LER E OUVIR HISTÓRIAS FORTALECE A MENTE E O CORAÇÃO

 

 CONTINUAÇÃO

4.21 cuja folhagem era formosa, e o seu fruto abundante, e em que para todos havia sustento, debaixo da qual os animais do campo achavam sombra, e em cujos ramos as aves dos céus faziam morada, 22 és tu, ó rei que cresceste, e vieste a ser forte; a tua grandeza cresceu, e chega até ao céu, e o teu domínio até a extremidade da terra. 23 Quanto ao que viu o rei um vigilante, um santo, que descia do céu, e que dizia: Cortai a árvore e destruí-a, mas a cepa com as raízes deixai na terra, atada com cadeias de ferro e de  bronze, na erva do campo; seja ele molhado de orvalho do céu, e a sua porção seja com os animais do campo, até que passem sobre ele sete tempos. 24 Esta é a interpretação, ó rei; e este é o decreto do Altíssimo, que virá contra o rei, meu senhor: 25 serás expulso de entre os homens, e a tua morada será com os animais do campo, e dar-te-ão a comer ervas como aos bois, e serás molhado do orvalho do céu; e passar-se-ão sete tempos por cima de tu; até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. 26 Quanto ao que foi dito, que se deixasse a cepa da árvore com as suas raízes, o teu reino tornao cabo de doze meses, passeando sobre o palácio real de Babilônia, rá a ser teu, depois que tiveres conhecido que o céu domina. 27 Portanto, ó rei, aceita o meu conselho, e põe termo em teus pecados pela justiça, e as tuas iniquidades usando de misericórdia para com os pobres; e talvez se prolongue a tua tranquilidade. 28 Todas estas cousas sobrevieram ao rei Nabucodonosor. 29 Ao cabo de doze meses, passeando sobre o palácio real de Babilônia, 30 falou o rei, e disse: Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real, com o meu grandioso poder e para glória da minha majestade? 31 Falava ainda o rei quando desceu uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Já passou de ti o reino. 32 Serás expulso de entre os homens, e a tua morada será com  os animais do campo, e far-te-ão comer ervas como os bois, e passar-se-ão sete tempos por cima de ti, até que aprendas que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o da a quem quer. 33 No mesmo instante se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor, e foi expulso de entre os homens, e passou a comer erva como os bois, o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceram os cabelos como as penas de águia, e as suas unhas como as das aves. 34 Mas ao fim daqueles dias eu, Nabucodonosor, levantei os olhos ao céu, tornou-me a vir o entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é sempiterno, e cujo reino é de geração em geração. 35 Todos os moradores da terra são por ele reputados em nada; e segundo a sua vontade ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?  36 Tão  longo me tornou a vir o entendimento, também para a dignidade do meu reino tornou-me a vir a minha majestade e o meu resplendor; buscaram-me os meus conselheiros e os meus grandes; fui restabelecido no meu reino, e a mim se me ajuntou extraordinária grandeza. 37 Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo exalço e glorifico ao Rei do céu; porque todas as suas obras são verdadeiras, e os seus caminhos justos, e pode humilhar aos que andam na soberba.


