LER E OUVIR HISTÓRIAS FORTALECE A MENTE E O CORAÇÃO

 

A visão de Daniel no rio Tigre

10.1 No terceiro ano de Ciro, rei da Pérsia, foi revelada uma palavra a Daniel, cujo nome se chama Beltessazar; a palavra era verdadeira, e envolvia grande conflito; ele entendeu a palavra, e teve a inteligência da visão. 2 Naqueles dias eu, Daniel, pranteei durante três semanas. 3 Manjar desejável não comi, nem carne nem vinho entraram na minha boca, nem me untei com óleo algum, até que passaram as três semanas inteiras. 4 No dia vinte e quatro do primeiro mês, estando eu a borda do grande rio Tigre, 5 levantei os olhos, e olhei, e eis um homem vestido de linho, cujos ombros estavam cingidos de ouro puro de Ufaz; 6 o  seu corpo era como o berilo, o seu rosto como um relâmpago, os seus olhos como tochas de fogo, os seus braços e os seu pés brilham com bronze polido, e a voz das suas palavras como o estrondo de muita gente. 7 Só eu, Daniel, tive aquela visão; os homens que estavam comigo nada viram, não obstante, caiu sobre eles grande temor, e fugiram a se esconderam. 8 Fiquei, pois, eu só, e contemplei esta grande visão, e não restou força em mim; o meu rosto mudou de cor e se desfigurou, e não retive força alguma. 9 Contudo, ouvi a voz das suas palavras; e, ouvindo-a, caí sem sentido, rosto em terra.

Daniel é consolado

10 Ei que certa mão me tocou, sacudiu-me e me pôs sobre os meus joelhos e as palmas das minhas mãos. 11 ele me disse: Daniel, homem muito amado, está atento as palavras que te ou dizer, e levanta-te sobre os pés; porque eis que te sou enviado. Ao falar ele comigo esta palavra, eu me pus em pé temendo. 12  Então me disse: Não temas, Daniel, porque desde o primeiro dia, em que aplicaste o coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, foram ouvidas as tuas palavras; e por causa das tuas palavras é que eu vim. 13 Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu por vinte e um dias; porém Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu obtive vitória sobre os reis da Pérsia. 14 Agora vim para fazer-te entender o que há de suceder ao teu povo nos últimos dias; porque a visão se refere a dias ainda distantes. 15 ao falar ele comigo estas palavras, dirigi o olhar para a terra, e calei. 16 E eis que uma como semelhança dos filhos dos homens me tocou os lábios; então passei a falar, e disse aquele que estava diante de mim: Meu senhor, por causa da visão me sobrevieram dores, e não me ficou força alguma. 17 como, pois, pode o servo do meu senhor falar com o meu senhor? porque, quanto a mim, não me resta já força alguma, nem folego ficou em mim. 18 Então me tornou a tocar aquele semelhante a um homem, e me fortaleceu;19 e disse: Não temas, homem muito amado, paz seja contigo; sê forte, sê forte. Ao falar ele comigo, fiquei fortalecido, e disse: Fala, meu senhor, pois me fortaleceste. 20 E ele disse: Sabes por que eu vim a ti? Eu tornarei a pelejar contra o príncipe dos persa; e, saindo eu, eis que virá o príncipe da Grécia. 21 Mas eu te declarei o que está expresso na escritura da verdade; e ninguém há que esteja ao meu lado contra aqueles, a não  ser Miguel; vosso príncipe.

 

    CONTINUAÇÃO 2

A profecia das setenta semanas

9.20 Falava eu ainda, e orava, e confessava o meu pecado e o pecado do meu povo Israel, e lançava a minha súplica perante a face do SENHOR, meu Deus, pelo monte santo do meu Deus. 21 Falava eu, digo, falava ainda na oração, quando o homem Gabriel, que eu tinha pre; e em senciado na minha visão ao princípio, veio rapidamente, voando, e me tocou a hora do sacrifício da tarde. 22 Ele queria instruir-me, falou comigo, e disse: Daniel, agora sai para fazer-te entender o sentido. 23  No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado; considera, pois, a cousa, e entende a visão. 24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade para fazer cessar e transgressão, para  dar fim aos pecados, para expiar a iniquidade, para trazer a justiça eterna, para selar a visão e a profecia, e para ungir o Santo dos Santos. 25 Sabe, e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas; e em sessenta e duas semanas as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos. 26 Depois das sessenta e duas semanas será morto o Ungido, e já não estará; e o povo de um príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas. 27 Ele fará firme aliança com muitos por uma semana; na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele.

 CONTINUAÇÃO1

9.12 Ele confirmou a sua palavra, que falou contra nós, e contra os nossos juízes que nos julgavam, e fez vir sobre nós grande mal; porquanto nunca debaixo de  todos o ceu aconteceu o que se deu em Jerusalém. 13 Como está escrito na lei de Moisés, todo este mal nos sobreveio; apesar disso, não temos implorado o favor do SENHOR nosso Deus, para nos convertermos das nossas iniquidades, e nos aplicarmos a tua verdade. 14 Por isso, o SENHOR cuidou em trazer sobre nós o mal, e o fez ir sobre nós; pois justo é o SENHOR, nosso Deus, em todas as suas obras, que fez, pois não obedecemos a sua voz. 15 Na verdade, ó Senhor, nosso Deus, que tiraste o teu povo da terra do Egito com mão poderosa, e a ti mesmo adquiriste renome, como hoje se vê; temos pecado e procedido perversamente. 16 Ó Senhor, segundo todas as tuas justiças, aparte-se a tua ira e o teu furor da tua cidade de Jerusalém, do teu santo monte; porquanto por causa dos nossos pecados, e por causa das iniquidades de nossos pais, se tornaram Jerusalém e o teu povo opróbrio para todos os que estão em redor de nós.17 Agora, pois ó Deus nosso, oue a oração do teu servo, e as suas súplicas,  e sobre o teu santuário assolado faze resplandecer o teu rosto, por amor do Senhor. 18 Inclina, ó Deus meu, os teus ouvidos, e ouve; abre os teus olhos, e olha para a nossa desolação, e para a cidade que é chamada pelo teu nome, porque não lançamos as nossa súplicas perante a tua face fiados em nossas justiças, mas em tuas muitas misericórdias. 19 Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó   Senhor, atende-nos e age; não te retardes, por amor de ti mesmo, ó Deus meu; porque a tua cidade    e o teu povo são chamados pelo teu nome.

CONTINUA....


 Hoje foi um dia triste. Muita chuva e eu resolvi dormir até mais tarde já que estou de férias. Carlos foi trabalhar e no lugar de voltar amanhã vai ter que tirar um extra e só estará em casa segunda-feira. Devido a violência não costumo mais sair, prefiro fazer meus crochês, alimentar meus gatos de rua que são oito fora um que adotei que se chama Douglas e minha Nininha castrada que são meu divertimento. Penso em passar dois dias com minha irmã em Recife, mas infelizmente não posso porque ela dorme meio de minhas pernas e quando saiu para algum lugar ela fica me procurando, também somos só nos dois e Alexa que me dá notícias do mundo inteiro. Estou acostumada com minha solidão, não suporto ir para casa de ninguém e também fico agoniada quando chega alguém na minha casa. Bom dia, boa tarde tudo bem, mas quando entra e não quer sair mais isso me deixa agitada, por isso prefiro sempre ficar quieta dentro de minha casa. Quando estou me sentindo muito presa vou até a parada de ônibus que fica em frente a minha casa e dou um rolê na cidade, não pago passagem, passo duas horas e meia fazendo o circular dentro do ônibus e onde entro na parada desço porque o terminal e perto de minha casa. Poderia ir de carro, mas gasolina está muito caro e eu não pago passagem... Amanhã talvez se não estiver esse dilúvio que está acontecendo aqui em João Pessoa, poderei até ir, mas se chover: Meia, calça cumprida, camisa manga longa, toquinha na cabeça, deitar no sofá e assistir Netflix até umas horas, e por falar em Netflix assistam NÃO SE MEXA suspense, muito bom.

