LER E OUVIR HISTÓRIAS FORTALECE A MENTE E O CORAÇÃO


 As obras magníficas de Deus

111.1 Aleluia! De todo o coração renderei graças ao SENHOR, na companhia dos justos e na assembleia. 2 Grandes são as obras do SENHOR, consideradas por todos os que nelas se comprazem. 3 Em suas obras há glória e majestade, e a sua justiça permanece para sempre. 4 Ele fez memoráveis as suas maravilhas; benigno e misericordioso é o SENHOR. 5 Dá sustento aos que o temem; lembrar-se-á sempre da sua aliança. 6 Manifesta ao seu povo o poder das suas obras, dando-lhe a herança das nações. 7 As obras de suas mãos são verdade e justiça; fiéis todos os seu preceitos. 8 Estáveis são eles para todo o sempre, instituídos em fidelidade e retidão. 9 Enviou ao seu povo a redenção; estabeleceu para sempre a sua aliança: santo e tremendo é o seu nome. 10 O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria; revelam prudência todos os que a praticam. O seu louvor permanece para sempre.

O reino e o sacerdócio do Messias
Salmo de Davi

110. 1 Disse o  SENHOR ao meu Senhor: Assenta-te a minha direita, até que ponha os teus inimigos debaixo dos teus pés. 2 O SENHOR enviará de Sião o cetro do seu poder, dizendo: Domina ente os teus inimigos. 3 Apresentar-se a voluntariamente o teu povo no dia do teu poder: com santos ornamentos, como o orvalho emergindo da aurora, serão os teu jovens. 4 O SENHOR jurou e não se arrependerá: tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque. 5 O Senhor, a tua direita, no dia da sua ira, esmagará os reis. 6 Ele julga entre as nações. enche-as de cadáveres; esmagará cabeças por toda a terra. 7 De caminho bebe na torrente, e passa de cabeça erguida.
 



 

