somente a Deus

115.1 Não a nós, SENHOR, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua misericórdia e da tua fidelidade. 2 Por que diriam as nações: onde está o Deus deles? 3 No céu está o nosso Deus/ e tudo faz como lhe agrada. 4 prata e ouro são os  ídolo deles, obra das mãos de homens. 5 Tem boca, e não falam; tem olhos, e não vêem; 6 tem ouvidos, e não ouvem; tem nariz, e não cheiram. 7 Suas mãos não apalpam; seus é não andam; som nenhum lhe sai da garganta. 8 Tornem-se semelhantes a eles os que fazem, e quantos neles cofiam. 9 Israel confia no SENHOR; ele é o seu amparo e o seu escudo. 10 A casa de Arão condia no SENHOR: ele é o seu amparo e o seu escudo. 11 Condiam no SENHOR os que temem o SENHOR: ele é o seu amparo e o seu escudo. 12 De nós se tem lembrado o SENHOR; ele nos abençoará; abençoará a casa de Israel, abençoará a casa de Arão. 13 Ele abençoa os que teme o SENHOR, assim pequenos como grandes. 14 O SENHOR vos aumente benções mais e mais, sobre vós e sobre vossos filhos. 15 Sede benditos do SENHOR, que fez os céus e a terra. 16 Os céus são os céus do SENHOR, mas a terra deu-a ele aos filhos dos homens. 17 Os mortos são louva o SENHOR, nem  os que descem a região do silêncio. 18 Nós, porém, bendiremos o  SENHOR, desde agora e para sempre. Aleluia!

As maravilhas do êxodo

114.1 Quando saiu Israel do Egito, e a casa de Jacó do meio de um povo de língua estranha, 2 Judá se tornou o seu santuário, e Israel o seu domínio. 3 O mar viu isso, e fugiu; o Jordão tornou atrás. 4 Os montes saltaram como carneiros, as colinas como cordeiros do rebanho. 5 Que tens, ó mar, que assim foges? e tu, Jordão, para tornares atrás? 6 Montes por que saltais como carneiros? e vós, colinas, como cordeiros do rebanho? 7 Estremece, ó terra, na presença do SENHOR, na presença do Deus de Jacó, 8 o qual converteu a rocha em lençol de água, e o seixo em manancial.
 


 O SENHOR o mais e mais digno objeto de louvor

113.1 Aleluia! Louvai, servos do SENHOR, louvai o nome do SENHOR.2 Bendito seja o nome do SENHOR, agora e para sempre. 3 Do nascimento do sol até ao ocaso, louvado seja o nome do SENHOR. 4 Excelso é o SENHOR acima de todas as nações. e a sua glória acima dos céus. 5 Quem há semelhante ao SENHOR nosso Deus, cujo trono está nas alturas; 6 que se inclina para ver o que se passa no céu e sobre a terra? 7 Ele ergue do pó o desvalido, e do monturo, o necessitado, 8 para o assentar ao lado dos príncipes, sim, com os príncipes do seu povo. 9 Faz que a mulher estéril viva em família, e seja alegre mãe de filhos. Aleluia!


 Promessa da vida futura aos piedosos

112.1 Aleluia! Bem-aventurado o homem que teme ao SENHOR, e se compraz nos seus mandamentos. 2 A sua descendência será poderosa na terra: será abençoada a geração dos justos. 3 Na sua casa há prosperidade e riqueza, e a sua justiça permanece para sempre. 4 aos justos nasce luz nas treva; ele é benigno, misericordioso e justo. 5 Ditoso o homem que se compadece e empresta: ele defenderá a sua causa em juízo; 6 não será jamais abalado: será tido em memória eterna. 7 Não se atemoriza de mas notícias; e seu coração é firme, confiante no SENHOR. 8 O seu coração, bem firmado, não teme, até ver cumprido, nos seu adversários,  o seu desejo. 9 Distribui dá aos pobres; a sua justiça permanece para sempre, o seu poder se exaltará em sua glória. 10 O perverso vê isso, e se enraivece; range os dentes, e se consome: o desejo dos perversos perecerá.


