LER E OUVIR HISTÓRIAS FORTALECE A MENTE E O CORAÇÃO


 A sorte dos ímpios
Ao mestre de canto. Segundo a meio-dia: Não destruas. Hino de Davi

58.1 Falais verdadeiramente justiça, ó juízes? Julgais com retidão os filhos dos homens? 2 Longe disso: antes, no íntimo engendrais iniquidades, e distribuís na terra a violência de vossas mãos. 3 Deviam-se os ímpios desde a sua concepção; nascem e já se desencaminham, proferindo mentiras, 4 Tem peçonha semelhante a peçonha da serpente; são como a víbora surda, que tapa os ouvidos, 5 para não ouvir a voz dos encantadores, do mais fascinante em encantadores, do mais fascinante em encantamentos, 6 Ó Deus, quebra-lhes os dentes na boca; arranca, SENHOR, os queixais aos leõezinhos. 7 Desapareçam como águas que se escoam; ao dispararem flechas, fiquem elas embotadas. 8 Sejam como a lesma que passa diluindo-se, como o aborto de mulher, não vejam nunca o sol. 9 Como espinheiros,  antes que vossas panelas sintam deles o calor, tanto os verdes como os que estão em brasa, serão arrebatados como por um remoinho. 10 Alegrar-se-á o justo quando vir a vingança; banhará os pés no sangue do ímpio. 11 Então se dirá: Na verdade há recompensa para o justo; há um Deus, com efeito, que julga na terra.



 Não gosto do mês de Setembro
Porque tenho triste recordação
De um crime que cometi
Que não merece ter perdão.

Carrego esse peso nas costas
Não suporto tanto sofrer
Queria só por um dia ter descanso
Para acabar com esse padecer

Procuro ser feliz
Tenho tudo e nada tenho
A adolescência me fez infeliz
Até hoje pagando meus pecados venho

Quando se é jovem
Não pensamos o que fazemos
Depois vem as consequências
Dos erros que cometemos

Fui uma pessoa descontrolada
Sai de casa muito cedo
Por todos fui abandonada
Mas consegui superar meus medos

Amadureci mesmo estando verde
Enfrentando a vida sem nada temer
Encontrei mais um covarde
Para aumentar meu padecer

Quando falei que grávida estava
Ele logo me abandonou
Até o dinheiro que me restava
Ele consigo levou

A luta foi muito grande
Empregada e cobradora fui ser
Até que a criança nasceu
Então fiquei sem saber o que fazer

Morar embaixo de um viaduto
Drogada e sendo violentada
Esse não era o meu futuro
Me senti abandonada

Foi aí que tive a ideia
De meu filho doar
A um médico entreguei
Prometendo nunca mais o procurar

Por isso não gosto do Setembro
Mês de dor e tristeza
Não posso tirar do calendário
Porque no ano faltaria um mês com certeza.

Meu filho querido, que eu não pude criar, 
Se um dia essa poesia ler e achar parecido com você 
Por favor entre em contato comigo
 Para diminuir meu padecer

Por toda parte lhe procurei
Ninguém pode me ajudar
A não ser Dr. Fabrício
Que tudo pode confirmar

Pergunto a Deus todos os dias
Por que continuo sofrendo
Se consegui o que queria
Nem eu mesmo entendo

Não sei porque esse sofrimento
Continua corroendo meu coração
As vezes não aguento
E procuro uma solução

Esquecer que te conheci?
Fingir que nunca você existiu?
Que por você tanto sofri
E sofri mais quando  partiu


Procuro tirar do meu pensamento
Será que fiz bem em te conhecer
De que adiantou tanto alento
Se você não quer mais me ver

Tudo isso vai passar
Só por hoje vou esquecer
Do pensamento te tirar
E acabar meu padecer.


 Louvor pela benignidade divina 
Vv. 7-11:Sl 108.1-, ao Deus que por mim tudo executa. 5
Ao mestre de canto. Segundo a melodia: Não destruas. Hino de Davi, quando fugia de Saul, na caverna