 ...  e lá vem história

Era uma vez uma cobra que fez amizade com um vagalume e ambos começaram a conviver juntos. Os anos foram se passando e aquele dois pareciam um grude a cobra louca para dar um bote no vagalume, mas o vagalume coitado, tão pequeno e sem maldade continuava ali sempre fiel a cobra. Um dia a cobra ganhou uma máquina fotográfica em um sorteio e o vagalume correu para lhe dar a notícia que foi recebida com mau gosto e ainda reclamou porque o vagalume foi lá, uma vez que de todo jeito ela saberia. Tristonho baixou a cabeça e voltou para festa. A cobra queria ser igual ao vagalume que nada lhe tirava do sério, era sempre sorridente e feliz e não se incomodava com as brincadeiras pesadas que a cobra falava pra ela. Um dia a cobra casou. O vagalume ficou sozinho, como ela engordou depois de grávida mandou todos os seus vestidos para o vagalume, que muito se alegrou em ter herdado aquelas roupas todas. Um dia o vagalume (fêmea) engravidou também e teve que ir para a casa da cobra ter seu filhinho lá. Foi sua maior decepção. A cobra viu que o vagalume estava passando demais na sala de camisola falou: Você está pensando que meu marido vai trocar o meu corpo pelo seu? Pare de está desfilando pela casa. O vagalume coitada estava toda ponteada necessitava sempre ir para o banheiro, naquele momento o vagalume pediu a uma amiga que passasse um telegrama para seus pais pedindo que viesse lhe buscar imediatamente. O Vagalume estava com pouco dias de resguardo. Quando seu pai chegou, na saída a cobra falou: Agora vá contar a sua mãe o que aconteceu, era longa a viagem, a estrada de barro num carro desconfortável, muito buraco quase três horas de viagem, o sangue vasando devido os catabilhos parecia que os pontos iam todos se abrirem, mesmo assim o Vagalume conseguiu chegar em casa e não falou nada para sua mãe inclusive morreu sem saber. Com o passar dos tempos a Cobra conseguiu abrir um comércio e no dia do trabalhador ela queria presentear os funcionários e clientes com uma lembrancinha que o vagalume fazia, então ela pagava a passagem do vagalume que ficava na casa dela até terminar depois lhe dava um agrado pagava a passagem de volta e tudo ok.  Depois de muitos anos o Vagalume veio morar perto da Cobra. A Cobra rica, o Vagalume pobre, ficava todo sem jeito quando chegava na casa dela. Quando saíam ela fazia questão de pagar o lanche porque o vagalume não tinha dinheiro. As festas eram continuas em sua casa, uma vez houve um aniversário de sua neta e o Vagalume estava lá limpando, ajeitando e quando chegou a hora dos convidado a Cobra falou: Você tem vestido longo? Não, respondeu o vagalume, então não pode entrar porque a festa e a rigor, mas como uma festa de criança poderia ser a rigor? Entristecida foi para casa. Nunca participou de uma festa em sua casa. O vagalume ali humilhado constantemente, mas sempre levando tudo na brincadeira. A cobra tinha uma casa na fazenda, daí chamou o vagalume para ir com ela, ele (a) foi todo contente e quando chegou lá houve uma discussão e o pior é que o vagalume não poderia voltar porque não tinha carro e era distante. Ficou intrigada com o vagalume por dois dias e voltaram. As intimidade vez por outra rolava, um dia o vagalume costumado a fazer uma brincadeira a qual ela muito gostava, nesse dia se estranhou e falou: NUNCA MAIS REPITA ISSO VIU, ME RESPEITE, com o dedo na cara do Vagalume que baixou a cabeça e daqui a pouco estava dando aquela gargalhada. O vagalume não saía da casa dela enquanto ela nunca vinha em sua casa, até que um dia quando veio pela primeira vez viu uma bacia de alumínio grande que o vagalume lavava roupa, daí a cobra falou: Como tua família é pequena e a minha é grande vamos trocar as bacias? Inocentemente o Vagalume disse vamos. Levou a bacia grande e deu uma toda assada e pequena ao vagalume. Dia seguinte o vagalume foi colocar um lençol de cama dentro da bacia e não coube. E agora que vou fazer, pensou o vagalume. Tenho que trocar. Pegou a bacia e foi desfazer a troca. Outra confusão, mesmo assim desfez. Mais uma vez intrigadas, e o tempo foi passando... Continua 


