LER E OUVIR HISTÓRIAS FORTALECE A MENTE E O CORAÇÃO


 Proteção contra os inimigos
Ao mestre de canto. Salmo de Davi

64.1 Ouve, ó Deus, a minha voz nas minhas perplexidades; preserva-me a vida do terror do inimigo. 2 Esconde-me da conspiração dos malfeitores, e do tumulto dos que praticam a iniquidade. 3 Os quais afiam a língua como espada, e apontam, quais flechas, palavras amargas, 4 para, as ocultas, atingirem o íntegro; contra ele disparam repentinamente, e não temem. 5 Teimam no mau propósito; falam em secretamente armar ciladas; dizem: Quem nos verá? 6 Projetam iniquidade, inquirem tudo o que se pode excogitar; é um abismo o pensamento e o coração de cada um deles. 7 Mas Deus desfere contra eles uma seta; de súbito se acharão feridos. 8 Dessarte serão  levados a tropeçar; a própria língua se voltará contra eles; todos os que os vêem meneiam a cabeça. 9 E todos os homens temerão, e anunciarão o que ele faz. 10 O justo se alegra no SENHOR, e nele confia; os de reto coração todos se gloriam.

Buscando a Deus
Salmo de Davi, quando no deserto de Judá

63.1 Ó Deus, tu és o meu Deus forte, eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de tu; meu corpo te almeja, numa terra árida, exausta, sem água. 2 Assim eu te contemplo no santuário, para ver a tua força e a tua glória.3 Porque atua graça é melhor do que a vida; os meus lábios te louvam. 4 Assim cumpre-me bendizer-te enquanto eu viver; em teu nome levanto as mãos. 5 como de banha e de gordura farta-se a minha alma; e, com júbilo nos lábios, a minha boca te louva, 6 no meu leito, quando de ti me recordo, e em ti medito, durante a vigília da noite. 7 Porque tu me tens sido auxílio; a sombra das tuas asas eu canto jubiloso. 8 a minha alma apega-se a ti? a tua destra me ampara. 9 Porém, os que me procuram a vida para a destruir, abismar-se-ão nas profundezas da terra. 10 Serão entregues ao poder da espada, e virão a ser pasto dos chacais. 11 O rei, porem, se alegra em Deus; quem por ele jura gloriar-se-á, pois se tapará a boca dos que proferem mentira.


 Exortação a confiança
Ao mestre de canto. Segundo a meio-dia de Jedutum. de Davi

62.1 Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa: dele vem a minha salvação. 2 Só ele é aminha rocha e a minha salvação, o meu alto refúgio: não serei muito abalado. 3 Até quando acometereis vós a um homem, todos vós para o derrubardes, como se fosse uma parede pendida, ou um muro prestes a cair? 4 Só pensam em derrubá-lo da sua dignidade; na mentira se comprazem: de boca bendizem, porém  no interior maldizem. (Selá.) 5 Somente em Deus, ó  minha alma, espera silenciosa, porque dele vem a minha esperança. 6 Só  ele é a minha rocha e a minha salvação, o meu alto refúgio: não serei jamais abalado. 7 De Deus depende a minha salvação e a minha glória: estão em Deus a minha forte rocha estão em Deus a minha forte rocha e o meu refúgio. 8 confiai nele, ó povo, em todo tempo; derramai perante ele o vosso coração: Deus é nosso refúgio. (Selá.) 9 Somente vaidade são os homens plebeus; falsidade, os de fina estirpe; pesados em balança, eles juntos são mais leves que a vaidade. 10 Não confieis naquilo que extorquis, nem vos vanglorieis na rapina; se as vossa riquezas prosperam não ponhais nelas o coração. 11 Uma vez falou Deus, duas vezes ouvi isto: Que o poder pertence a Deus 12 e a ti, SENHOR, pertence a graça: pois a cada um retribuis segundo as suas obras.


Oração pelo rei
Ao mestre de canto. Com instrumento de corda. De Davi

61.1 Ouve, ó Deus, a minha súplica; atende aminha oração. 2 Desde os confins da terra clamo por ti, no abatimento do meu coração. Leva-me para a rocha que é alta demais para mim; 3 pois tu me tens sido refúgio e torre forte contra o inimigo. 4 Assista eu no teu tabernáculo, para sempre; no esconderijo das tuas asas eu me abrigo. (Selá.) 5 Pois ouviste, ó Deus, os meus votos, e me deste a herança dos que temem o teu nome. 6 Dias sobre dias acrescenta ao rei; duram os os seus anos gerações apos gerações. 7 permaneça para sempre diante de Deus; concede-lhe que a bondade e a fidelidade o preservem. 8 Assim salmodiarei ao teu nome para sempre, para cumprir, dia apos dia, os meu votos.


