Quem sou eu
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7.16 Cheguei-me a um dos que estavam perto, e lhe pedi a verdade acerca de tudo isto. Assim ele me disse, e me fez sabe a interpretação das cousas. 17 Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis, que se levantarão da terra. 18 Mas os santos do Altíssimo receberão o reino, e o possuirão para todo o sempre, de eternidade em eternidade. 19 Então tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros, muito terrível, cujos dentes eram de ferro, e cujas unhas eram de bronze; que devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobejava; 20 e também dos dez chifres que tinha na cabeça, e do outro que subiu, de diante do qual caíram três, daquele chifre que tinha olhos, e uma boca que falava com insolência, e parecia mais robusto do que os seus companheiros. 21 Eu olhava e eis que este chifre fazia guerra contra os santos, e prevalecia contra eles, 22 até que veio o Ancião de dias, e fez justiça aos santos do Altíssimo; e veio o tempo em que os santos possuíram o reino. 23 Então ele disse: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a posará aos pés, e a fará em pedaços. 24 Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo reino; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. 25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade dum tempo. 26 Mas depois se assentará o tribunal para lhe tirar o domínio, para o destruir e consumir até ao fim. 27 O reino e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu, serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão. 28 Aqui terminou o assunto. Quanto a mim, Daniel, os meus pensamentos muito me perturbaram, e o meu rosto se empalideceu; mas guardei estas cousas no coração.
O sonho sobre os quatro animais
7.1 No primeiro ano de Belsazar, rei de Babilônia, teve Daniel um sonho, e visões ante seus olhos, quando estava no seu leito; escreveu logo o sonho e relatou a suma de todas as cousas. 2 Falou Daniel, e disse: Eu estava olhando, durante a minha visão da noite, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o Grande Mar. 3 Quatro animais, grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar. 4 O primeiro era como leão, e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, foi levantado da terra, e posto em dois pés como homem; e lhe foi dada mente de homem. 5 Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou sobre um dos seus lados; na boca, entre os dentes, trazia três costelas; e lhe diziam: Levanta-te, devora muita carne. 6 Depois disto, continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha nas costas quatro asas de ave; tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio. Depois disto, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível, espantoso e sobremodo forte, o qual tinha grandes dentes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres. 8 Estando eu a observar os chifres, eis que entre eles subiu utro pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres, foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava com insolência. 9 Continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e o Ancião de dias se assentou; sua veste era branca como a neve, e os cabelos da cabeça como a pura lã; o seu trono era chamas de fogo, cujas rodas eram fogo ardente. 10 Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríade de miríades o serviam, e miríade de miríade estavam diante dele; assentou-se o tribunal, e se abriram os livros. 11 Então estive olhando, por causa da voz das insolentes palavras que o chifre proferia; estive olhando e vi que o animal foi morto, e o seu corpo desfeito e entregue para se queimado pelo fogo. 12 Quanto aos outros animais, foi-lhes tirado o domínio; todavia foi-lhes dada prolongação de vida por um prazo e um tempo. 13 Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o filho do homem, e dirigiu-se ao Ancião de dias, e o fizeram chegar até ele. 14 Foi-lhe dado domínio e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno que não passará, e o seu reino jamais será destruído.15 Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi alarmado dentro em mim, e as visões da minha cabeça me perturbaram.