 As obras magníficas de Deus

111.1 Aleluia! De todo o coração renderei graças ao SENHOR, na companhia dos justos e na assembleia. 2 Grandes são as obras do SENHOR, consideradas por todos os que nelas se comprazem. 3 Em suas obras há glória e majestade, e a sua justiça permanece para sempre. 4 Ele fez memoráveis as suas maravilhas; benigno e misericordioso é o SENHOR. 5 Dá sustento aos que o temem; lembrar-se-á sempre da sua aliança. 6 Manifesta ao seu povo o poder das suas obras, dando-lhe a herança das nações. 7 As obras de suas mãos são verdade e justiça; fiéis todos os seu preceitos. 8 Estáveis são eles para todo o sempre, instituídos em fidelidade e retidão. 9 Enviou ao seu povo a redenção; estabeleceu para sempre a sua aliança: santo e tremendo é o seu nome. 10 O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria; revelam prudência todos os que a praticam. O seu louvor permanece para sempre.

O reino e o sacerdócio do Messias
Salmo de Davi

110. 1 Disse o  SENHOR ao meu Senhor: Assenta-te a minha direita, até que ponha os teus inimigos debaixo dos teus pés. 2 O SENHOR enviará de Sião o cetro do seu poder, dizendo: Domina ente os teus inimigos. 3 Apresentar-se a voluntariamente o teu povo no dia do teu poder: com santos ornamentos, como o orvalho emergindo da aurora, serão os teu jovens. 4 O SENHOR jurou e não se arrependerá: tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque. 5 O Senhor, a tua direita, no dia da sua ira, esmagará os reis. 6 Ele julga entre as nações. enche-as de cadáveres; esmagará cabeças por toda a terra. 7 De caminho bebe na torrente, e passa de cabeça erguida.
 



 

 ...  e lá vem história

Era uma vez uma cobra que fez amizade com um vagalume e ambos começaram a conviver juntos. Os anos foram se passando e aquele dois pareciam um grude a cobra louca para dar um bote no vagalume, mas o vagalume coitado, tão pequeno e sem maldade continuava ali sempre fiel a cobra. Um dia a cobra ganhou uma máquina fotográfica em um sorteio e o vagalume correu para lhe dar a notícia que foi recebida com mau gosto e ainda reclamou porque o vagalume foi lá, uma vez que de todo jeito ela saberia. Tristonho baixou a cabeça e voltou para festa. A cobra queria ser igual ao vagalume que nada lhe tirava do sério, era sempre sorridente e feliz e não se incomodava com as brincadeiras pesadas que a cobra falava pra ela. Um dia a cobra casou. O vagalume ficou sozinho, como ela engordou depois de grávida mandou todos os seus vestidos para o vagalume, que muito se alegrou em ter herdado aquelas roupas todas. Um dia o vagalume (fêmea) engravidou também e teve que ir para a casa da cobra ter seu filhinho lá. Foi sua maior decepção. A cobra viu que o vagalume estava passando demais na sala de camisola falou: Você está pensando que meu marido vai trocar o meu corpo pelo seu? Pare de está desfilando pela casa. O vagalume coitada estava toda ponteada necessitava sempre ir para o banheiro, naquele momento o vagalume pediu a uma amiga que passasse um telegrama para seus pais pedindo que viesse lhe buscar imediatamente. O Vagalume estava com pouco dias de resguardo. Quando seu pai chegou, na saída a cobra falou: Agora vá contar a sua mãe o que aconteceu, era longa a viagem, a estrada de barro num carro desconfortável, muito buraco quase três horas de viagem, o sangue vasando devido os catabilhos parecia que os pontos iam todos se abrirem, mesmo assim o Vagalume conseguiu chegar em casa e não falou nada para sua mãe inclusive morreu sem saber. Com o passar dos tempos a Cobra conseguiu abrir um comércio e no dia do trabalhador ela queria presentear os funcionários e clientes com uma lembrancinha que o vagalume fazia, então ela pagava a passagem do vagalume que ficava na casa dela até terminar depois lhe dava um agrado pagava a passagem de volta e tudo ok.  Depois de muitos anos o Vagalume veio morar perto da Cobra. A Cobra rica, o Vagalume pobre, ficava todo sem jeito quando chegava na casa dela. Quando saíam ela fazia questão de pagar o lanche porque o vagalume não tinha dinheiro. As festas eram continuas em sua casa, uma vez houve um aniversário de sua neta e o Vagalume estava lá limpando, ajeitando e quando chegou a hora dos convidado a Cobra falou: Você tem vestido longo? Não, respondeu o vagalume, então não pode entrar porque a festa e a rigor, mas como uma festa de criança poderia ser a rigor? Entristecida foi para casa. Nunca participou de uma festa em sua casa. O vagalume ali humilhado constantemente, mas sempre levando tudo na brincadeira. A cobra tinha uma casa na fazenda, daí chamou o vagalume para ir com ela, ele (a) foi todo contente e quando chegou lá houve uma discussão e o pior é que o vagalume não poderia voltar porque não tinha carro e era distante. Ficou intrigada com o vagalume por dois dias e voltaram. As intimidade vez por outra rolava, um dia o vagalume costumado a fazer uma brincadeira a qual ela muito gostava, nesse dia se estranhou e falou: NUNCA MAIS REPITA ISSO VIU, ME RESPEITE, com o dedo na cara do Vagalume que baixou a cabeça e daqui a pouco estava dando aquela gargalhada. O vagalume não saía da casa dela enquanto ela nunca vinha em sua casa, até que um dia quando veio pela primeira vez viu uma bacia de alumínio grande que o vagalume lavava roupa, daí a cobra falou: Como tua família é pequena e a minha é grande vamos trocar as bacias? Inocentemente o Vagalume disse vamos. Levou a bacia grande e deu uma toda assada e pequena ao vagalume. Dia seguinte o vagalume foi colocar um lençol de cama dentro da bacia e não coube. E agora que vou fazer, pensou o vagalume. Tenho que trocar. Pegou a bacia e foi desfazer a troca. Outra confusão, mesmo assim desfez. Mais uma vez intrigadas, e o tempo foi passando... Continua 