 Imprecações contra os inimigos
Ao mestre de canto. Salmo de Davi

109.1 Ó Deus do meu louvor, não te cales! 2 pois contra mim se desataram lábios maldosos e fraudulentos; com mentirosa língua falam contra mim. 3 Cercam-me com palavras odiosas, e sem causa me fazem guerra. 4 Em paga do meu amor me hostilizam: eu, porém orava. 5 Pagaram-me o vem com o mal, o amor, com ódio. 6 Suscita contra ele um ímpio, e a sua direita esteja um acusador. 7 Quando o julgarem, seja condenado; e tida como pecado a sua oração. 8 Os seus dias sejam poucos, e tome outro o seu encargo. 9 Fiquem órfãos os seus filhos, e viúva, a sua esposa. 10 Andem errantes os seus filhos, e mendiguem; e sejam expulsos das ruinas de suas casas. 11 De tudo o que tem lance mão o usurário; do fruto do seu trabalho esbulhem-no os estranhos. 12 Ninguém tenha misericórdia dele, nem haja quem se compadeça dos seus órgãos.13 Desapareça a sua posteridade, e na seguinte geração se extinga o seu nome. 14 Na lembrança do SENHOR viva a iniquidade de seus pais, e não se apague o pecado de sua mãe. 15 Permaneçam ante os olhos do SENHOR, para que faça desaparecer da terra a memória deles. 16 Porquanto não se lembrou de usar de misericórdia, mas perseguiu o  aflito e o necessitado, como também o quebrantado de coração, para os entregar a morte. 17 Amou a maldição: ela o apanhe; não quis a bênção: aparte-se dele. 18 Vestiu-se de maldição como de uma túnica: penetre, como água, no seu interior, e nos seus ossos, como azeite. 19 Seja-lhe como a roupa que o cobre, e como o cinto com que sempre se cinge. 20 Tal seja, da parte do SENHOR, o galardão dos meus contrários, e dos que falam mal contra a minha alma. 21 Mas tu, SENHOR  Deus, age por mim por amor do teu nome; livra-me, porque é grande a tua misericórdia. 22 porque estou aflito e necessitado, e, dentro em mim, sinto ferido o coração. 23 vou passando, como a sombra que declina; sou atirado para longe, como um gafanhoto. 24 De tanto jejuar os joelhos me vacilam, e de magreza vai mirrando a minha carne. 25 Tornei-me para eles objeto de opróbrio; quando me vêem meneiam a cabeça. 26 Socorre, SENHOR Deus meu! salva-me segundo a tua misericórdia. 27 Para que saibam vir isso das tuas mãos, que tu, SENHOR, o fizeste.28 Amaldiçoem eles, mas tu, abençoa; sejam confundidos os que contra mim se levantam; alegre-se, porém, o teu servo. 29 Cubram-se de ignominia os meus adversários, e a sua própria confusão os envolva como uma túnica. 30 Muitas graças darei ao SENHOR com os meus lábios; louvá-lo-ei no meio da multidão; 31 porque ele se põe a direita do pobre, para o livrar dos que lhe julgam a alma. 

Deus concede vitória ao seu povo
Sl 57.7-11;Vv 6-13:Sl 60.5-12
Cântico. Salmo de Davi

108.1 Firme está o meu coração, ó Deus! Cantarei e entoarei louvores de toda a minha alma. 2 Despertai, saltério e harpa! Quero acordar a alva. 3 Render-te-ei graças entre os povos, ó SENHOR! cantar-te-ei louvores entre as nações. 4 Porque acima dos céus se eleva a tua misericórdia, e a tua fidelidade para além das nuvens. 5 Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus; e em toda a terra esplenda a tua glória, 6 para que os teus amados sejam livres; salva coma tua destra, e responde-nos. 7 Disse Deus na sua santidade: Exultarei; dividirei Siquém, e medirei o vale de Sucote. 8 Meu é Gileade, meu é Manassés; Efraim é a defesa de minha cabeça; Judá é o meu cetro. 9 Moabe, porém, é a minha bacia de lavar; sobre Edom atirarei a minha sandália; sobre a Filístia jubilarei. 10 Quem me conduzirá a cidade  fortificada? Quem me guiará até Edom? 11 Não  nos rejeitaste, ó Deus? Tu não sais, ó Deus , com os nossos exércitos! 12 Presta-nos auxílio na angústia, pois vão é o socorro do homem. 13 Em Deus faremos proezas, porque ele mesmo calca aos pés os nossos adversários.
 

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 LIVRO V
Deus salva de todas as tribulações