57.1 Tem misericórdia de mim, ó Deus, tem misericórdia, pois em ti a minha alma se refugia; a sombra das tuas asas me abrigo, até que passem as calamidades. 2 Clamarei ao Deus Altíssimo, ao Deus que por mim tudo executa. 3 Ele dos céus me envia o seu auxílio, e me livra; cobre de vergonha os que me ferem. ( Selá.) Envia a sua misericórdia e a sua fidelidade. 4 Acha-se a minha alma entre leões, ávidos de devorar os filhos dos homens; lanças e flechas são os seus dentes, espada afiada, a sua língua. 5 Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus; e em toda a terra esplenda a tua glória. 6 armaram rede aos meus passos, a minha alma está abatida; abriram cova diante de mim, mas  eles mesmos caíram nela. (Selá.) 7 Firme está o meu coração, ó Deus, o meu coração está firme; cantarei e entoarei louvores. 8 Desperta, ó minha alma! Despertai, lira e harpa! Quero acordar a alva. 9 Render-te-ei graças entre os povos; cantar-te-ei louvores entre as nações. 10 Pois a tua misericórdia se eleva até aos céus, e a tua fidelidade até as nuvens. 11 Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus; e em toda a terra esplenda a tua glória.




Depois de longos anos
Você conseguiu me encontrar
Parecia que era difícil
Mas você não deixou de lutar

Foi uma surpresa grande
Meu coração quase não aguentou
Parecia que estava sonhando
Quando uma mensagem me mandou

Como iria encarar
Uma absurdo que cometi
Tentaria te explicar
E falar o quanto sofri

Sozinha e abandonada
Sem ter ninguém para me ajudar
De minha família afastada
Não tinha condições de lhe criar

Encontrei um médico que prometeu
Que você iria criar
Meu coração muito doeu
Porem de você tive que me afastar

Só quem sabe o que passei
Quarenta e cinco anos sem notícias ter
Quanto pranto derramei
Por saber que morreria sem te conhecer

Acabou o pesadelo
Te encontrar Deus me presenteou
Atendeu a meu apelo
Quando você me encontrou

Hoje estamos sem comunicação
Talvez você tenha me perdoado
Contudo o remorso machuca meu coração
Por eu não ter te criado.

                                               13/09/2025





 




 Conforto na perseguição
Ao mestre de canto. Segundo a melodia: A pomba nos terebintos distantes. Hino de Davi, quando os filisteus o prenderam em Gate

56.1 Tem misericórdia de mim, ó Deus, porque o homem procura ferir-me; e me oprime pelejando todo o dia; 2 Os que me espreitam continuamente querem ferir-me: e são muitos os que atrevidamente me combatem. 3 Em me vindo o temor, hei de confiar em ti. 4 Em Deus, cuja palavra eu exalto, neste Deus  ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer um mortal? 5 Todo o dia torcem as minhas palavras; os seus pensamentos são todos contra mim para o mal. 6 Ajuntam-se, escondem-se, espionam os meus passos, como aguardando a hora de me darem cabo da vida. 7 Dá-lhes a retribuição segundo a sua iniquidade. Derruba os povos, ó Deus, na tua ira! 8 Contaste os meus passos quando sofri perseguições; recolheste as minhas lágrimas no teu odre: não estão elas inscritas no teu livro? 9 No dia em que eu te invocar, baterão em retirada os meus inimigos; bem sei isto que Deus é por mim.10 Em Deus, cuja palavra eu louvo, no SENHOR, cuja palavra eu louvo, 11 neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer o homem? 12 Os votos que fiz, eu os manterei, ó Deus; render-te-ei ações de graça. 13 Pois da morte me livraste a alma, sim, livraste da queda os meus pés, para que eu ande na presença de Deus na luz da vida.


 Que os traidores sejam destruídos
Ao mestre de canto. Para instrumento de corda. Salmo didático de Davi