 

A oração de Daniel pelo povo

9.1 No primeiro ano de Dario, filho de Assuero, da linhagem dos medos, o qual foi constituído rei sobre o reino dos caldeus, 2 no primeiro ano do seu reinado, eu Daniel, entendi, pelos livros, que o número de anos, de que falara o SENHOR ao profeta jeremias, em que haviam de durar as assolações de Jerusalém, era de setenta anos. 3 Voltei o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, pano de saco e cinza. 4 Orei ao SENHOR meu Deus, confessei, e disse: Ah! Senhor! Deus grande e temível, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos; 5 temos pecado e cometido iniquidades, procedemos perversamente, e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e  dos teus juízos; 6 e e não demos ouvidos aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, nossos príncipes, e nossos pais, como também a todo o povo da terra. 7 A ti, ó Senhor, pertence a justiça mas a nós o corar de vergonha, como hoje se vê; a nós, os homens de Judá, os moradores de Jerusalém, todo o Israel, quer os de perto, quer os de longe, em todas as terras por onde os tens lançado, por causa das suas transgressões que cometeram contra ti. 8 Ó SENHOR, a nós pertence o corar de vergonha, aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, porque temos pecado contra ti. 9 Ao Senhor, nosso Deus, pertence a misericórdia, e o perdão; pois nos temos rebelado contra ele, 10 e não obedecemos a voz do SENHOR, nosso Deus, para andarmos nas suas leis, que nos deu por intermédio de seus servos, os profetas. 11 Sim, todo o Israel transgrediu a tua lei, desviando-se, para não obedecer a tua voz; por isso a maldição e mprecações que estão escritas na lei de Moisés, servo de Deus, se derramaram sobre nós; porque temos pecado contra ele. 
CONTINUA...

Quando eu era jovem e bonita
Com meus cabelos alongados
Chamava atenção por onde passava
E era bastante cobiçada

Aproveitei muito minha juventude
Viajei, trabalhei e namorei
Sabia que tudo era passageiro
Por isso por esse tempo corria

Passei a infância passeando nos sítios
Acompanhada com uma irmã e uma prima
Mas também tinha dois adolescentes
Que iam primeiro que a gente

Tempo bom que não volta mais
Hoje nada disso podemos fazer 
Estupros, mortes e drogas
É o que os adolescentes quer

Não se existe mais respeito
Cada filho dentro do seu quarto
O almoço ninguém senta mais na mesa
Todo mundo está isolado

O diálogo nem se fala
Estão sempre no jogo e não escuta
Quando os pais questionam alguma coisa
Chega seu rosto muda

Ninguém controla mais seus filhos
A benção que era uma coisa sagrada
Agora isso não existe mais
Isso que me deixa mais arretada

Eu ainda sou do tempo antigo
Aquela que está sempre a benção exigir
Eles ficam encabulados
Quando eu chego tratam de fugir

Esse é o mundo moderno
Mundo da globalização
Mais Jesus está já voltando
Para resolver logo essa situação.

OBS: Essa é uma espécie de poesia que não há rima, são falas expressadas em verso para não ser feito eu texto.




Pergunto a Deus porque ainda vivo
Se tudo que quis já conquistei
Então procurei um motivo
E logo o encontrei

Minha missão não está terminada
Tenho meu neto para preparar para vida
Quero vê-lo usando farda
Antes da minha partida

Meio caminho já está andado
Agora só falta a confirmação
De ver me neto fardado
Será pra mim grande emoção

Falta pouco tempo para essa agonia passar
Peço a Deus que seja feito a sua vontade
De meu neto a escola policial ingressar
E ser igual ao seu avô um policial de verdade.

                27/07/26

 

 Continuação:

8.14 Eles me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado. 15 Havendo eu, Daniel, tido a vidão, procurei entendê-la, e eis que se me apresentou diante uma  como aparência de homem. 16 E ouvi uma voz de homem de entre as margens do Ulai, a qual gritou e disse: Gabriel, dá a entender a este a visão. 17 Veio, pois, para  perto donde eu estava; ao chegar ele, fiquei amedrontado, e prostrei-me com o rosto em terra; mas ele me disse: Entende, filho do homem, pois esta visão  se refere ao tempo do fim. 18 Falava ele comigo quando caí sem sentido, rosto em terra; ele, porém, me tocou e me pôs em pé no lugar onde eu achava; 19 e disse: Eis que te farei saber o que há de acontecer no último  tempo da ira; porque esta visão se refere ao tempo determinado do fim. 20 Aquele carneiro que viste com dois chifres são os da Média e da Pérsia; 21 mas o bode peludo é o rei da Grécia; o chifre grande entre os olhos é o primeiro rei; 22 o ter sido quebrado, levantando-se quatro em lugar dele, significa que quatro reinos se levantarão deste povo, mas não com força igual a que ele tinha. 23 Mas, no fim do seu reinado, quando os prevaricadores acabarem, levantar-se-á um rei de feroz catadura e entendido de intrigas. 24 Grande é o seu poder, mas não por sua própria força; causará estupendas destruições, prosperará e fará o que lhe aprouver; destruirá os poderosos e o povo santo. 25 por sua astúcia nos seus empreendimentos fará prosperar o engano, no seu coração se engrandecerá, e destruirá a muitos que vivem despreocupadamente; levantar-se-á contra o Príncipe dos príncipes, mas será quebrado sem esforço de mãos humanas.26 A visão da tarde e da manhã, que foi dita, é verdadeira; tu, porém, preserva a visão, porque se refere a dias ainda mui distantes. 27 Eu, Daniel, enfraqueci, e estive enfermo alguns dias; então me levantei e tratei dos negócios do rei. Espantava-me com a visão, e não havia quem a entendesse.

 
 A  visão sobre em carneiro e um bode
 
8.1 No ano terceiro do reinado do rei Belsazar eu Daniel, tive uma visão depois daquela que eu tivera a principio. 2 Quando a visão me veio, pareceu-me estar eu na cidadela de Susã, que é província de Elão, e vi que estava junto ao rio Ulai. 3 Então levantei os olhos, e vi, e eis que um carneiro estava diante do rio, o qual tinha dois chifres, e os dois chifres eram altos mas um mais alto do que o outro; e mais alto subiu por último. 4 Vi que o carneiro dava marradas para o ocidente, e para o norte e para o sul; e nenhum dos dos animais lhe podia resistir, nem havia quem pudesse livrar-se do seu poder; ele, porém, fazia segundo a sua vontade, e assim se engradecia.5 Estando eu observando, eis que um bode vinha do ocidente sobre toda a terra, mas sem tocar no chão; este bode tinha um chifre notável entre os olhos; 6 dirigiu-se ao carneiro que tinha os dois chifres, ao qual eu tinha visto diante do rio; e ocorreu contra ele com todo o seu furioso poder. 7 Vi-o chegar perto do carneiro, e, enfurecido contra ele, o feriu e lhe quebrou os dois chifres, pois não havia força no carneiro para lhe resistir; mas o bode o lançou por terra e o pisou aos pês, e não houve quem pudesse livrar o carneio do poder dele. 8 O bode se engrandeceu sobremaneira;; e na sua força quebrou-se-lhe o grande chifre, e em seu lugar saíram quatro chifres notáveis, para os quatro ventos do céu. 9 De um dos chifres saiu um chifre pequeno, e se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa. 10 Cresceu até atingir o exército dos céus; a alguns do exército e das estrelas lançou por terra e os pisou. 11 Sim, engrandeceu-se até ao príncipe do exército; dele tirou o sacrifício costumado e o lugar do seu santuário costumado e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo. 12 O exército lhe foi entregue, com o sacrifício costumado, por causa das transgressões; e deitou por terra a verdade; e o que fez prosperou. 13 Depois ouvi um santo que falava: Até quando durará a visão na qual era entregue o santuário e o exército, a fim de serem pisados?

Continua....