107.1 Rendei graças ao SENHOR, porque ele é bom, e a sua misericórdia dura para sempre. 2  Digam-no os remidos do SENHOR, os que ele  resgatou da mão do inimigo, 3 e congregou de entre as terras, do Oriente e do Ocidente, do Norte e do mar. 4 Andaram errantes pelo deserto por ermos caminhos, sem achar cidade em que habitassem. 5 Famintos e sedentos, desfalecia neles a alma. 6 Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR,  e os livrou das suas tribulações. 7 Conduziu-os pelo caminho direito, para que fossem a cidade em que habitassem. 8  Rendam graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens! 9 Pois dessedentou a alma sequiosa, e fartou de bens a alma faminta. 10 Os que se assentaram nas trevas e nas sombras da morte, presos de aflição e em ferros,11 por se terem rebelado contra a palavra de Deus, e haverem desprezado o conselho do Altíssimo, 12 de modo que lhes abateu com trabalhos o coração__ caíram, e não houve quem os socorresse. 13 Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e ele os livrou das suas tribulações. 14 Tirou-os das trevas e das sombras da morte, e lhes despedaçou as cadeias. 15 Rendam graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens! 16 Pois  as portas de bronze e quebrou as trancas de ferro. 17 Os estultos, por causa do seu caminho de transgressão e por causa das suas iniquidades serão afligidos. 18 A sua alma aborreceu toda sorte de comida, e chegaram as portas da morte. 19 Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e ele os livrou das suas tribulações. 20 Enviou-lhes a sua palavra e os sarou, e os livrou do que lhes era mortal. 21 Rendam graças ao SENHOR por sua bondade, e por suas maravilhas para que com os filhos dos homens! 22 Ofereçam sacrifícios de ações de graça, e proclamem  com júbilo as suas obras! 23 os que, tomando navios, descem aos mares, os que fazem tráfico na imensidade das águas, 24 esse vêem as obras do SENHOR, e as suas maravilhas nas profundezas do abismo. 25 Pois ele falou, e fez levantar o vento tempestuoso, que elevou as ondas do mar. 26 Subiram até aos céus, desceram até aos abismos; no meio destas angústias, desfalecia-lhes a alma. 27 Andaram e cambalearam como ébrios, e perderam todo tino. 28 Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e ele os livrou das suas tribulações. 29 Fez cessar a tormenta, e as ondas s acalmaram. 30 Então se alegraram com a bonança; e assim os levou  desejado porto. 31 Rendam graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos os homens! 32 Exaltem-no também na assembleia do povo,  e o glorifiquem no conselho dos anciãos. 33 Ele converteu rios em desertos, e mananciais em terra seca; 34 terra frutífera, em deserto salgado, por causa da maldade dos seus habitantes. 35 Converteu o deserto em lençóis de água, e a terra seca em mananciais. 36 Estabeleceu aí  os famintos, os quais edificaram uma cidade em que habitassem. 37 Semearam campos e plantaram vinhas, e tiveram fartas colheitas. 38 Ele os abençoou, de sorte que se multiplicaram muito; e o gado deles não diminuiu. 39 Mas tornaram a reduzir-se, e foram humilhados pela opressão, pela adversidade e pelo sofrimento. 40 Lança ele o desprezo sobre os príncipes, e os faz andar errantes, onde não há caminho. 41 Mas levanta da opressão o necessitado, -ara um alto retiro, e lhe prospera famílias como rebanhos. 42 Os retos vêem isso e se alegram, mas o ímpio por toda parte fecha a boca. 43 Quem é sábio atente para essas cousas, e considere as misericórdias do SENHOR.