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6.15 Então aqueles homens foram juntos ao rei, e lhe disseram: Sabe, ó rei, que é lei dos medos e dos persas que nenhum interdito ou decreto, que o sancione, se pode mudar. 16 Então o rei ordenou que trouxessem a Daniel, e o lançassem na cova dos leões. Disse o rei a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente seres que ele te livre. 17 Foi trazida uma pedra e posta sobre a boca da cova; selou-a o r ei com o seu próprio anel, e com o dos seus grandes, para que nada se mudasse a respeito de Daniel. 18 Então o rei se dirigiu para o seu palácio, passou a noite em jejum, e não deixou trazer a sua presença instrumentos de música; e fugou dele o sono. 19 Pela manhã, ao romper do dia, levantou-se o rei e foi com pressa a cova dos leões. 20 Chegando-se ele a cova, chamou por Daniel: Daniel, servo do Deus vivo, dar-se -ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões? 21 Então Daniel falou ao rei: ó rei, vive para sempre! 22 O meu Deus enviou o seu anjo, e fechou a boca aos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; também contra ti, ó rei, não cometi delito algum. 23 Então o rei se alegrou sobremaneira e mandou tirar a Daniel da cova; assim foi tirado Daniel da cova, e nenhum dano se achou nele, porque crera no seu Deus. 24 Ordenou o rei, e foram trazidos aquele homens que tinham acusado a Daniel, e foram lançados na cova dos leões, eles, seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova e já os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam todos os ossos. 25 Então o rei Dario escreveu aos povos, nações e homens de todas as línguas, que habitam em toda a terra; Paz os seja multiplicada! 26 Faço um decreto, pelo qual em todo o domínio do meu reino os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel; porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre; o seu reino não será destruído, e o seu domínio não terá fim. 27 Ele livra e salva, e faz sinais e maravilhas no céu e na terra; foi ele quem livrou Daniel do poder dos leões, 28 Daniel, pois, prosperou no reinado de Dario, e no reinado de Ciro, o persa.
Daniel na cova dos leões
6.1 Pareceu bem o Dario constituir sobre o reino a cento e vinte sátrapas, que estivessem por todo o reino; 2 e sobre eles três presidentes, dos quais Daniel era um, aos quais estes sátrapas dessem contra, para que o rei não sofresse dano. 3 Então o mesmo Daniel se destingiu destes presidentes e sátrapas, porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava em estabelecê-lo sobre todo o reino.4 Então os presidentes os sátrapas procuraram ocasião para acusar a Daniel a respeito do reino; mas não puderam achá-la, nem culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa. 5 Disseram pois, estes homens: Nunca acharemos ocasião alguma para acusar a este Daniel, se não a procurarmos contra ele na lei do seu Deus. 6 Então estes presidentes e sátrapas foram juntos ao rei, e lhe disseram: Ó rei Dario vive para sempre! 7 Todos os presidentes do reino, os prefeitos e sátrapas, conselheiros e governadores, concordaram em que o rei estabeleça um decreto e faça firme o interdito que todo homem que, por espaço de trinta dias, fizer petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, e não ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões. 8 Agora, pois, ó rei, sanciona o interdito, e assina a escritura, para que não seja mudado, segundo a lei dos medos e dos persas, que se não pode revogar. 9 Por esta causa o rei Dario assinou a escritura e o interdito. 10 Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa, e, em cima, no seu quarto, onde havia janelas abertas da banda de Jerusalém, três vezes no dia se punha de joelhos, e orava e dava graças, diante do seu Deus, como costuma fazer. 11 Então aqueles homens foram juntos, e, tendo achado a Daniel a orar e a suplicar, diante do seu Deus, 12 se apresentaram ao rei e a respeito do interdito real, lhe disseram: Não assinaste um interdito, que, por espaço de trinta dias, todo homem que fizesse petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, e não a ti, ó rei, fosse lançado na cova dos leões? Respondeu o rei, e disse: Esta palavra é certa, segundo a lei dos medos e dos persas, que se não pode revogar. 13 Então responderam, e disseram ao rei: Esse Daniel, que é dos exilados de Judá, não faz caso de ti ó rei, nem do interdito que assinaste, antes três vezes por dia faz a sua oração. 14 Tendo o rei ouvido estas cousas, ficou muito penalizado, e determinou consigo mesmo livrar a Daniel; e até ao por do sol se empenhou por salva-lo.