 

CONTINUAÇÃO

7.16 Cheguei-me a um dos que estavam perto, e lhe pedi a verdade acerca de tudo isto. Assim ele me disse, e me fez sabe a interpretação das cousas. 17 Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis, que se levantarão da terra. 18 Mas os santos do Altíssimo receberão o reino, e o possuirão para todo o sempre, de eternidade em eternidade. 19 Então tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros, muito terrível, cujos dentes eram de ferro, e cujas unhas eram de bronze; que devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobejava; 20 e também dos dez chifres que tinha na cabeça, e do outro que subiu, de diante do qual caíram três, daquele chifre que  tinha olhos, e uma boca que falava com insolência, e parecia mais robusto do que os seus companheiros. 21 Eu olhava e eis que este chifre fazia guerra contra os santos, e prevalecia contra eles, 22 até que veio o Ancião de dias, e fez justiça aos santos do Altíssimo; e veio o tempo em que os santos possuíram o reino. 23 Então ele disse: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a posará aos pés, e a fará em pedaços. 24 Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo reino; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. 25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade dum tempo. 26 Mas depois se assentará o tribunal para lhe tirar o domínio, para o destruir e consumir até ao fim. 27 O reino e o domínio,  e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu, serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão. 28 Aqui terminou o assunto. Quanto a mim, Daniel, os meus pensamentos  muito me perturbaram,  e o meu rosto  se empalideceu; mas guardei estas cousas no coração.




 

O sonho sobre os quatro animais


7.1 No primeiro ano de Belsazar, rei de Babilônia, teve Daniel um sonho, e visões ante seus olhos, quando estava no seu leito; escreveu logo o sonho e relatou a suma de todas as cousas. 2 Falou Daniel, e disse: Eu  estava olhando, durante a minha visão da noite, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o Grande Mar. 3 Quatro animais, grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar. 4 O primeiro era como leão, e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, foi levantado  da terra, e posto em dois pés como homem; e lhe foi dada mente de homem. 5 Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou sobre um dos seus lados; na boca, entre os dentes, trazia três costelas; e lhe diziam: Levanta-te, devora muita carne. 6 Depois disto, continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha nas costas quatro asas de ave; tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio. Depois disto, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal,  terrível, espantoso e sobremodo forte, o qual tinha grandes dentes de ferro;  ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o  que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres.  8 Estando eu a observar os chifres, eis que entre eles subiu utro pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres, foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava com insolência. 9 Continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e o Ancião de dias se assentou; sua veste era branca como a neve, e os cabelos da cabeça como a pura lã; o seu trono era chamas de fogo, cujas rodas eram fogo ardente. 10 Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríade de miríades o serviam, e miríade de miríade estavam diante dele; assentou-se o tribunal, e se abriram os livros. 11 Então estive olhando, por causa da voz das insolentes palavras que o chifre proferia; estive olhando e  vi  que o animal foi morto, e o seu corpo desfeito e entregue  para se queimado pelo fogo. 12 Quanto aos outros animais, foi-lhes tirado o domínio; todavia foi-lhes dada prolongação de vida por um prazo e um tempo. 13 Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o filho do homem, e dirigiu-se ao Ancião de dias, e o fizeram chegar até ele. 14 Foi-lhe dado domínio e glória, e o reino, para que os povos, nações  e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno que não passará, e o seu reino jamais será destruído.15 Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi alarmado dentro em mim, e as visões da minha cabeça me perturbaram.

CONTINUA.....



 Existia uma família bem estruturada onde a matriarca era endeusada por seus filhos. Os anos foram se passando e aquela mulher aos poucos foi mudando de tal forma que ficou irreconhecível a sua personalidade, a única pessoa que sabia quem era ela, era justamente sua amiga íntima que vivia no mundo e contava suas aventuras. Ela gostava de saber nos mínimos detalhes e ali sonhava fazer a mesma coisa, porém não podia porque sua capa tinha que cobrir seus desejos. No leito de morte do marido ela já tramava seu futuro o qual muito almejava, e o danado do marido não morria, até que um dia se foi. Ela agora estava feliz para fazer tudo aquilo que sua amiga fazia. Deu o primeiro passo que foi um fracasso, encontrou um rapaz com idade de seu filho caçula. Foi um caus. Seus filhos que a endeusava não aceitou e daí começou o reboliço na família, aconteceram tantas coisas que ela ficou só. Passado alguns dias ela acabou, porque o cara era um gigolô, fora ela tinha mais quatro, daí foi tudo de água abaixo, agora começou o zum zum zum e aquela Madre Tereza de Calcutá já não existia mais, estava totalmente desacreditada. Mais não ficou por aí ela saiu em busca de outro desta vez um homem maduro. Meu Deus! Esta viúva estava mesmo desesperada atrás de um homem, porque não havia necessidade, ela já tinha 70 mais, deveria agora aproveitar seus netos, viajar, conhecer países, e viver. Agora o homem falou que só iria morar com ela casando, ele tinha olho gordo no que ela possuía e assim fizeram. Casaram e ela foi morar com ele. Um desastre. Na sua casa ela não tirava um prato da mesa, não varria uma casa era simplesmente uma madame. Depois de casada, ele falou que não quer ninguém dentro da casa dele. Ela agora acorda pela manhã e a mesa tem que está pronta de tudo, achando pouco ainda manda ela o servir. Daí chegou a vez de lavar roupa mesmo com a máquina de lavar ele quer que suas camisas e cueca (com freio de bicicleta) sejam lavadas a mão porque deforma e as camisas podem ficarem desbotadas. O banheiro tem que ser lavado todos os dias e quanto aos papéis que ficam no cestinho deve ser retirado três vezes ao dia. A tarde como era de costume ela tirar seu coxinilho, não pode mais porque ele sempre inventa algo. Já cansada, levando até gritos, ela pensou em se divorciar, porque não aguentava mais, contudo venha a fazer irá ser outro fracasso. O homem sabe que ela não tem o apoio de ninguém e ela envergonhada não fala nada a não ser pra essa amiga e pede segredo. Coitada tá sofrendo o pão que o diabo amassou, a lua de mel só durou 15 dias depois chegou fel. E o tempo está passando ela muito deprimida, ele fazendo de tudo pra ela bater as botas e ficar com sua aposentadoria gorda, porém ela tem uma genética muito boa vai aguentando. Já faz seis meses de casada, e ela não tem visita de filhos, nem netos e o marido só maltratando porque sabe que ela é só. "Eu nem tenho pena porque ela é uma pessoa muito arrogante, gosta de pisar as pessoas, humilhar etc," foram essas palavras que a amiga falou pra mim que me conta tudo. Respondi pra ela: Pois é, a hora da colheita chegou, se ela aguentar mais uns seis meses tudo bem caso contrário irá para o buraco e ele encontrar outra otária para fazer o mesmo.

OBS: Essa é uma obra de ficção qualquer semelhança será mera coindência.

 

CONTINUAÇÃO

6.15 Então aqueles homens foram juntos ao rei, e lhe disseram: Sabe, ó rei, que é lei dos medos e dos persas que nenhum interdito ou decreto, que o sancione, se pode mudar. 16 Então o rei ordenou que trouxessem a Daniel, e o lançassem na cova dos leões. Disse o rei a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente  seres que ele te livre. 17 Foi  trazida uma pedra e posta sobre a boca da cova; selou-a o r ei com o seu próprio anel, e com o dos seus grandes, para que nada se mudasse a respeito de Daniel. 18 Então o rei se dirigiu para o seu palácio, passou a noite em jejum, e não deixou trazer a sua presença instrumentos de música; e fugou dele o sono. 19 Pela manhã, ao romper do dia, levantou-se o rei e foi com pressa a cova dos leões. 20 Chegando-se ele a cova, chamou por Daniel: Daniel, servo do Deus vivo, dar-se -ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões? 21 Então Daniel  falou ao rei: ó rei, vive para sempre! 22 O meu Deus enviou o seu anjo, e fechou a boca aos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; também contra ti, ó rei, não cometi delito algum. 23 Então o rei se alegrou sobremaneira e mandou tirar a Daniel da cova; assim foi tirado Daniel da cova, e nenhum dano se achou nele, porque crera no seu Deus. 24 Ordenou o rei, e foram trazidos aquele homens que tinham acusado a Daniel, e foram lançados na cova dos leões, eles, seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova e já os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam todos os ossos. 25 Então o rei Dario escreveu aos povos, nações e homens de todas as línguas, que habitam em toda a terra; Paz os seja multiplicada! 26 Faço um decreto, pelo qual em todo o domínio do meu reino os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel; porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre; o seu reino não será destruído, e o seu domínio não terá fim. 27 Ele livra e salva, e faz sinais e maravilhas no céu e na terra; foi ele quem livrou Daniel do poder dos leões, 28 Daniel, pois, prosperou no reinado de Dario, e no reinado de Ciro, o persa.