 A graça de Deus e a ingratidão de Israel
Vv 47,48: 1 Cr 16.35,36
Aleluia

106.1 Rendei graças ao SENHOR, porque ele é bom; porque a sua  misericórdia dura para sempre. 2 Quem saberá contar os poderosos feitos do SENHOR, ou anunciar os seus louvores? 3 Bem-aventurados os que guardam a retidão, e o que pratica a justiça em todo tempo. 4 Lembra-te de mim,  SENHOR, segundo a tua bondade para com o teu povo; visita-me com a tua salvação, 5 para que eu veja a prosperidade dos teus escolhidos, e me alegre com a alegria do teu povo, e me regozije com a tua herança.6 Pecamos, como nossos pais; cometemos iniquidade, procedemos mal. 7 Nossos pais, no Egito, não atentaram as tuas maravilhas; não se lembraram da multidão das tuas misericórdias, e foram rebeldes junto ao mar, o Mar Vermelho. 8 Mas ele os salvou por amor do seu nome, para lhes fazer notório o seu poder. 9 Repreendeu o Mar Vermelho e ele secou; e fê-lo passar pelos abismos, como por um deserto. 10 Salvou-os das mãos de quem os odiava, e os remiu do poder do inimigo. 11 As águas cobriram os seus opressores; nem um deles escapou. 12 Então creram nas suas palavras, e lhe cantaram louvor.13 Cedo, porém se esqueceram das suas obras, e não lhe aguardaram os desígnios;14 entregaram-se a cobiça, no deserto; e tentaram a Deus na solidão. 15 Concedeu-lhes o que pediram, mas fez definhar-lhes a alma. 16 Tiveram inveja de Moisés no acampamento, e de Arão, o santo do SENHOR. 17 Abriu-se a terra e tragou a Datã, e cobriu o grupo de Abirão. 18 Ateou-se um fogo contra o seu grupo: a chama abrasou os ímpios. 19 Em Horebe fizeram um bezerro, e adoraram o ídolo fundido. 20 E assim trocaram a glória de Deus pelo simulacro de um novilho que come erva. 21 Esqueceram-se de Deus, seu Salvador, que, no Egito, fizera cousas portentosas, 22 maravilhas na terra de Cão, tremendos feitos no Mar Vermelho. 23 Tê-los-ia exterminado, como dissera o SENHOR, se Moisés, seu escolhido, não se houvesse interposto, impedindo que sua cólera os destruísse. 24 Também desprezaram a terra aprazível,  e não  deram crédito a sua palavra, 25 antes murmuraram em suas tendas, e não acudiram a voz do SENHOR. 26 Então lhes jurou, de mão erguida, que os havia de arrasar no deserto; 27 e também derribaria entre as nações a sua descendência, e os dispersaria por outras terras. 28 Também se juntaram a Baal-Peor, e comeram os sacrifícios dos ídolos mortos. 29 Assim, com tais ações, o provocaram a ira; e grassou peste entre eles. 30 Então se levantou Finéias e executou o juízo; e cessou a peste. 31 Isso lhe foi imputado por justiça, de geração em geração, para sempre. 32 Depois o indignaram nas águas de Meribá, e, por causa deles, sucedeu mal a Moisés, 33 pois foram rebeldes ao Espírito de Deus, e Moisés falou irrefletidamente. 34 Não exterminaram os povos, como o SENHOR lhes ordenara. 35 Ants se mesclaram com as nações, e lhes aprenderam as obras; 36 deram culto a seus ídolos, os quais se lhes converteram em laço; 37 pois imolaram seus filhos e suas filhas aos demônios, 38 e derramaram sangue inocente, o sangue de seus filhos e filhas que sacrificaram aos ídolos de Canaã; e a terra foi contaminada com sangue. 39 Assim se contaminaram com as suas obras, e se prostituíram nos seus feitos. 40 Acendeu-se por isso, a ira do SENHOR, contra o seu povo, e ele abominou a sua própria herança, 41 e os entregou ao poder das nações; sobre eles dominaram os que os odiavam. 42 Também os oprimiram os seus inimigos, sob cujo poder foram subjugados. 43 Muitas vezes os libertou, mas eles o provocaram com os seus conselhos e, por sua iniquidade, foram abatidos. 44 Olhou-os, contudo, quando estavam angustiados e lhes ouviu o clamor; 45 lembrou-se, a favou deles, de sua aliança, e se compadeceu, segundo a multidão de suas misericórdias. 46 Fez também que lograssem compaixão de todas os que os levaram cativos. 47 Salva-nos, SENHOR, nosso Deus, e congrega-nos  de entre as nações, para que demos graças ao teu santo nome, e nos gloriemos no teu louvor. 48 Bendito seja o SENHOR, Deus de Israel, de eternidade a eternidade; e todo o povo diga: Amem. Aleluia.


Chegou o final do mês, último dia e estou aqui para agradecer por tanta generosidade que meus leitores tiveram para comigo, não deixam nomes nem comentários são todos anônimos mesmo assim fico feliz em todo mês saber que tenho leitores fies que gosto das minhas histórias a prova é que sempre estão comigo. Países que nem sei suas localizações onde ficam principalmente esses Outros. Gratidão a todos por mais de quatro mil visualizações.