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5.16 Eu, porém, tenho ouvido dizer de ti que podes dar interpretações e solucionar casos difíceis; agora, se puderes ler esta escritura, fazer-me saber a sua interpretação, será vestido de púrpura, terás cadeia de couro ao pescoço, e será o terceiro no meu reino. 17 Então respondeu Daniel, e disse na presença do rei: Os teus presentes fiquem contigo, e dá os teus prêmios a outrem; todavia lerei ao ri a escritura, e lhe farei saber a interpretação. 18 Ó rei! Deus, o Altíssimo, deu a Nabucodonosor, teu pai, o rei reino, e grandeza, glória e majestade. 19 Por causa da grandeza, que lhe deu, povos, nações e homens de todas as línguas tremiam e temiam diante dele; matava a quem queria, e a quem queria deixava com vida; a quem queria abatia. 20 Quando, porém o seu coração se elevou, e o seu espírito se tornou soberbo e arrogante, foi derribado do seu trono real, e passou dele a sua glória. 21 Foi expulso dentre os filhos dos homens, o seu coração foi feito semelhantes ao dos animais, e a sua morada foi com os jumentos monteses; deram-lhe a comer erva como aos bois, e do orvalho do céu foi molhado o seu corpo, até que conheceu que Deus, o Altíssimo, tem domínio sobre o reino dos homens, e a quem quer constitui sobre ele. 22 Tu , Belsazar, que és seu filho, não humilhaste o teu coração, ainda que sabias tudo isto. 23 E te levantaste contra o Senhor do céu, pois foram trazidos os utensílios da casa dele perante te, e tu, os teus grandes, as tuas mulheres e as teus concubinas, bebestes vinho neles; além disto, deste louvores aos deuses de prata, de ouro, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra, que não vêem, não ouvem, nem sabe; mas, a Deus, em cuja mão está a tua vida, e todos os teus caminhos, a ele não glorificaste. 24 Então da parte dele foi enviada aquela mão que traçou esta escritura. 25 Esta, pois, é a escritura que se traçou; MENE, MENE, TEQUEL, e PARSIM. 26 Esta é a interpretação daquilo; MENE: Contou Deus o teu re ino, e deu cabo dele. 27 TEQUEL: Pesado foste na balança, e achado em falta. 28 PERES: Dividido foi o teu reino, e dado aos medos e aos persas. 29 Então mandou Belsazar que vestissem Daniel de púrpura, e lhe pusessem cadeia de ouro ao pescoço, e proclamassem que passaria a ser o terceiro do governo do seu reino. 30 Naquela mesma noite foi morto Belsazar, rei dos caldeus. 31 E Dário, o medo, com cerca de sessenta e dois anos, se apoderou do reino.
A escritura na parede
5.1 O rei Belsazar deu um grande banquete a mil dos seus grandes, e bebeu vinho na presença dos mil. 2 Enquanto Belsazar bebia e apreciava o vinho, mandou trazer os utensílios de ouro e de prata, que Nabucodonosor, seu pai tirara do templo que estava em Jerusalém, para que neles bebessem o rei, e os seus grandes as suas mulheres e concubinas. 3 Então trouxeram os utensílios de ouro, que foram tirados do templo da casa de Deus, que estava em Jerusalém, e beberam neles o rei, os seus grandes, as suas mulheres e concubinas. 4 Beberam o vinho, e deram louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira, e de pedra. 5 No mesmo instante apareceram uns dedos de mão de homem, e escreviam, defronte do candeeiro, na caiadura da parede do palácio real; e o rei via os dedos que estavam escrevendo. 6 Então se mudou o semblante do rei, e os seus pensamentos o turbaram; as juntas dos seus lombos se relaxaram, e os seus joelhos batiam um no outro. 7 O rei ordenou em oz alta que se introduzissem os encantadores, os caldeus e os feiticeiros; falou o rei, e disse aos sábios de Babilônia: Qualquer que ler esta escritura, e me declarar a sua interpretação, será vestido de púrpura, trará uma cadeia de ouro ao pescoço, e será o terceiro no meu reino. 8 Então entraram todos os sábios do rei; mas não puderam ler a escritura, nem fazer saber ao rei a sua interpretação. 9 Com isso se perturbou muito o rei Belsazar, mudou-se lhe o semblante; e os seus grandes estavam sobressaltados. 10 A rainha-mãe, por causa do que havia acontecido ao rei e aos seus grandes, entrou na casa do banquete, e disse: Ò rei, vive para sempre! não te turbem os teus pensamentos, nem se mude o teu semblante. 11 Há no teu reino um home, que tem o espírito dos Deuses santos; nos dias de teu pai se achou nele luz e inteligência, e sabedoria como a sabedoria dos deuses; teu pai, o rei Nabucodonosor, sim, teu pai, o rei, constituiu chefe dos magos, dos encantadores, dos caldeus e dos feiticeiros, 12 porquanto espírito excelente, conhecimento e inteligência, interpretação de sonhos, declaração de enigmas e solução de casos difíceis, se acharam neste Daniel, a quem o rei pusera o nome de Beltessazar; chame-se, pois, a Daniel, e ele dará a interpretação. 13 Então Daniel foi introduzido a presença do rei. Falou o rei, e disse a Daniel: És tu aquele Daniel, dos cativos de Judá, que o rei, meu pai, trouxe de Judá? 14 Tenho ouvido dizer a teu respeito que espírito dos deuses está em ti, e que em ti se acham luz, inteligência e excelente sabedoria. 15 Acabam de ser introduzidos a minha presença os sábios e os encantadores, para lerem esta escritura e me fazerem saber a sua interpretação; mas não puderam da a interpretação destas palavras.