 Oração em tempos de guerra
Vv.5-12: Sl 108.6-13
Ao mestre de canto. Segundo a melodia: Os lírios do testemunho. Hino de Davi para ensinar. Quando lutou contra os sírios da Mesopotâmia e os sírios de Zobá, e quando Joabe, regressando, derrotou de Edom doze mil homens, no Vale do Sal

60.1 Ó Deus, tu nos rejeitaste, e nos dispersaste; tens estado indignado; oh! restabelece-nos. 2 Abalaste a terra, fendeste-a; repara-lhe as brechas, pois ela ameaça ruir. 3 Fizeste o teu povo experimentar reveses, e nos deste a beber vinho que atordoa. 4 Deste um estandarte aos que te temem, para fugirem de diante do arco. (Selá.) 5 Para que os teus amados sejam livres, salva com a tua destra, e responde-nos. 6 Falou Deus na sua santidade: Exultarei: dividirei Siquém, e medirei o vale de Sucote. 7 Meu é Gileade, meu é Manassés; Efraim é a defesa de minha cabeça; Judá  é o meu cetro. 8 Moabe, porém, é a minha bacia de lavar; sobre Edom atirarei a minha sandália; sobre a Filístia jubilarei. 9 Quem me conduzirá a cidade fortificada? Quem me guiará até Edom? 10 Não nos rejeitaste, ó Deus? Tu não sais, o Deus, com os nossos exércitos! 11 Presta-nos auxílio na angústia, pois vão é socorro do homem. 12 Em Deus faremos proezas, porque ele mesmo calca aos pés os nossos adversários.

 

Meu filho nasceu
Esta data sempre lembro
Porque saiu de dentro de mim
No dia 16 de setembro
 
Foi sua primeira casa
Onde recebeu a primeira refeição
Através do cordão umbilical
Que o alimentei de coração
 
Comecei a amá-lo
No dia que soube da gravidez
Porém seu pai ingrato
O mesmo não fez
 
Começou a me bater
Para ver se eu abortava
Mas como sabia me defender
Com minhas mãos o preservava
 
Abandona na cidade grande
Não sabia o que fazer
Abortar não queria
Preferia morrer
 
Impossibilitada de criar
A um médico entreguei
Seu crescimento não pude acompanhar
Por isso nunca me perdoei
 
Hoje já homem feito
Quarenta e sete anos completou
Graças a Deus que o conheci
Presente que Deus me enviou
 
Depois foi embora
E um ano se passou
Só ficou na memória
O tempo que comigo ficou
 
Seu amor é diferente do meu
Porque não estiveste ao meu lado
Como fiquei nove meses contigo
Não te esqueço filho amado
 
Parabéns filho querido
Te amo de coração
Rogo a Deus todos os dias
Que me concedas o teu perdão;
 
Tua mãe biológica: Inajá Nunes
 
                  16/09/2025

 


 Súplica em prol de libertação
Ao mestre de canto. Segundo a meio-dia: Não destruas. Hino de Davi, quando Saul mandou que lhe sitiassem a casa, para matar

59.1 Livra-me, Deus meu, dos meus inimigos; põe-me acima do alcance dos meus adversários. Livra-me dos que praticam a iniquidade, e salva-me dos homens sanguinários, 3 pois que armam ciladas aminha alma; contra mim se reúnem os fortes, sem transgressão minha, ó SENHOR, ou pecado meu. 4 Sem culpa minha, eles se apressam e investe; desperta,  vem ao meu encontro, e vê. 5 Tu, SENHOR Deus dos Exércitos, é o Deus de Israel; desperta, pois, e vem de encontro a todas as nações: não te compadeças de nenhum dos que traiçoeiramente praticam a iniquidade. (Selá.) 6 Ao anoitecer, uivam como cães, a volta da cidade. 7 Alardeiam de boca; em seus lábios há espadas. Pois dizem eles, quem na que nos escute? 8 Mas tu, SENHOR, te rirás deles: zombarás de todas as nações. 9 Em ti, Força minha, esperarei;  pois Deus é meu alto refúgio. 10 Meu Deus virá ao meu encontro com a sua benignidade, Deus me fará ver o meu desejo sobre os meus inimigos. 11 Não os mates, para que o meu povo não se esqueça; dispersa-os pelo teu poder, e abate-os, ó SENHOR, escudo nosso. 12 Pelo pecado de sua boca, pelas palavras dos seus lábios, na sua própria soberba sejam enredados, e pela abominação e mentiras que proferem. 13 Consome-os com indignação, consome-os, de sorte que jamais existam, e se saiba que reina Deus em Jacó até aos confins da terra. (Selá;) 14 Ao anoitecer uivam como cães, a volta da cidade. 15 Vagueiam a procura de comida, e, se não se fartam, então rosnam. 16 Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã louvarei com alegria a tua misericórdia; pois tu me tens sido alto refúgio e proteção no dia daminha angústia. 17 A ti, força minha, cantarei louvores, porque Deus é meu alto refúgio, é o Deus da minha misericórdia.