 Era já tarde, quando Carlos me perguntou o  que iríamos jantar e eu que não costumo fazer janta só vez por outra falei: que tal comeu aquela comida chinesa? Ele respondeu tudo bem, então  vamos. Eu como estou me sentindo estranha, mas não quero contar a ele, disse que preferia pedir e quando estivesse pronta iríamos buscar. Depois dessa COVID eu mudei muito, não vou mais a praia, nem restaurante a noite, quero sempre ficar dentro de casa onde me acho segura.  Liguei para o rapaz que falou dentro de 20 minutos estaria pronta. Daí como estava chovendo não quis ir no meu porque quando chegasse iria secá-lo, Carlos fala que ele é de açúcar, mas nem ligo. Fomos no dele. Eu não conheço carro algum tive que marcar o meu com frase no vidro de trás  porque por duas vezes estava tentando entra no carro de outra pessoa. Voltando ao assunto. Quando chegamos lá peguei a comida e  voltei para o carro. Chovia bastante e não tinha um toldo que eu ficasse embaixo enquanto Carlos abrisse a porta. Saí dando meus pulinhos e tentei abri a porta, ela estava travada, bati no vidro e nada. Voltei para frente do restaurante e dei sinal pra ele abri a porta. Ele deu um piscar de luz e fui. Não é que eu estava tentando entrar num carro que parecia com o dele!!!!  Comecei a reclamar, você travou a porta e eu fiquei batendo e nada. Foi aí que caímos na gargalhada. Ele falou: Tu trocasse o carro Inajá, estava tentando abrir o outro. Meu Deus, estou gagá acho que vou  morrer sem saber o nome de nenhum automóvel só o meu que ainda falo pela metade. 

 

Daniel na cova dos leões


6.1 Pareceu bem o  Dario constituir sobre o reino a cento e vinte sátrapas, que estivessem por todo o reino; 2 e sobre eles três presidentes, dos quais Daniel era um, aos quais estes sátrapas dessem contra, para que o rei não sofresse dano. 3 Então o mesmo Daniel se destingiu destes presidentes e sátrapas, porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava em estabelecê-lo sobre todo o reino.4 Então os presidentes os sátrapas procuraram ocasião para acusar a Daniel a respeito do reino; mas não puderam achá-la, nem culpa alguma; porque ele era fiel, e  não se achava nele nenhum erro nem culpa. 5 Disseram pois, estes homens: Nunca acharemos ocasião alguma para acusar a este Daniel, se não a procurarmos contra ele na lei do seu Deus. 6 Então estes presidentes e sátrapas foram juntos ao rei, e lhe disseram: Ó rei Dario vive para sempre! 7 Todos os presidentes do reino, os prefeitos e sátrapas, conselheiros e governadores, concordaram em que o rei estabeleça um decreto e faça firme o interdito que todo homem que, por espaço de trinta dias, fizer petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, e não ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões. 8 Agora, pois, ó rei, sanciona o interdito, e assina a escritura, para que não seja mudado, segundo a lei dos medos e dos persas, que se não pode revogar. 9 Por esta causa o rei Dario assinou a escritura e o interdito. 10 Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa, e, em cima, no seu quarto, onde havia janelas abertas da banda de Jerusalém, três vezes no dia se punha de joelhos, e orava e dava graças, diante do seu Deus, como costuma fazer. 11 Então aqueles  homens foram juntos, e, tendo achado a Daniel a orar e a suplicar, diante do seu Deus, 12  se apresentaram ao rei e a respeito do interdito real, lhe disseram: Não assinaste um interdito, que, por espaço de trinta dias, todo homem que fizesse petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, e não a ti, ó rei, fosse lançado na cova dos leões? Respondeu o rei, e disse: Esta palavra é certa, segundo a lei dos medos e dos persas, que se não pode revogar.  13 Então responderam, e disseram ao rei: Esse Daniel, que é dos exilados de Judá, não faz caso de ti ó rei, nem do interdito que assinaste, antes três vezes por dia faz a sua oração. 14 Tendo o rei ouvido estas cousas, ficou muito penalizado, e determinou consigo mesmo livrar a Daniel; e até ao por do sol se empenhou por salva-lo.

CONTINUA...                  

 

CONTINUAÇÃO...

5.16 Eu, porém,  tenho ouvido dizer de ti que podes dar interpretações e solucionar casos difíceis; agora, se puderes ler esta escritura, fazer-me saber a sua interpretação, será vestido de  púrpura, terás cadeia de couro ao pescoço, e será o terceiro no meu reino. 17 Então respondeu Daniel, e disse na presença do rei: Os teus presentes fiquem contigo, e dá os teus prêmios a outrem; todavia lerei ao ri a escritura, e lhe farei saber a interpretação. 18 Ó rei! Deus, o Altíssimo, deu a Nabucodonosor, teu pai, o rei reino, e grandeza, glória e majestade. 19 Por causa da grandeza, que lhe deu, povos, nações e homens de todas as línguas tremiam e temiam diante dele; matava a quem queria, e a quem queria deixava com vida; a quem queria abatia. 20 Quando, porém o seu coração se elevou, e o seu espírito se tornou soberbo e arrogante, foi derribado do seu trono real, e passou dele a sua glória. 21  Foi expulso dentre os filhos dos homens, o seu coração foi feito semelhantes ao dos animais, e a sua morada foi com os jumentos monteses; deram-lhe a comer erva como aos bois, e do orvalho do céu foi molhado o seu corpo, até que conheceu que Deus, o Altíssimo, tem domínio sobre o reino dos homens, e a quem quer constitui sobre ele. 22 Tu , Belsazar, que és seu filho, não humilhaste o teu coração, ainda que sabias tudo isto. 23 E te levantaste contra o Senhor do céu, pois foram trazidos os utensílios da casa dele perante te, e tu, os teus grandes, as tuas mulheres e as teus concubinas, bebestes vinho neles;  além disto, deste louvores aos deuses de prata, de ouro, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra, que não vêem, não ouvem, nem sabe; mas, a Deus, em cuja mão está a tua vida, e  todos os teus caminhos, a ele não glorificaste. 24 Então da parte dele foi enviada aquela mão  que traçou esta escritura. 25 Esta, pois, é a escritura que se traçou;  MENE, MENE, TEQUEL, e PARSIM. 26 Esta é a interpretação daquilo; MENE: Contou Deus o teu re ino, e deu cabo dele. 27 TEQUEL: Pesado foste na balança, e achado em falta. 28 PERES: Dividido foi o teu reino, e dado aos medos e aos persas. 29 Então mandou Belsazar que vestissem Daniel de púrpura, e lhe pusessem cadeia de ouro ao pescoço, e proclamassem que passaria a ser o terceiro do governo do seu reino. 30 Naquela mesma noite foi morto Belsazar, rei dos caldeus. 31 E Dário, o medo, com cerca de sessenta e dois anos, se apoderou do reino.  