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4.21 cuja folhagem era formosa, e o seu fruto abundante, e em que para todos havia sustento, debaixo da qual os animais do campo achavam sombra, e em cujos ramos as aves dos céus faziam morada, 22 és tu, ó rei que cresceste, e vieste a ser forte; a tua grandeza cresceu, e chega até ao céu, e o teu domínio até a extremidade da terra. 23 Quanto ao que viu o rei um vigilante, um santo, que descia do céu, e que dizia: Cortai a árvore e destruí-a, mas a cepa com as raízes deixai na terra, atada com cadeias de ferro e de bronze, na erva do campo; seja ele molhado de orvalho do céu, e a sua porção seja com os animais do campo, até que passem sobre ele sete tempos. 24 Esta é a interpretação, ó rei; e este é o decreto do Altíssimo, que virá contra o rei, meu senhor: 25 serás expulso de entre os homens, e a tua morada será com os animais do campo, e dar-te-ão a comer ervas como aos bois, e serás molhado do orvalho do céu; e passar-se-ão sete tempos por cima de tu; até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. 26 Quanto ao que foi dito, que se deixasse a cepa da árvore com as suas raízes, o teu reino tornao cabo de doze meses, passeando sobre o palácio real de Babilônia, rá a ser teu, depois que tiveres conhecido que o céu domina. 27 Portanto, ó rei, aceita o meu conselho, e põe termo em teus pecados pela justiça, e as tuas iniquidades usando de misericórdia para com os pobres; e talvez se prolongue a tua tranquilidade. 28 Todas estas cousas sobrevieram ao rei Nabucodonosor. 29 Ao cabo de doze meses, passeando sobre o palácio real de Babilônia, 30 falou o rei, e disse: Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real, com o meu grandioso poder e para glória da minha majestade? 31 Falava ainda o rei quando desceu uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Já passou de ti o reino. 32 Serás expulso de entre os homens, e a tua morada será com os animais do campo, e far-te-ão comer ervas como os bois, e passar-se-ão sete tempos por cima de ti, até que aprendas que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o da a quem quer. 33 No mesmo instante se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor, e foi expulso de entre os homens, e passou a comer erva como os bois, o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceram os cabelos como as penas de águia, e as suas unhas como as das aves. 34 Mas ao fim daqueles dias eu, Nabucodonosor, levantei os olhos ao céu, tornou-me a vir o entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é sempiterno, e cujo reino é de geração em geração. 35 Todos os moradores da terra são por ele reputados em nada; e segundo a sua vontade ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes? 36 Tão longo me tornou a vir o entendimento, também para a dignidade do meu reino tornou-me a vir a minha majestade e o meu resplendor; buscaram-me os meus conselheiros e os meus grandes; fui restabelecido no meu reino, e a mim se me ajuntou extraordinária grandeza. 37 Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo exalço e glorifico ao Rei do céu; porque todas as suas obras são verdadeiras, e os seus caminhos justos, e pode humilhar aos que andam na soberba.