 A sorte dos ímpios
Ao mestre de canto. Segundo a meio-dia: Não destruas. Hino de Davi

58.1 Falais verdadeiramente justiça, ó juízes? Julgais com retidão os filhos dos homens? 2 Longe disso: antes, no íntimo engendrais iniquidades, e distribuís na terra a violência de vossas mãos. 3 Deviam-se os ímpios desde a sua concepção; nascem e já se desencaminham, proferindo mentiras, 4 Tem peçonha semelhante a peçonha da serpente; são como a víbora surda, que tapa os ouvidos, 5 para não ouvir a voz dos encantadores, do mais fascinante em encantadores, do mais fascinante em encantamentos, 6 Ó Deus, quebra-lhes os dentes na boca; arranca, SENHOR, os queixais aos leõezinhos. 7 Desapareçam como águas que se escoam; ao dispararem flechas, fiquem elas embotadas. 8 Sejam como a lesma que passa diluindo-se, como o aborto de mulher, não vejam nunca o sol. 9 Como espinheiros,  antes que vossas panelas sintam deles o calor, tanto os verdes como os que estão em brasa, serão arrebatados como por um remoinho. 10 Alegrar-se-á o justo quando vir a vingança; banhará os pés no sangue do ímpio. 11 Então se dirá: Na verdade há recompensa para o justo; há um Deus, com efeito, que julga na terra.



 Não gosto do mês de Setembro
Porque tenho triste recordação
De um crime que cometi
Que não merece ter perdão.

Carrego esse peso nas costas
Não suporto tanto sofrer
Queria só por um dia ter descanso
Para acabar com esse padecer

Procuro ser feliz
Tenho tudo e nada tenho
A adolescência me fez infeliz
Até hoje pagando meus pecados venho

Quando se é jovem
Não pensamos o que fazemos
Depois vem as consequências
Dos erros que cometemos

Fui uma pessoa descontrolada
Sai de casa muito cedo
Por todos fui abandonada
Mas consegui superar meus medos

Amadureci mesmo estando verde
Enfrentando a vida sem nada temer
Encontrei mais um covarde
Para aumentar meu padecer

Quando falei que grávida estava
Ele logo me abandonou
Até o dinheiro que me restava
Ele consigo levou

A luta foi muito grande
Empregada e cobradora fui ser
Até que a criança nasceu
Então fiquei sem saber o que fazer

Morar embaixo de um viaduto
Drogada e sendo violentada
Esse não era o meu futuro
Me senti abandonada

Foi aí que tive a ideia
De meu filho doar
A um médico entreguei
Prometendo nunca mais o procurar

Por isso não gosto do Setembro
Mês de dor e tristeza
Não posso tirar do calendário
Porque no ano faltaria um mês com certeza.

Meu filho querido, que eu não pude criar, 
Se um dia essa poesia ler e achar parecido com você 
Por favor entre em contato comigo
 Para diminuir meu padecer

Por toda parte lhe procurei
Ninguém pode me ajudar
A não ser Dr. Fabrício
Que tudo pode confirmar

Pergunto a Deus todos os dias
Por que continuo sofrendo
Se consegui o que queria
Nem eu mesmo entendo

Não sei porque esse sofrimento
Continua corroendo meu coração
As vezes não aguento
E procuro uma solução

Esquecer que te conheci?
Fingir que nunca você existiu?
Que por você tanto sofri
E sofri mais quando  partiu


Procuro tirar do meu pensamento
Será que fiz bem em te conhecer
De que adiantou tanto alento
Se você não quer mais me ver

Tudo isso vai passar
Só por hoje vou esquecer
Do pensamento te tirar
E acabar meu padecer.