LER E OUVIR HISTÓRIAS FORTALECE A MENTE E O CORAÇÃO


 Oração em tempos de guerra
Vv.5-12: Sl 108.6-13
Ao mestre de canto. Segundo a melodia: Os lírios do testemunho. Hino de Davi para ensinar. Quando lutou contra os sírios da Mesopotâmia e os sírios de Zobá, e quando Joabe, regressando, derrotou de Edom doze mil homens, no Vale do Sal

60.1 Ó Deus, tu nos rejeitaste, e nos dispersaste; tens estado indignado; oh! restabelece-nos. 2 Abalaste a terra, fendeste-a; repara-lhe as brechas, pois ela ameaça ruir. 3 Fizeste o teu povo experimentar reveses, e nos deste a beber vinho que atordoa. 4 Deste um estandarte aos que te temem, para fugirem de diante do arco. (Selá.) 5 Para que os teus amados sejam livres, salva com a tua destra, e responde-nos. 6 Falou Deus na sua santidade: Exultarei: dividirei Siquém, e medirei o vale de Sucote. 7 Meu é Gileade, meu é Manassés; Efraim é a defesa de minha cabeça; Judá  é o meu cetro. 8 Moabe, porém, é a minha bacia de lavar; sobre Edom atirarei a minha sandália; sobre a Filístia jubilarei. 9 Quem me conduzirá a cidade fortificada? Quem me guiará até Edom? 10 Não nos rejeitaste, ó Deus? Tu não sais, o Deus, com os nossos exércitos! 11 Presta-nos auxílio na angústia, pois vão é socorro do homem. 12 Em Deus faremos proezas, porque ele mesmo calca aos pés os nossos adversários.

 

Meu filho nasceu
Esta data sempre lembro
Porque saiu de dentro de mim
No dia 16 de setembro
 
Foi sua primeira casa
Onde recebeu a primeira refeição
Através do cordão umbilical
Que o alimentei de coração
 
Comecei a amá-lo
No dia que soube da gravidez
Porém seu pai ingrato
O mesmo não fez
 
Começou a me bater
Para ver se eu abortava
Mas como sabia me defender
Com minhas mãos o preservava
 
Abandona na cidade grande
Não sabia o que fazer
Abortar não queria
Preferia morrer
 
Impossibilitada de criar
A um médico entreguei
Seu crescimento não pude acompanhar
Por isso nunca me perdoei
 
Hoje já homem feito
Quarenta e sete anos completou
Graças a Deus que o conheci
Presente que Deus me enviou
 
Depois foi embora
E um ano se passou
Só ficou na memória
O tempo que comigo ficou
 
Seu amor é diferente do meu
Porque não estiveste ao meu lado
Como fiquei nove meses contigo
Não te esqueço filho amado
 
Parabéns filho querido
Te amo de coração
Rogo a Deus todos os dias
Que me concedas o teu perdão;
 
Tua mãe biológica: Inajá Nunes
 
                  16/09/2025

 


 Súplica em prol de libertação
Ao mestre de canto. Segundo a meio-dia: Não destruas. Hino de Davi, quando Saul mandou que lhe sitiassem a casa, para matar

59.1 Livra-me, Deus meu, dos meus inimigos; põe-me acima do alcance dos meus adversários. Livra-me dos que praticam a iniquidade, e salva-me dos homens sanguinários, 3 pois que armam ciladas aminha alma; contra mim se reúnem os fortes, sem transgressão minha, ó SENHOR, ou pecado meu. 4 Sem culpa minha, eles se apressam e investe; desperta,  vem ao meu encontro, e vê. 5 Tu, SENHOR Deus dos Exércitos, é o Deus de Israel; desperta, pois, e vem de encontro a todas as nações: não te compadeças de nenhum dos que traiçoeiramente praticam a iniquidade. (Selá.) 6 Ao anoitecer, uivam como cães, a volta da cidade. 7 Alardeiam de boca; em seus lábios há espadas. Pois dizem eles, quem na que nos escute? 8 Mas tu, SENHOR, te rirás deles: zombarás de todas as nações. 9 Em ti, Força minha, esperarei;  pois Deus é meu alto refúgio. 10 Meu Deus virá ao meu encontro com a sua benignidade, Deus me fará ver o meu desejo sobre os meus inimigos. 11 Não os mates, para que o meu povo não se esqueça; dispersa-os pelo teu poder, e abate-os, ó SENHOR, escudo nosso. 12 Pelo pecado de sua boca, pelas palavras dos seus lábios, na sua própria soberba sejam enredados, e pela abominação e mentiras que proferem. 13 Consome-os com indignação, consome-os, de sorte que jamais existam, e se saiba que reina Deus em Jacó até aos confins da terra. (Selá;) 14 Ao anoitecer uivam como cães, a volta da cidade. 15 Vagueiam a procura de comida, e, se não se fartam, então rosnam. 16 Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã louvarei com alegria a tua misericórdia; pois tu me tens sido alto refúgio e proteção no dia daminha angústia. 17 A ti, força minha, cantarei louvores, porque Deus é meu alto refúgio, é o Deus da minha misericórdia.