Brasil
4,07 mil
Estados Unidos
13
Suíça
2
França
1
Outro
289


OBRIGADA MAIS UMA VEZ.


 As maravilhosas obras do SENHOR a favor de Israel
1 Cr 16.7-22

105.1 Rendei graças ao SENHOR, invocai o seu nome, fazei conhecidos, entre os povos, os seus feitos. 2 Cantai-lhe, cantai-lhe salmos; narrai todas as suas maravilhas. 3 Gloriai-vos no seu santo nome; alegre-se o coração dos que buscam o  SENHOR. 4 Buscai o SENHOR e o seu poder; buscai perpetuamente a sua presença. 5 Lembrai-vos das maravilhas que fez, dos seus prodígios e dos juízos de seus lábios, 6 vós, descendentes de Abraão, seu servo, vós, filhos de Jacó, seus escolhidos. 7 Ele é o  SENHOR nosso Deus; os seus juízos permeiam toda a terra. 8 Lembra-se perpetuamente da sua aliança, da palavra que empenhou para mil gerações; 9 da aliança que fez com Abraão, e do juramento que fez a Isaque; 10 o qual confirmou a Jacó por decreto e a Israel por aliança perpétua, 11 dizendo: Dar-te-ei a terra de Canaã, como quinhão da vossa herança. 12 Então eram eles em pequeno número, pouquíssimos e forasteiros nela; 13 andavam de nação em nação, dum reino para outro reino. 14 A ninguém permitiu que os oprimisse; antes, por mor deles, repreendeu a reis, 15 dizendo: Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas. 16 Fez vir fome sobre a terra e cortou os meios de se obter pão. 17 Diante deles enviou um homem, José, vendido como escravo; 18 cujos pés apertaram com grilhões, e a quem puseram em ferros, 19 até cumprir-se a profecia a respeito dele, e tê-lo provado a palavra do SENHOR. 20 O rei mandou soltá-lo, o potentado dos povos o pôs em liberdade. 21 Constituiu-o senhor de sua casa, e mordomo de tudo o que possuía, 22 para, a seu talante, sujeitar os seus príncipes, e aos seus anciãos ensinar a sabedoria. 23 Então Israel entrou no Egito, e Jacó peregrinou na terra de Cão. 24 Deus fez sobremodo fecundo o seu povo, e o tornou mais forte do que os seus opressores. 25 Mudou-lhes o coração para que odiassem o seu povo, e usassem de astúcia para com os seus servos. 26 E lhes enviou Moises, seu servo, a Arão, a quem escolhera, 27 por meio dos quais fez, entre eles, os seus sinais e maravilhas na terra de Cão. 28 Enviou trevas, e tudo escureceu; e Moisés e Arão não foram rebeldes a sua palavra. 29Transformou-lhes as águas em sangue, e assim lhes fez morrer os peixes. 30 Sua terra produziu rãs em abundância, até nos aposentos dos reis. 31 Ele falou, e vieram nuvens de moscas, e piolhos em em todo o seu país. 32 por chuva deu-lhes saraiva, e fogo chamejante na sua terra. 33 Devastou-lhes os vinhedos e os figueirais, e lhes quebrou as árvores dos seus termos. 34 Ele falou, e vieram gafanhotos, e saltões sem conta, 35 os quais devoraram toda a erva do país, e comeram o fruto dos seus campos. 36 Também feriu de morte a todos os primogênitos da sua terra, as primícias do seu vigor. 37 Então fez sair o seu povo, com prata e ouro, e entre as suas tribos não havia  um só inválido. 38 Alegrou-se o Egito quando eles saíram, porquanto lhe tinham infundido terror. 39 Ele estendeu uma nuvem que lhes servisse de toldo, e um fogo para os alumiar de noite. 40 Pediram, e ele fez vir codornizes, e os saciou com pão do céu. 41 Fendeu a rocha, e dela brotaram águas, que correram, qual torrente, pelo deserto. 42 Porque estava lembrado da sua santa palavra, e de Abraão seu servo, 43 E conduziu com alegria o seu povo, e com jubiloso canto os seus escolhidos. 44 Deu-lhes as terras das nações e eles se apossaram do trabalho dos povos, 45 para que lhe guardassem os preceitos, e lhe observasse, e lhe observassem as leis. Aleluia.