55.1 Dá ouvidos, ó Deus, a minha oração; não te escondas da minha súplica. 2 Atende-me, e responde-me; sinto-me perplexo em minha queixa, e ando perturbado, 3 por causa do clamor do inimigo e da opressão do ímpio; pois sobre mim lançam calamidade, e furiosamente me hostilizam. 4 Estremece-me no peito  o coração, terrores de morte me salteiam; 5 temor e tremor me sobrevém, e o horror se apodera de mim. 6 Então disse eu: Quem me dera asas como de pomba! voaria, e acharia pouso. 7 Eis que fugiria para longe, e ficaria no deserto. ( Selá.) 8 Dar-me-ia pressa em abrigar-me do vendaval e da procela. 9 Destrói, Senhor, e confunde os seus conselhos, porque vejo violência e contenda na cidade. 10  Dia e noite giram nas suas muralhas, e, muros a dentro, campeia a perversidade e a malícia; 11 há destruição no meio dela: das suas praças não se apartam a opressão e o engano. 12 Com efeito, não é inimigo que me afronta: se fosse, eu o suportaria; nem é o que me odeia quem se exalta contra mim: pois dele eu me esconderia; 13 mas és tu, homem meu igual, meu companheiro, e meu íntimo amigo. 14 Juntos andávamos, juntos nos entretínhamos, e íamos com a multidão a casa de Deus. 15 A morte os assalte, e vivos desçam a cova! porque há maldade nas suas moradas, e no seu íntimo. 16 Eu, porém, invocarei a Deus, e o SENHOR me salvará. 17 A tarde, pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas e lamentarei; e ele ouvirá a minha voz. 18 Livra-me a alma, em paz, dos que me perseguem; pois são muitos contra mim. 19 Deus ouvirá, e lhes responderá. ele que preside desde a eternidade, ( Selá.) porque não neles mudanças nenhuma, e não tem a Deus. 20 Tal home estendeu as mão contra os que tinham paz com ele; corrompeu a sua aliança. 21 A sua boca era mais macia que a manteiga, porém no coração havia guerra, as suas palavras eram mais brandas que o azeite, contudo eram espadas desembainhadas. 22 Confia os teus cuidados ao SENHOR, e ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado. 23 Tu, porém, ó  Deus, os precipitarás a cova profunda; homens sanguinários e fraudulentos não chegarão a metade dos seus dias; eu todavia, confiarei em ti.


 Apelo para o socorro divino
Ao mestre de canto. Salmo didático. Para instrumentos de corda. De Davi, quando os zifeus vieram dizer a Saul: Não está Davi homiziado entre nós?

54.1 Ó Deus, salva-me pelo teu nome, e faze-me justiça pelo teu poder. 2 Escuta, ó Deus, a minha oração, dá ouvidos as palavras da minha boca. 3 Pois contra mim se levantam os insolentes, e os violentos procuram tirar-me a vida: não tem Deus diante de si.(Selá). 4 Eis que Deus é o meu ajudador, o Senhor é quem me sustenta a vida. 5 Ele retribuirá o mal aos meus opressores: por tua fidelidade dá cabo deles. 6 Oferecer-te-ei voluntariamente sacrifícios; louvarei o teu nome, ó SENHOR, porque é bom. 7 Pois me livrou de todas as tribulações; e os meus olhos se enchem com a ruína dos meus inimigos.


 A corrupção do pecador e sua  redenção
Sl 14.1-7
Ao mestre de canto. Salmo didático de Davi, para cítara

53.1 Diz o insensato no seu coração: Não há Deus. corrompem-se e praticam iniquidade; já não há quem faça o bem. 2 Do céu olha Deus para os filhos dos homens, para ver se há quem entenda, se há quem busque a Deus. 3 Todos se extraviaram e juntamente se corromperam: não há quem faça o bem, não há nem seque um. 4 Acaso não entendem os obreiros da iniquidade? esses que devoram o meu povo, como quem come pão Eles não invocam a Deus. 5 Tomam-se de grande pavor, onde hão há quem temer; porque Deus dispersa os ossos daquele que te sitia; tu os envergonhas, porque Deus os rejeita. 6 Oxalá de Sião viesse já o livramento de Israel! Quando Deus restaurar a sorte do seu povo, então exultará Jacó, e Israel se alegrará.


 Condenação do ímpio
Ao mestre de canto. Salmo didático de Davi, quando Doegue, idumeu, fez saber a Saul que Davi entrara na casa de Abimeleque

52.1 Por que te glorias na maldade, ó homem poderoso? pois a bondade de Deus dura para sempre. 2 A tua língua urde planos de destruição; é qual navalha afiada, ó  praticadora de enganos! 3 Amas o mal antes que o bem; preferes mentir a falar retamente,(Selá.) 4 Amas todas as palavras devoradoras, ó língua fraudulenta!  5 Também Deus te destruirá para sempre; há de arrebatar-te e arrancar-te da tua tenda, e te extirpará da terra dos vivente. (Selá).  Os justos hão de ver tudo isso, temerão, e se rirão dele, dizendo: 7 Eis o homem que não fazia de Deus a sua fortaleza, antes confiava na abundância dos seus próprios bens, e na sua perversidade se fortalecia. 8 Quanto a mim, porém, sou como a oliveira verdejante, na casa de Deus; confio na misericórdia de Deus para todo o sempre. 9 Dar-te-ei graças para sempre, porque assim fizeste; na presença dos teus fiéis esperarei no teu nome, porque é bom.