 A sorte dos ímpios
Ao mestre de canto. Segundo a meio-dia: Não destruas. Hino de Davi

58.1 Falais verdadeiramente justiça, ó juízes? Julgais com retidão os filhos dos homens? 2 Longe disso: antes, no íntimo engendrais iniquidades, e distribuís na terra a violência de vossas mãos. 3 Deviam-se os ímpios desde a sua concepção; nascem e já se desencaminham, proferindo mentiras, 4 Tem peçonha semelhante a peçonha da serpente; são como a víbora surda, que tapa os ouvidos, 5 para não ouvir a voz dos encantadores, do mais fascinante em encantadores, do mais fascinante em encantamentos, 6 Ó Deus, quebra-lhes os dentes na boca; arranca, SENHOR, os queixais aos leõezinhos. 7 Desapareçam como águas que se escoam; ao dispararem flechas, fiquem elas embotadas. 8 Sejam como a lesma que passa diluindo-se, como o aborto de mulher, não vejam nunca o sol. 9 Como espinheiros,  antes que vossas panelas sintam deles o calor, tanto os verdes como os que estão em brasa, serão arrebatados como por um remoinho. 10 Alegrar-se-á o justo quando vir a vingança; banhará os pés no sangue do ímpio. 11 Então se dirá: Na verdade há recompensa para o justo; há um Deus, com efeito, que julga na terra.



 Não gosto do mês de Setembro
Porque tenho triste recordação
De um crime que cometi
Que não merece ter perdão.

Carrego esse peso nas costas
Não suporto tanto sofrer
Queria só por um dia ter descanso
Para acabar com esse padecer

Procuro ser feliz
Tenho tudo e nada tenho
A adolescência me fez infeliz
Até hoje pagando meus pecados venho

Quando se é jovem
Não pensamos o que fazemos
Depois vem as consequências
Dos erros que cometemos

Fui uma pessoa descontrolada
Sai de casa muito cedo
Por todos fui abandonada
Mas consegui superar meus medos

Amadureci mesmo estando verde
Enfrentando a vida sem nada temer
Encontrei mais um covarde
Para aumentar meu padecer

Quando falei que grávida estava
Ele logo me abandonou
Até o dinheiro que me restava
Ele consigo levou

A luta foi muito grande
Empregada e cobradora fui ser
Até que a criança nasceu
Então fiquei sem saber o que fazer

Morar embaixo de um viaduto
Drogada e sendo violentada
Esse não era o meu futuro
Me senti abandonada

Foi aí que tive a ideia
De meu filho doar
A um médico entreguei
Prometendo nunca mais o procurar

Por isso não gosto do Setembro
Mês de dor e tristeza
Não posso tirar do calendário
Porque no ano faltaria um mês com certeza.

Meu filho querido, que eu não pude criar, 
Se um dia essa poesia ler e achar parecido com você 
Por favor entre em contato comigo
 Para diminuir meu padecer

Por toda parte lhe procurei
Ninguém pode me ajudar
A não ser Dr. Fabrício
Que tudo pode confirmar

Pergunto a Deus todos os dias
Por que continuo sofrendo
Se consegui o que queria
Nem eu mesmo entendo

Não sei porque esse sofrimento
Continua corroendo meu coração
As vezes não aguento
E procuro uma solução

Esquecer que te conheci?
Fingir que nunca você existiu?
Que por você tanto sofri
E sofri mais quando  partiu


Procuro tirar do meu pensamento
Será que fiz bem em te conhecer
De que adiantou tanto alento
Se você não quer mais me ver

Tudo isso vai passar
Só por hoje vou esquecer
Do pensamento te tirar
E acabar meu padecer.


 Louvor pela benignidade divina 
Vv. 7-11:Sl 108.1-, ao Deus que por mim tudo executa. 5
Ao mestre de canto. Segundo a melodia: Não destruas. Hino de Davi, quando fugia de Saul, na caverna

57.1 Tem misericórdia de mim, ó Deus, tem misericórdia, pois em ti a minha alma se refugia; a sombra das tuas asas me abrigo, até que passem as calamidades. 2 Clamarei ao Deus Altíssimo, ao Deus que por mim tudo executa. 3 Ele dos céus me envia o seu auxílio, e me livra; cobre de vergonha os que me ferem. ( Selá.) Envia a sua misericórdia e a sua fidelidade. 4 Acha-se a minha alma entre leões, ávidos de devorar os filhos dos homens; lanças e flechas são os seus dentes, espada afiada, a sua língua. 5 Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus; e em toda a terra esplenda a tua glória. 6 armaram rede aos meus passos, a minha alma está abatida; abriram cova diante de mim, mas  eles mesmos caíram nela. (Selá.) 7 Firme está o meu coração, ó Deus, o meu coração está firme; cantarei e entoarei louvores. 8 Desperta, ó minha alma! Despertai, lira e harpa! Quero acordar a alva. 9 Render-te-ei graças entre os povos; cantar-te-ei louvores entre as nações. 10 Pois a tua misericórdia se eleva até aos céus, e a tua fidelidade até as nuvens. 11 Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus; e em toda a terra esplenda a tua glória.