 Continuação

Passa uns três dia voltei a casa do casal. Ele estava sentado no sofá e eu perguntei: Não era para você está na mata? Ele respondeu: O trabalho já foi feito na encruzilhado, no sétimo dia ela vai voltar, porém com ele não mora mais, no máximo uma semana. Nisso para um carro na frente da casa que ele já havia comprado com o dinheiro do homem. A mulher foi abrir a porta enquanto ele correu para debaixo da cama; o homem entrou pergunto pelo marido dela a qual respondeu que já fazia três dias que não ia porque ele estava na mata, só voltaria depois que completasse os sete dias combinado. O homem ficou conversando quase uma hora e o marido da mulher embaixo da cama já estava agoniado com a demora. Passado mais alguns minutos ele foi embora. Quando o marido da mulher saiu debaixo da cama a cabeça estava cheia de teia de aranha, todo empoeirado, um caus. Daí eu perguntei: Se essa mulher não voltar? Ele falou volta nem que seja no sétimo dia. Quando chegou o sétimo dia, a tarde o homem voltou a tarde para dizer que a amante amante ainda não havia voltado. A esposa respondeu: nem tão pouco meu marido apareceu, eu nem sei se ele está vivo, porque esse trabalho dentro da mata com aqueles bichos todos é um perigo. O homem foi embora e a esposa falou que a noitinha passasse para dizer alguma coisa, porque ela estava bastante preocupada porque caso ele não aparecesse não saberia nem por onde começar porque os trabalhos dele era feito em vários lugares. Quando o homem sai o marido vem todo desconfiado, e mesmo assim falou com firmeza: Até meia noite faz 7 dias. Fiquei por ali para ver o resultado. Quando deu 19:00 horas ele chega com sua amada. O marido da mulher corre para o banheiro para dizer que acabou de chegar naquele momento. Daí saíram para comer pizza tudo ficou na santa paz mais depois de uma semana quase deu merda, porque ela resolveu ir embora. O homem chegou virado no cão, daí o bruxo charlatão falou: Eu avisei que ela ia voltar só não disse quanto tempo iria passar. Ele irritado falou. Vou matar aquela desgraçada, gastei tanto dinheiro pra ela ficar comigo só uma semana? Olhou para o bruxo e falou, vem comigo que não vou fazer o serviço só. Sem temer nada, não teve reação nenhuma, pegou a doze que ele tinha e saiu em direção a casa dela. Foi uma confusão que não sei como terminou, porque com medo servir como testemunha me mandei pra minha casa.


OBS: Essa é uma obra de ficção qualquer semelhança será mera coincidência.




Em meados dos anos 1984, 1985 tive o desprazer de conhece um casal que mexiam com esse negócio de macumba. Um dia cheguei na casa deles e presenciei uma coisa horrível, ele estava com uma garrafa de cachaça em uma das mãos e a outra segurava um charuto. Sentado em uma cadeira ao lado estava um homem de seu 50 e poucos anos que havia ido lá para fazer um trabalho para sua amante voltar. Sem temer nada sentei do outro lado e fiquei assistindo tudo. De repente ele a entidade pede a sua servidora que lhe trague uma galinha. Isso era a noite. A galinha foi trazida e ele com seus dentes rasgou o pescoço da galinha e tomou todo sangue. Foi horrível. Agora vamos ao charlatanismo: Disse a entidade: para trazer sua amante de volta você irá gastar bastante, nada compro é tudo por sua conta, porém antes do homem chegar tudo já havia combinado com sua mulher. Ele mandou pegar papel e lápis e começou a relação:
1º Bezerro, cada bezerro tem quatro patas daí tem que comprar 4 bodes.
2º Cada bode tem quatro patas daí tem que comprar 16 frangos.
3° Uma caixa de charuto.
4° 12 perfume de alfazema para a entidade mulher
5° 12 champanhe
6º 12 Garrafa de cachaça
7º Vela amarela pra fulano, vela vermelha pra cicrano, vela azul para beltrano vela preta e ainda teve outra cor que não me lembro.
Teve mais alguns itens que não recordo. Meus Deus quando fez a conta deu mais de 17.000,00  na época. O homem nem ligou pelo valor ele só queria a mulher de volta, e falou: você não pode comprar, eu não posso, será que sua esposa poderia fazer isso pra mim? ele respondeu: Ela quem sabe. Daí o espírito subiu tudo voltou ao normal. Quando o homem falou que a mulher dele que ia comprar, ele quis achar ruim porque como iria levar todo aquele material para a mata tinha que pagar frete, e ele quando fosse fazer o trabalho teria que ficar sete dias dentro da mata fazendo o trabalho, se passe uma ambulância na hora ligada tudo daria certo, se fosse a sirene de polícia não tinha nada garantido, contudo ele esperasse que iria dá tudo certo com sete dias ela estaria de volta. Quando o homem saiu eu falei: Meu Deus que loucura é essa? Vocês vão comprar tudo isso? ele rindo respondeu: Pra se fazer um trabalho basta uma garrafa de Pitú, um charuto e uma vela não lembro a cor e ir para encruzilhada de meia noite o restante vou comprar uma casa de conjunto que moro de aluguel.

                CONTINUA.....