 

A escritura na parede


5.1  O rei Belsazar deu um grande banquete a mil dos seus grandes, e bebeu vinho na presença dos mil. 2 Enquanto Belsazar bebia e apreciava o vinho, mandou trazer os utensílios de ouro e de prata, que  Nabucodonosor, seu pai tirara do templo que estava em Jerusalém, para que neles bebessem o rei, e os seus grandes as suas mulheres e concubinas. 3 Então  trouxeram os utensílios de ouro, que foram tirados do templo da casa de Deus, que estava em Jerusalém, e beberam neles o rei, os seus grandes, as suas mulheres e concubinas. 4 Beberam o vinho, e deram louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira, e de pedra. 5 No mesmo instante apareceram uns dedos de mão de homem, e escreviam, defronte do candeeiro, na caiadura da parede do  palácio real; e o rei via os dedos que estavam escrevendo. 6 Então se mudou o semblante do rei, e os seus pensamentos o turbaram; as juntas dos seus lombos se relaxaram, e os seus joelhos batiam um no outro. 7 O rei ordenou em oz alta que se introduzissem os encantadores, os caldeus e os feiticeiros; falou o rei, e disse aos sábios de Babilônia: Qualquer que ler esta escritura, e me declarar a sua interpretação, será vestido de púrpura, trará uma cadeia de ouro ao pescoço, e será o terceiro no meu reino. 8 Então entraram todos os sábios do rei; mas não puderam ler a escritura, nem fazer saber ao rei a sua interpretação. 9 Com  isso  se perturbou muito o rei Belsazar, mudou-se lhe o semblante; e os seus grandes estavam sobressaltados. 10 A rainha-mãe, por causa do que havia acontecido ao rei e aos seus grandes, entrou na casa do banquete, e disse: Ò rei, vive para sempre! não te turbem os teus pensamentos, nem se mude o teu semblante. 11 Há no teu reino um home,  que tem o espírito dos Deuses santos; nos dias de teu pai se achou nele luz e inteligência, e sabedoria como a sabedoria dos deuses; teu pai, o rei Nabucodonosor, sim, teu pai, o rei, constituiu chefe dos magos, dos encantadores, dos caldeus e dos feiticeiros, 12 porquanto espírito excelente, conhecimento e inteligência, interpretação de sonhos, declaração de enigmas e solução de casos difíceis, se acharam neste  Daniel, a quem o rei pusera o nome de Beltessazar; chame-se, pois, a Daniel, e ele dará a interpretação. 13 Então Daniel foi introduzido a presença do rei. Falou o rei, e disse a Daniel: És tu aquele Daniel, dos cativos de Judá, que o rei, meu pai, trouxe de Judá? 14 Tenho ouvido dizer a teu respeito que  espírito dos deuses está em ti, e que em ti se acham luz, inteligência e excelente sabedoria. 15 Acabam de ser introduzidos a minha presença os sábios e os encantadores, para lerem esta escritura e me fazerem saber a sua interpretação; mas não puderam da a interpretação destas palavras.

CONTINUA......

 

 CONTINUAÇÃO

4.21 cuja folhagem era formosa, e o seu fruto abundante, e em que para todos havia sustento, debaixo da qual os animais do campo achavam sombra, e em cujos ramos as aves dos céus faziam morada, 22 és tu, ó rei que cresceste, e vieste a ser forte; a tua grandeza cresceu, e chega até ao céu, e o teu domínio até a extremidade da terra. 23 Quanto ao que viu o rei um vigilante, um santo, que descia do céu, e que dizia: Cortai a árvore e destruí-a, mas a cepa com as raízes deixai na terra, atada com cadeias de ferro e de  bronze, na erva do campo; seja ele molhado de orvalho do céu, e a sua porção seja com os animais do campo, até que passem sobre ele sete tempos. 24 Esta é a interpretação, ó rei; e este é o decreto do Altíssimo, que virá contra o rei, meu senhor: 25 serás expulso de entre os homens, e a tua morada será com os animais do campo, e dar-te-ão a comer ervas como aos bois, e serás molhado do orvalho do céu; e passar-se-ão sete tempos por cima de tu; até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. 26 Quanto ao que foi dito, que se deixasse a cepa da árvore com as suas raízes, o teu reino tornao cabo de doze meses, passeando sobre o palácio real de Babilônia, rá a ser teu, depois que tiveres conhecido que o céu domina. 27 Portanto, ó rei, aceita o meu conselho, e põe termo em teus pecados pela justiça, e as tuas iniquidades usando de misericórdia para com os pobres; e talvez se prolongue a tua tranquilidade. 28 Todas estas cousas sobrevieram ao rei Nabucodonosor. 29 Ao cabo de doze meses, passeando sobre o palácio real de Babilônia, 30 falou o rei, e disse: Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real, com o meu grandioso poder e para glória da minha majestade? 31 Falava ainda o rei quando desceu uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Já passou de ti o reino. 32 Serás expulso de entre os homens, e a tua morada será com  os animais do campo, e far-te-ão comer ervas como os bois, e passar-se-ão sete tempos por cima de ti, até que aprendas que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o da a quem quer. 33 No mesmo instante se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor, e foi expulso de entre os homens, e passou a comer erva como os bois, o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceram os cabelos como as penas de águia, e as suas unhas como as das aves. 34 Mas ao fim daqueles dias eu, Nabucodonosor, levantei os olhos ao céu, tornou-me a vir o entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é sempiterno, e cujo reino é de geração em geração. 35 Todos os moradores da terra são por ele reputados em nada; e segundo a sua vontade ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?  36 Tão  longo me tornou a vir o entendimento, também para a dignidade do meu reino tornou-me a vir a minha majestade e o meu resplendor; buscaram-me os meus conselheiros e os meus grandes; fui restabelecido no meu reino, e a mim se me ajuntou extraordinária grandeza. 37 Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo exalço e glorifico ao Rei do céu; porque todas as suas obras são verdadeiras, e os seus caminhos justos, e pode humilhar aos que andam na soberba.


 Continuação

Passa uns três dia voltei a casa do casal. Ele estava sentado no sofá e eu perguntei: Não era para você está na mata? Ele respondeu: O trabalho já foi feito na encruzilhado, no sétimo dia ela vai voltar, porém com ele não mora mais, no máximo uma semana. Nisso para um carro na frente da casa que ele já havia comprado com o dinheiro do homem. A mulher foi abrir a porta enquanto ele correu para debaixo da cama; o homem entrou pergunto pelo marido dela a qual respondeu que já fazia três dias que não ia porque ele estava na mata, só voltaria depois que completasse os sete dias combinado. O homem ficou conversando quase uma hora e o marido da mulher embaixo da cama já estava agoniado com a demora. Passado mais alguns minutos ele foi embora. Quando o marido da mulher saiu debaixo da cama a cabeça estava cheia de teia de aranha, todo empoeirado, um caus. Daí eu perguntei: Se essa mulher não voltar? Ele falou volta nem que seja no sétimo dia. Quando chegou o sétimo dia, a tarde o homem voltou a tarde para dizer que a amante amante ainda não havia voltado. A esposa respondeu: nem tão pouco meu marido apareceu, eu nem sei se ele está vivo, porque esse trabalho dentro da mata com aqueles bichos todos é um perigo. O homem foi embora e a esposa falou que a noitinha passasse para dizer alguma coisa, porque ela estava bastante preocupada porque caso ele não aparecesse não saberia nem por onde começar porque os trabalhos dele era feito em vários lugares. Quando o homem sai o marido vem todo desconfiado, e mesmo assim falou com firmeza: Até meia noite faz 7 dias. Fiquei por ali para ver o resultado. Quando deu 19:00 horas ele chega com sua amada. O marido da mulher corre para o banheiro para dizer que acabou de chegar naquele momento. Daí saíram para comer pizza tudo ficou na santa paz mais depois de uma semana quase deu merda, porque ela resolveu ir embora. O homem chegou virado no cão, daí o bruxo charlatão falou: Eu avisei que ela ia voltar só não disse quanto tempo iria passar. Ele irritado falou. Vou matar aquela desgraçada, gastei tanto dinheiro pra ela ficar comigo só uma semana? Olhou para o bruxo e falou, vem comigo que não vou fazer o serviço só. Sem temer nada, não teve reação nenhuma, pegou a doze que ele tinha e saiu em direção a casa dela. Foi uma confusão que não sei como terminou, porque com medo servir como testemunha me mandei pra minha casa.


OBS: Essa é uma obra de ficção qualquer semelhança será mera coincidência.