Depois de longos anos
Você conseguiu me encontrar
Parecia que era difícil
Mas você não deixou de lutar

Foi uma surpresa grande
Meu coração quase não aguentou
Parecia que estava sonhando
Quando uma mensagem me mandou

Como iria encarar
Uma absurdo que cometi
Tentaria te explicar
E falar o quanto sofri

Sozinha e abandonada
Sem ter ninguém para me ajudar
De minha família afastada
Não tinha condições de lhe criar

Encontrei um médico que prometeu
Que você iria criar
Meu coração muito doeu
Porem de você tive que me afastar

Só quem sabe o que passei
Quarenta e cinco anos sem notícias ter
Quanto pranto derramei
Por saber que morreria sem te conhecer

Acabou o pesadelo
Te encontrar Deus me presenteou
Atendeu a meu apelo
Quando você me encontrou

Hoje estamos sem comunicação
Talvez você tenha me perdoado
Contudo o remorso machuca meu coração
Por eu não ter te criado.

                                               13/09/2025





 




 Conforto na perseguição
Ao mestre de canto. Segundo a melodia: A pomba nos terebintos distantes. Hino de Davi, quando os filisteus o prenderam em Gate

56.1 Tem misericórdia de mim, ó Deus, porque o homem procura ferir-me; e me oprime pelejando todo o dia; 2 Os que me espreitam continuamente querem ferir-me: e são muitos os que atrevidamente me combatem. 3 Em me vindo o temor, hei de confiar em ti. 4 Em Deus, cuja palavra eu exalto, neste Deus  ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer um mortal? 5 Todo o dia torcem as minhas palavras; os seus pensamentos são todos contra mim para o mal. 6 Ajuntam-se, escondem-se, espionam os meus passos, como aguardando a hora de me darem cabo da vida. 7 Dá-lhes a retribuição segundo a sua iniquidade. Derruba os povos, ó Deus, na tua ira! 8 Contaste os meus passos quando sofri perseguições; recolheste as minhas lágrimas no teu odre: não estão elas inscritas no teu livro? 9 No dia em que eu te invocar, baterão em retirada os meus inimigos; bem sei isto que Deus é por mim.10 Em Deus, cuja palavra eu louvo, no SENHOR, cuja palavra eu louvo, 11 neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer o homem? 12 Os votos que fiz, eu os manterei, ó Deus; render-te-ei ações de graça. 13 Pois da morte me livraste a alma, sim, livraste da queda os meus pés, para que eu ande na presença de Deus na luz da vida.


 Que os traidores sejam destruídos
Ao mestre de canto. Para instrumento de corda. Salmo didático de Davi

55.1 Dá ouvidos, ó Deus, a minha oração; não te escondas da minha súplica. 2 Atende-me, e responde-me; sinto-me perplexo em minha queixa, e ando perturbado, 3 por causa do clamor do inimigo e da opressão do ímpio; pois sobre mim lançam calamidade, e furiosamente me hostilizam. 4 Estremece-me no peito  o coração, terrores de morte me salteiam; 5 temor e tremor me sobrevém, e o horror se apodera de mim. 6 Então disse eu: Quem me dera asas como de pomba! voaria, e acharia pouso. 7 Eis que fugiria para longe, e ficaria no deserto. ( Selá.) 8 Dar-me-ia pressa em abrigar-me do vendaval e da procela. 9 Destrói, Senhor, e confunde os seus conselhos, porque vejo violência e contenda na cidade. 10  Dia e noite giram nas suas muralhas, e, muros a dentro, campeia a perversidade e a malícia; 11 há destruição no meio dela: das suas praças não se apartam a opressão e o engano. 12 Com efeito, não é inimigo que me afronta: se fosse, eu o suportaria; nem é o que me odeia quem se exalta contra mim: pois dele eu me esconderia; 13 mas és tu, homem meu igual, meu companheiro, e meu íntimo amigo. 14 Juntos andávamos, juntos nos entretínhamos, e íamos com a multidão a casa de Deus. 15 A morte os assalte, e vivos desçam a cova! porque há maldade nas suas moradas, e no seu íntimo. 16 Eu, porém, invocarei a Deus, e o SENHOR me salvará. 17 A tarde, pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas e lamentarei; e ele ouvirá a minha voz. 18 Livra-me a alma, em paz, dos que me perseguem; pois são muitos contra mim. 19 Deus ouvirá, e lhes responderá. ele que preside desde a eternidade, ( Selá.) porque não neles mudanças nenhuma, e não tem a Deus. 20 Tal home estendeu as mão contra os que tinham paz com ele; corrompeu a sua aliança. 21 A sua boca era mais macia que a manteiga, porém no coração havia guerra, as suas palavras eram mais brandas que o azeite, contudo eram espadas desembainhadas. 22 Confia os teus cuidados ao SENHOR, e ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado. 23 Tu, porém, ó  Deus, os precipitarás a cova profunda; homens sanguinários e fraudulentos não chegarão a metade dos seus dias; eu todavia, confiarei em ti.