 

Louvar ao Deus criador

104.1 Bendizei, ó minha alma, ao SENHOR! SENHOR, Deus meu, com tu és magnificente! sobrevestido de glória e majestade, 2 coberto de luz como de um manto. Tu estendes o céu como uma cortina, 3 pões nas águas o vigamento da tua morada, tomas as nuvens por teu carro, e voas nas asas do vento. 4 Fazes a teus anjos ventos, e a teus ministros, labareda de fogo. 5 Lançaste os fundamentos da terra, para que não vacile em tempo nenhum. 6 Tomaste o abismo por vestuário e a cobriste; as águas  ficaram acima das montanhas; 7 a tua repreensão fugiram, a voz do teu trovão bateram em retirada. 8 Elevaram-se os montes, desceram os vales, até ao lugar que lhes havias preparado. 9 Puseste as águas divisa que não ultrapassarão, para que não tornem a cobrir a terra. 10 Tu fazes rebentar fontes no vale, cujas águas correm entre os montes; 11 dão de beber a todos os animais do campo; os jumentos selvagens matam a sua sede. 12 Junto delas tem as aves do céu o seu pouso e, por entre a ramagem, desferem o seu canto. 13 Do alto de tua morada regas os montes; a terra farta-se do fruto de tuas obras. 14 Fazes crescer a relva para os animais, e as plantas para o serviço do homem, de sorte que da terra tire o seu pão; 15 o vinho, que alegra o coração do homem, o azeite que lhe dá brilho ao rosto, e o pão que lhe sustém as forças. 16 Avigoram-se as árvores do  SENHOR, e os cedros do Líbano que ele plantou, 17 em que as aves fazem seus ninhos; quanto a cegonha, a sua casa é nos ciprestes.18 Os altos montes são das cabras montesinas, e as rochas o refúgio dos arganazes. 19 Fez a lua para marcar o tempo: o sol conhece a hora do seu ocaso. 20 Dispões  as trevas, e vem a noite, na qual vagueiam os animais da selva. 21 Os leõezinhos rugem pela presa, e buscam de Deus o sustento; 22 em vindo o sol, eles se recolhem e se acomodam nos seus covis. 23 Sai o homem para o seu trabalho, e para o seu encargo até a tarde. 24 Que variedade, SENHOR, nas tuas obras! todas com sabedoria as fizeste; cheia está a terra das tuas riquezas. 25 Eis o mar vasto, imenso, no qual se movem seres sem conta, animais pequenos e grandes. 26 Por ele transitam os navios, e o monstro marinho que formaste para nele folgar. 27 Todos esperam de ti que lhes dês de comer a seu tempo. 28 Se lhes dás, eles o recolhem; se abres a mão, eles se fartam de bens. 29 Se ocultas o teu rosto, eles se perturbam; se lhes cortas a respiração, morrem, e voltam aos seu pó. 30 Envias o teu Espírito, eles são criados, e assim renovas a face da terra. 31 A glória do SENHOR seja para sempre! Exulte o SENHOR por suas obras! 32 Com só olhar para a terra ele a faz tremer; toca as montanhas, e elas fumegam. 33 Cantarei ao SENHOR enquanto eu viver; cantarei ao SENHOR enquanto eu viver; cantarei louvores ao meu Deus durante a minha vida. 34 Seja-lhe agradável a minha meditação; eu me alegrarei no SENHOR. 35 Desapareçam da terra os pecadores, e já não subsistam os perversos. Bendize, ó minha alma, ao SENHOR! Aleluia!