Em meados dos anos 1984, 1985 tive o desprazer de conhece um casal que mexiam com esse negócio de macumba. Um dia cheguei na casa deles e presenciei uma coisa horrível, ele estava com uma garrafa de cachaça em uma das mãos e a outra segurava um charuto. Sentado em uma cadeira ao lado estava um homem de seu 50 e poucos anos que havia ido lá para fazer um trabalho para sua amante voltar. Sem temer nada sentei do outro lado e fiquei assistindo tudo. De repente ele a entidade pede a sua servidora que lhe trague uma galinha. Isso era a noite. A galinha foi trazida e ele com seus dentes rasgou o pescoço da galinha e tomou todo sangue. Foi horrível. Agora vamos ao charlatanismo: Disse a entidade: para trazer sua amante de volta você irá gastar bastante, nada compro é tudo por sua conta, porém antes do homem chegar tudo já havia combinado com sua mulher. Ele mandou pegar papel e lápis e começou a relação:
1º Bezerro, cada bezerro tem quatro patas daí tem que comprar 4 bodes.
2º Cada bode tem quatro patas daí tem que comprar 16 frangos.
3° Uma caixa de charuto.
4° 12 perfume de alfazema para a entidade mulher
5° 12 champanhe
6º 12 Garrafa de cachaça
7º Vela amarela pra fulano, vela vermelha pra cicrano, vela azul para beltrano vela preta e ainda teve outra cor que não me lembro.
Teve mais alguns itens que não recordo. Meus Deus quando fez a conta deu mais de 17.000,00  na época. O homem nem ligou pelo valor ele só queria a mulher de volta, e falou: você não pode comprar, eu não posso, será que sua esposa poderia fazer isso pra mim? ele respondeu: Ela quem sabe. Daí o espírito subiu tudo voltou ao normal. Quando o homem falou que a mulher dele que ia comprar, ele quis achar ruim porque como iria levar todo aquele material para a mata tinha que pagar frete, e ele quando fosse fazer o trabalho teria que ficar sete dias dentro da mata fazendo o trabalho, se passe uma ambulância na hora ligada tudo daria certo, se fosse a sirene de polícia não tinha nada garantido, contudo ele esperasse que iria dá tudo certo com sete dias ela estaria de volta. Quando o homem saiu eu falei: Meu Deus que loucura é essa? Vocês vão comprar tudo isso? ele rindo respondeu: Pra se fazer um trabalho basta uma garrafa de Pitú, um charuto e uma vela não lembro a cor e ir para encruzilhada de meia noite o restante vou comprar uma casa de conjunto que moro de aluguel.

                CONTINUA.....

 

 

A loucura de Nabucodonosor

4.1 O rei Nabucodonosor a todos os povos, nações e homens de todas as línguas, que habitam em toda a terra: Paz vos seja multiplicada! 2 Pareceu-me bem fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo. 3 Quão grandes são os seus sinais, e quão poderosas as suas maravilhas! O seu reino é reino sempiterno, e os seu domínio de geração em geração. 4 Eu Nabucodonosor, estava tranquilo em minha casa, e feliz no meu palácio. 5 Tive um sonho, que me espantou; e, quando estava no meu leito, os pensamentos e as visões da minha cabeça me turbaram.6 Por isso expedi um decreto, pelo qual fossem introduzidos a minha presença todos os sábios de Babilônia, para que me fizessem saber a interpretação do sonho.7 Então entraram os magos os encantadores, os caldeus e os feiticeiros, e lhes contei o sonho: mas não me fizeram saber a sua intepretação.8 Por fim se me apresentou Daniel, cujo nome é Beltessazar, segundo o nome do meu deus, e no qual há o espírito dos deuses santos; e eu lhe contei o sonho dizendo: 9 Beltessazar, chefe dos magos eu sei que há em ti o espírito dos deuses santos, e nenhum mistério te é difícil; eis as visões do sonho que eu tive, dize-me a sua interpretação. 10 Eram assim as visões da minha cabeça quando eu estava no meu leito: eu estava olhando, e vi uma árvore no meio da terra, cuja altura era grande; 11 crescia a árvore, e se tornava forte, de maneira que a sua altura chegava até  ao céu; e era vista até aos confins da terra.12 A sua folhagem era formosa, e o seu fruto abundante, e havia nela sustento para todos; debaixo dela os animais do campo achavam sombra, e as aves do céu faziam morada nos seus ramos, e todos os seres viventes se mantinham dela.13 No meu sonho quando eu estava no meu leito, vi um vigilante, um santo, que descia do ceu, 14 clamando, fortemente, e dizendo: Derrubai a árvore, cortai-lhe os ramos, derriçai-lhe as folhas, espalhai o seu fruto; afugentem-se os animais de debaixo dela, e as aves dos seus ramos. 15 Mas a cepa com as raízes deixai na terra, atada com cadeias de ferro e de bronze, na erva do campo. Seja ele molhado do orvalho do céu, e a sua porção seja, com os animais, a erva da terra.16 Mude-se-lhe o coração, para que não seja mais coração de homem,  e lhe seja dado coração de animal. e passem sobre ele sete temos. 17 Esta sentença é por decreto dos vigilantes, esta ordem por mandado dos santos; a fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens; e o dá a quem quer, e até ao mais humilde dos homens constitui sobre eles. 18 Isto vi eu, rei Nabucodonosor, em sonhos. Tu, pois, ó Beltessazar, dize  a interpretação, porquanto todos os sábios do meu reino não me puderam fazer saber a interpretação, mas tu podes; pois há em ti o espírito dos deuses santos. 19 Então Daniel, cujo nome era Beltessazar, esteve atônito por algum tempo, e os seus pensamentos o turbavam. Então lhe falou o rei e disse: Beltessazar, não te perturbe o sonho, nem a sua interpretação. Respondeu Beltessazar, e disse: Senhor meu, o sonho seja contra os que te tem ódio, e a sua interpretação para os teus inimigos. 20 A árvore que viste, que cresceu, e se tornou forte, cuja altura chegou até ao céu, e que foi vista por toda a terra;

Continua....

 

CONTINUAÇÃO

3.16 Responderam Sadraque, Mesaque e Abede-Nego ao rei: Ó Nabucodonosor, quanto a isto não necessitamos de te responder. 17 Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente, e das tuas mãos, ó rei. 18 Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste. 19 Então Nabucodonosor se encheu de fúria, e, transtornado o aspecto do seu rosto conta Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, ordenou que se acendesse a fornalha sete vezes mais do que se costumava. 20 Ordenou aos homens mais poderosos que estavam no seu exército, que atassem a Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, e os lançassem na fornalha de fogo ardente. 21 Então estes homens foram atados com os seus mantos, suas túnicas e chapéus, e suas outras roupas, e foram lançados na fornalha sobremaneira acesa. 22 Porque a palavra do rei era urgente e a fornalha estava sobremaneira acesa, as chamas do fogo mataram os homens que lançaram de cima para dentro e Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. 23 Estão o rei Nabucodonosor se espantou, e se levantou depressa e disse aos seus conselheiros: Não lançamos nós três homens atados dentro do fogo? Responderam ao rei: É verdade, ó rei. 25 Tornou ele e disse: Eu, porém, vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, sem nenhum dano; e o aspecto do quarto é semelhante a um filho dos deuses.26 Então se chegou Nabucodonosor a porta da fornalha sobremaneira acesa, falou, e disse: Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, servos do Deus Altíssimo, sai e vinde! Então Sadraque, Mesaque e Abede-Nego saíram do meio do fogo. 27 Ajuntaram-se os sátrapas, os prefeitos, os governadores e conselheiros do rei e viram que o fogo não teve poder algum sobre os corpos destes homens, nem foram chamuscados os cabelos da sua cabeça, nem os seus mantos se mudaram nem cheiro de fogo passara sobre eles. 28 Falou Nabucodonosor, e disse: Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que enviou o seu anjo, e livrou os seus servos, que confiaram nele, pois não quiseram cumprir a palavra do rei, referindo entregar os seus corpos, a servirem e adorarem a qualquer outro deus, senão ao seu Deus. 29 Portanto faço um decreto, pelo qual todo o povo, nação e língua que disser blasfêmia contra o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, seja despedaçado, e as suas casas sejam feitas em monturo; porque não há outro Deus que possa livrar como este. 30 Então o rei fez prosperar a Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, na província de Babilônia. 

