Quem sou eu
... e lá vem história
Era uma vez uma cobra que fez amizade com um vagalume e ambos começaram a conviver juntos. Os anos foram se passando e aquele dois pareciam um grude a cobra louca para dar um bote no vagalume, mas o vagalume coitado, tão pequeno e sem maldade continuava ali sempre fiel a cobra. Um dia a cobra ganhou uma máquina fotográfica em um sorteio e o vagalume correu para lhe dar a notícia que foi recebida com mau gosto e ainda reclamou porque o vagalume foi lá, uma vez que de todo jeito ela saberia. Tristonho baixou a cabeça e voltou para festa. A cobra queria ser igual ao vagalume que nada lhe tirava do sério, era sempre sorridente e feliz e não se incomodava com as brincadeiras pesadas que a cobra falava pra ela. Um dia a cobra casou. O vagalume ficou sozinho, como ela engordou depois de grávida mandou todos os seus vestidos para o vagalume, que muito se alegrou em ter herdado aquelas roupas todas. Um dia o vagalume (fêmea) engravidou também e teve que ir para a casa da cobra ter seu filhinho lá. Foi sua maior decepção. A cobra viu que o vagalume estava passando demais na sala de camisola falou: Você está pensando que meu marido vai trocar o meu corpo pelo seu? Pare de está desfilando pela casa. O vagalume coitada estava toda ponteada necessitava sempre ir para o banheiro, naquele momento o vagalume pediu a uma amiga que passasse um telegrama para seus pais pedindo que viesse lhe buscar imediatamente. O Vagalume estava com pouco dias de resguardo. Quando seu pai chegou, na saída a cobra falou: Agora vá contar a sua mãe o que aconteceu, era longa a viagem, a estrada de barro num carro desconfortável, muito buraco quase três horas de viagem, o sangue vasando devido os catabilhos parecia que os pontos iam todos se abrirem, mesmo assim o Vagalume conseguiu chegar em casa e não falou nada para sua mãe inclusive morreu sem saber. Com o passar dos tempos a Cobra conseguiu abrir um comércio e no dia do trabalhador ela queria presentear os funcionários e clientes com uma lembrancinha que o vagalume fazia, então ela pagava a passagem do vagalume que ficava na casa dela até terminar depois lhe dava um agrado pagava a passagem de volta e tudo ok. Depois de muitos anos o Vagalume veio morar perto da Cobra. A Cobra rica, o Vagalume pobre, ficava todo sem jeito quando chegava na casa dela. Quando saíam ela fazia questão de pagar o lanche porque o vagalume não tinha dinheiro. As festas eram continuas em sua casa, uma vez houve um aniversário de sua neta e o Vagalume estava lá limpando, ajeitando e quando chegou a hora dos convidado a Cobra falou: Você tem vestido longo? Não, respondeu o vagalume, então não pode entrar porque a festa e a rigor, mas como uma festa de criança poderia ser a rigor? Entristecida foi para casa. Nunca participou de uma festa em sua casa. O vagalume ali humilhado constantemente, mas sempre levando tudo na brincadeira. A cobra tinha uma casa na fazenda, daí chamou o vagalume para ir com ela, ele (a) foi todo contente e quando chegou lá houve uma discussão e o pior é que o vagalume não poderia voltar porque não tinha carro e era distante. Ficou intrigada com o vagalume por dois dias e voltaram. As intimidade vez por outra rolava, um dia o vagalume costumado a fazer uma brincadeira a qual ela muito gostava, nesse dia se estranhou e falou: NUNCA MAIS REPITA ISSO VIU, ME RESPEITE, com o dedo na cara do Vagalume que baixou a cabeça e daqui a pouco estava dando aquela gargalhada. O vagalume não saía da casa dela enquanto ela nunca vinha em sua casa, até que um dia quando veio pela primeira vez viu uma bacia de alumínio grande que o vagalume lavava roupa, daí a cobra falou: Como tua família é pequena e a minha é grande vamos trocar as bacias? Inocentemente o Vagalume disse vamos. Levou a bacia grande e deu uma toda assada e pequena ao vagalume. Dia seguinte o vagalume foi colocar um lençol de cama dentro da bacia e não coube. E agora que vou fazer, pensou o vagalume. Tenho que trocar. Pegou a bacia e foi desfazer a troca. Outra confusão, mesmo assim desfez. Mais uma vez intrigadas, e o tempo foi passando... Continua
Chegou o final do mês, último dia e estou aqui para agradecer por tanta generosidade que meus leitores tiveram para comigo, não deixam nomes nem comentários são todos anônimos mesmo assim fico feliz em todo mês saber que tenho leitores fies que gosto das minhas histórias a prova é que sempre estão comigo. Países que nem sei suas localizações onde ficam principalmente esses Outros. Gratidão a todos por mais de quatro mil visualizações.
OBRIGADA MAIS UMA VEZ.