 Imprecações contra os inimigos
Ao mestre de canto. Salmo de Davi

109.1 Ó Deus do meu louvor, não te cales! 2 pois contra mim se desataram lábios maldosos e fraudulentos; com mentirosa língua falam contra mim. 3 Cercam-me com palavras odiosas, e sem causa me fazem guerra. 4 Em paga do meu amor me hostilizam: eu, porém orava. 5 Pagaram-me o vem com o mal, o amor, com ódio. 6 Suscita contra ele um ímpio, e a sua direita esteja um acusador. 7 Quando o julgarem, seja condenado; e tida como pecado a sua oração. 8 Os seus dias sejam poucos, e tome outro o seu encargo. 9 Fiquem órfãos os seus filhos, e viúva, a sua esposa. 10 Andem errantes os seus filhos, e mendiguem; e sejam expulsos das ruinas de suas casas. 11 De tudo o que tem lance mão o usurário; do fruto do seu trabalho esbulhem-no os estranhos. 12 Ninguém tenha misericórdia dele, nem haja quem se compadeça dos seus órgãos.13 Desapareça a sua posteridade, e na seguinte geração se extinga o seu nome. 14 Na lembrança do SENHOR viva a iniquidade de seus pais, e não se apague o pecado de sua mãe. 15 Permaneçam ante os olhos do SENHOR, para que faça desaparecer da terra a memória deles. 16 Porquanto não se lembrou de usar de misericórdia, mas perseguiu o  aflito e o necessitado, como também o quebrantado de coração, para os entregar a morte. 17 Amou a maldição: ela o apanhe; não quis a bênção: aparte-se dele. 18 Vestiu-se de maldição como de uma túnica: penetre, como água, no seu interior, e nos seus ossos, como azeite. 19 Seja-lhe como a roupa que o cobre, e como o cinto com que sempre se cinge. 20 Tal seja, da parte do SENHOR, o galardão dos meus contrários, e dos que falam mal contra a minha alma. 21 Mas tu, SENHOR  Deus, age por mim por amor do teu nome; livra-me, porque é grande a tua misericórdia. 22 porque estou aflito e necessitado, e, dentro em mim, sinto ferido o coração. 23 vou passando, como a sombra que declina; sou atirado para longe, como um gafanhoto. 24 De tanto jejuar os joelhos me vacilam, e de magreza vai mirrando a minha carne. 25 Tornei-me para eles objeto de opróbrio; quando me vêem meneiam a cabeça. 26 Socorre, SENHOR Deus meu! salva-me segundo a tua misericórdia. 27 Para que saibam vir isso das tuas mãos, que tu, SENHOR, o fizeste.28 Amaldiçoem eles, mas tu, abençoa; sejam confundidos os que contra mim se levantam; alegre-se, porém, o teu servo. 29 Cubram-se de ignominia os meus adversários, e a sua própria confusão os envolva como uma túnica. 30 Muitas graças darei ao SENHOR com os meus lábios; louvá-lo-ei no meio da multidão; 31 porque ele se põe a direita do pobre, para o livrar dos que lhe julgam a alma.