 Livrados os companheiros de Daniel da fornalha de fogo

3.1 O rei Nabucodonosor  fez uma imagem de ouro que tinha sessenta côvados de alto e seis de largo; levantou-a no campo de Dura, na província de Babilônia. 2 Então o rei Nabucodonosor mandou ajuntar os sátrapas, os prefeitos e governadores os juízes, os tesoureiros os magistrados os conselheiros e todos os oficiais das províncias, para que viessem a consagração da imagem que o rei Nabucodonosor tinha levantado. 3 Então se ajuntaram os sátrapas, os prefeitos e governadores, os juízes, os tesoureiros, os magistrados os conselheiros e todos os oficiais das províncias, para a consagração da imagem que o rei Nabucodonosor tinha levantado; e estavam em pé diante da imagem que Nabucodonosor tinha levantado. 4 Nisto o arauto apregoava em alta voz: Ordena-se a vós outros, ó povos, nações e homens de todas as línguas: 5 No momento em que ouvirdes o som da trombeta, do pífaro, da harpa, da cítara, do saltério da gaita de foles, e de toda sorte de música, vos prostrareis, e adorareis a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor levantou. 6 Qualquer que se não prostrar e não a adorar, será no mesmo instante lançado na fornalha de fogo ardente. 7 Portanto, quando todos os povos ouviram o som da trombeta, do pífaro, da harpa, da cítara, do saltério, e de toda sorte de música, se prostraram os povos, nações e homens de todas as línguas, e adoraram a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor tinha levantado. 8 Ora, no mesmo instante, se chegaram alguns homens caldeus, e acusaram os judeus; 9 disseram ao rei Nabucodonosor: ó rei, vive eternamente! 10 Tu, ó rei, baixaste um decreto, pelo qual todo homem que ouvisse o som da trombeta, do pífaro, da harpa, da cítara, do saltério, da gaita de foles, e de toda sorte de música, se prostraria e adoraria a imagem de ouro; 11 e, qualquer que não se prostrasse e não adorasse, seria lançado na fornalha de fogo ardente. 12 Há uns homens judeus, que tu constituíste sobre os negócios da província de Babilônia: Sadraque, Mesaque e Abede-Nego; estes homens, o rei, não fizeram caso de ti, a teus deuses  não servem, nem adoram a imagem de ouro que levantaste.13 Então Nabucodonosor, irado e furioso, mandou chamar Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. E trouxeram estes homens, perante o rei. 14 Falou Nabucodonosor, e lhes disse: É verdade, ó Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que vós não servis a meus deuses nem adorais a imagem de ouro que levantei? 15 Agora, pois, estai dispostos e, quando ouvirdes o som da trombeta, do pífaro, da cítara, do saltério, da gaita de foles, prostai-vos e adorai a imagem que fiz; porém, se não a adorardes sereis no mesmo instante lançados na fornalha de fogo ardente. E quem é o deus que vos poderá livrar das minhas mãos?...

CONTINUA

 

Continuação

2.22 Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz. 23 A ti, ó Deus de meus pais, eu te rendo graças e te louvo, porque me deste sabedoria e poder; e agora me fizeste saber o que te pedimos, porque nos fizeste saber este caso do rei. 24 Por isso Daniel foi ter com Arioque, ao qual o rei tinha constituído para exterminar os sábios de Babilônia; entrou, e lhe disse: Não mates os sábios de Babilônia; introduze-me na presença do rei, e revelarei ao rei a interpretação. 26 Respondeu o rei, e disse a Daniel cujo nome era Beltessazar: Podes tu fazer-me saber o que vi no sonho e a sua interpretação? 27 Respondeu Daniel na presença do rei, e disse: O mistério que o rei exige, nem encantadores, nem magos  nem astrólogos o podem revelar ao rei; 28 mas há um Deus nos céus, o qual revela os mistérios; pois fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de ser nos últimos dias. O teu sonho e as visões da tua cabeça quando estavas no teu leito são estas: 29 Estando tu, ó rei, no teu leito, surgiram-te pensamentos a respeito do que há de ser depois disto. Aquele, pois, que revela mistérios te revelou o que há de ser. 30 E a mim me foi revelado este mistério, não porque haja em mim mais sabedoria do que em todos os  viventes, mas para que a interpretação se fizesse saber ao rei e para que entendesses as cogitações da tua mente. 31 Tu, ó rei, estava vendo, e eis aqui uma grande estátua; esta, que era imensa e de extraordinário esplendor, estava em pé diante de ti; e a sua aparência era terrível. 32 A cabeça era de fino ouro, o peito e  os braços de prata o ventre e os quadris de bronze; 33 as pernas de ferro os pés em parte de ferro, em parte de barro. 34 Quando estavas olhando, uma pedra foi cortada sem auxílio de mãos, feriu a estátua nos pés de ferro e de barro e os esmiuçou. 35 Então foi juntamente esmiuçado o ferro, o bronze, a prata e o ouro, os quais se fizeram como a palha das eiras no estio, e o vento os levou, e deles não se viram mais vestígios. Mas a pedra, que feriu a estátua, se tornou em grande montanha que encheu toda a terra. 36 Este é o sonho; e também a sua interpretação diremos ao rei. 37 Tu, ó rei, rei de reis, a quem o Deus do céu conferiu o reino, o npoder, a força e a glória; 38 e cujas mãos foram entregues os filhos dos homens, onde quer que eles habitem, e os animais do campo e as aves dos céus, para que dominasses sobre todos eles, tu é a cabeça de ouro. 39 Depois de ti se levantará outro reino inferior ao teu; e um terceiro reino, de bronze, o qual terá domínio sobre toda a terra. 40 O quarto reino será forte como ferro; pois, o ferro a tudo quebra e esmiúça; como o ferro quebra todas as cousas, assim ele fará em pedaços e esmiuçará. 41 Quanto ao que viste dos pés e dos dedos, em parte de barro de oleiro e em parte de ferro, será isso um reino dividido; contudo haverá nele alguma cousa da firmeza do ferro, pois que viste o ferro misturado com barro de lodo. 42 Como os dedos dos pés eram em parte de ferro e em parte de barro assim por uma parte o reino será forte, e por outra  será frágil. 43 Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão mediante casamento, mas não se li   garão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.44 Mas, nos dias destes reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; este reino não passará a outro povo: esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre, 45 como viste que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro. O Grande Deus fez saber ao rei o que há de ser futuramente. Certo é o sonho, e fiel a sua interpretação. 46 Então o rei Nabucodonosor se inclinou e se prostrou rosto em terra perante Daniel, e ordenou que lhe fizessem oferta de manjares e suaves perfumes. 47 Disse o rei a Daniel: Certamente, o vosso Deus é Deus dos deuses, e o Senhor dos reis, e o revelador de mistérios, pois pudeste revelar este mistério. 48 Então o rei engrandeceu a Daniel, e lhe deu muitos e grandes presentes, e o pôs por governador de toda a província de Babilônia, como também o fez chefe supremo de todos os sábios de Babilônia. 49 A pedido de Daniel, constituiu o rei a Sadraque, Mesaque e Abede-Nego sobre os negócios da província de Babilônia; Daniel, porém  permaneceu na corte do rei.

 Daniel interpreta o sonho de Nabucodonosor

2.1 No segundo ano do reinado de Nabucodonosor teve este sonho; o seu espírito se perturbou, e passou-se-lhe o sono.2 Então o rei mandou chamar os magos, os encantadores, os feiticeiros e os caldeus, para que declarassem ao rei quais lhe foram os sonhos; eles vieram e se apresentaram diante do rei.3 Disse-lhes o rei: Tive um sonho: e para sabe-lo está perturbando o meu espírito. 4 Os caldeus disseram ao rei em aramaico: ó rei, vive eternamente! dize o sonho a teus servos e daremos a interpretação.5 Respondeu o rei, e disse aos caldeus: Uma cousa é certa: se não me fizerdes saber o sonho e a sua interpretação, sereis despedaçados, e as vossas casas serão feitas monturo; 6 mas se me declarardes o sonho e a sua interpretação, recebereis de mim dádivas, prêmios e grandes honras; portanto declarai-me o sonho e a sua interpretação. 7 Responderam segunda vez e disseram: Diga o rei o sonho a seus servos e lhe daremos a interpretação. 8 Tornou o rei, e disse: Bem percebo que quereis ganhar tempo, porque vedes que o que eu disse está resolvido, 9 isto é: se não me fazeis saber o sonho, uma só sentença será vossa; pois combinastes palavras mentirosas e perversas para as proferirdes na minha presença, até que se mude a situação;  portanto dizei-me o sonho e saberei que me podeis dar-lhe a interpretação. 10 Responderam os caldeus na presença do rei, e disseram: Não há mortal sobre a terra que possa revelar o que o rei exigi; pois jamais houve rei, por grande e poderoso que tivesse sido, que exigiu semelhante cousa dalgum mago encantador ou caldeu. 11 A cousa, que o rei exige, é difícil, e ninguém há que a possa revelar diante do rei, senão os deuses e estes não moram com os homens. 12 Então o rei muito se irou e enfureceu; e ordenou que matassem a todos os sábios de Babilônia. 13 Saiu o decreto, segundo o qual deviam ser mortos os sábios; e buscaram a Daniel e aos seus companheiros, para que fossem mortos.14Então Daniel falou avisada e prudentemente a Arioque, chefe da guarda do rei, que tinha saído para matar os sábios de Babilônia.15 E disse a Arioque, encarregado do rei: Por que é tão severo o mandado do rei? Então Arioque explicou o caso a Daniel. 16 Foi Daniel ter com o rei e lhe pediu designasse o tempo, e ele revelaria ao rei a interpretação.17 Então Daniel foi para casa, e fez saber o caso a Hananias, Misael e Azarias, seu companheiros, 18 para que pedissem misericórdia ao Deus do céu, sobre este mistério, a fim de que Daniel e seu companheiros não perecessem, com o resto dos sábios de Babilônia. 19 Então foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite; Daniel bendisse o Deus do céu. 20 Disse Daniel: Seja bendito o nome de Deus de eternidade a eternidade, porque dele é a sabedoria e o poder; 21 é ele quem muda o tempo e as estações remove reis e estabelece reis, ele dá sabedoria aos sábios e entendimento aos entendidos.

CONTINUA POR SER GRANDE O CAPÍTULO


 A educação de Daniel e de seus companheiros

1.1 No ano terceiro do reinado de Jeoaquim, rei de Judá. veio Nabucodonosor, rei de Babilônia, a Jerusalém, e a sitiou. 2 O SENHOR lhe entregou nas mãos a Jeoaquim, rei de Judá, e alguns dos utensílios da casa de Deus a estes levou-os para a terra de Sinear, para a casa de seu deus e os pôs na casa do tesouro do seu deus. 3 Disse o rei a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, assim da linguagem real com dos nobres, 4 jovens  sem nenhum defeito, de boa aparência, instruídos em toda a sabedoria, doutos em ciências, e versados no conhecimento, e que fossem competentes para assistirem no palácio do rei; e lhes ensinasse a cultura e a língua dos caldeus. 5 Determinou-lhes o rei a ração diária, das finas iguarias da mesa real, e do vinho que ele bebia e que assim fossem mantidos por três anos, ao cabo dos quais assistiriam diante do rei. 6 Entre eles se achavam dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias. 7 O chefe dos eunucos lhes pôs outros nomes, a saber: A Daniel o de Beltessazar, a Hananias o de Sadraque, a Misael o de Mesaque, e a Azarias o de Abede-Nego. Resolveu Daniel firmemente não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; então pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não contaminar-se. 9 Ora Deus concedeu a Daniel misericórdia e compreensão da parte do chefe dos eunucos. 10 Disse o chefe dos eunucos a Daniel: Tenho medo do meu senhor, o rei, que determinou a vossa comida e vossa bebida; por que, pois, veria, ele os vossos rostos mais abatidos do que o dos outros jovens da vossa idade? Assim poreis em perigo a minha cabeça para com o rei. 11 Então disse Daniel ao cozinheiro-chefe a quem o chefe dos eunucos havia encarregado de cuidar de Daniel, Hananias, Misael e Azaria: 12 Experimenta, peço-te, os teus servos dez dias; e que se nos dêem legumes a comer e água a beber.13 Então se veja diante de ti a nossa aparência e ados jovens que comem das finas iguarias do rei; e, segundo vires, age com os teus servos. 14 Ele atendeu, e os experimentou dez dias. 15 No fim dos dez dias, as suas aparências eram melhores; estavam eles mais robustos do que todos os jovens que comiam das finas iguarias do rei. 16 Com isto o cozinheiro-chefe  tirou deles a finas iguarias e o vinho que deviam beber e lhes dava legumes. 17 Ora, a estes quatro jovens Deus deu o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria; mas a Daniel deu inteligência de todas as visões e sonhos. 18 Vencido o tempo determinado pelo rei para que os trouxessem, o chefe dos eunucos os trouxe a presença de Nabucodonosor. 19 Então o rei falou com eles: e entre todos não foram achados outros como Daniel, Hananias, Misael e Azarias; por isso passaram a assistir diante do rei. 20 Em toda matéria de sabedoria e de inteligência, sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos e encantadores que havia em todo o seu reino. 21 Daniel continuou até ao primeiro ano do rei Ciro.

 

Promessas de perdão

14.1 Volta, ó Israel, para o SENHOR te u Deus; porque pelos  teus pecados estás caído. 2 Tende convosco palavras de arrependimento, e convertei-vos ao SENHOR; dizei-lhe: Perdoa toda iniquidade, aceita o que é bom, e em vez de novilhos os sacrifícios dos nossos lábios. 3 A Assíria já não nos salvará, não iremos montados em cavalos, e não mais diremos a obra das nossas mãos; Tu és o nosso Deus; por ti o órfão alcançará misericórdia. 4 Curarei a sua infidelidade, eu de mim mesmo os amarei, porque a minha ira se apartou deles. 5 Serei para Israel como orvalho, ele florescerá como o lírio, e lançará as suas raízes como o cedro  do Líbano. 6 Estender-se-ão os seus ramos, o seu esplendor será como o da oliveira, e sua fragrância como a do Líbano. 7 Os que se assentam de novo a sua sombra voltarão; serão vivificados como o cereal, e florescerão como a vide; a sua fama será como a do vinho do Líbano. 8 Ó Efraim, que tenho eu com os ídolos? Eu te ouvirei e cuidarei de ti; sou como o cipreste verde; de mim se acha o teu fruto.

Apelo final

9 Quem é sábio que entenda estas cousas, quem é prudente que as saiba, porque os caminhos do SENHOR são retos, e os justos andarão neles mas os transgressores neles cairão.

AQUI TERMINA MAIS UM LIVRO DO ANTIGO TESTAMENTO OSÉIAS.


 Castigo definitivo

13.1 Quando falava Efraim, havia tremor; foi exaltado em Israel, mas ele se fez culpado no tocante a Baal, e morreu. 2 Agora pecam mais e mais, e da sua prata fazem imagens de fundição, ídolos segundo o seu conceito, todos obra de artífices, e dizem: Sacrificai a eles; homens beijem bezerros. 3 Por isso  serão como nuvem de manhã, e como orvalho que cedo passa, como palha que se lança da eira, e como fumo que sai por uma janela. 4 Todavia, eu sou o SENHOR teu Deus desde a terra do Egito; portanto não conhecerás outro deus além de mim, porque não há salvador senão eu. 5 Eu te conheci no deserto, em tera muito seca. 6 Quando tinham pasto eles se fartaram, e uma vez fartos ensoberbeceu-se-lhes o coração; por isso se esqueceram de mim. 7 Sou, pois, para eles como leão; como leopardo espreito no caminho. 8 Como ursa, roubada de seus filhos, eu os atacarei, e lhes romperei a envoltura do coração; e como leão ali os devorarei, as feras do campo os despedaçarão. 9 A tua ruína, ó Israel, vem de ti, e só de mim o teu socorro. 10 Onde está agora o teu rei, para que te salve em todas as tuas cidades? e os teus juízes, dos quais disseste? Dá-me rei e príncipes? 11 Dei-te um rei na minha ira, e to tirei no meu furor. 12 As iniquidades de Efraim estão atadas juntas, o seu pecado está armazenado. 13 Dores de parturiente lhe virão: ele é filho insensato, porque é tempo de não sai a luz ao abrir-se da madre. 14 Eu os remirei   do poder do inferno, e os resgatarei da morte: onde estão, ó morte, as tuas pragas? Onde está, ó inferno, a tua destruição? Meus olhos não êm em mim arrependimento algum. 15 Ainda que ele viceja entre os irmãos, virá o vento leste, vento do SENHOR, subindo do deserto, e secará a sua nascente, e estancará a sua fonte: ele saqueará o tesouro d todas as cousas preciosas. 16 Samaria levará sobre si a sua culpa, porque se rebelou contra o seu Deus; cairá a espada, seus filhos serão despedaçados, e as suas mulheres grávidas serão abertas pelo meio.