LER E OUVIR HISTÓRIAS FORTALECE A MENTE E O CORAÇÃO


 Hoje foi um dia triste. Muita chuva e eu resolvi dormir até mais tarde já que estou de férias. Carlos foi trabalhar e no lugar de voltar amanhã vai ter que tirar um extra e só estará em casa segunda-feira. Devido a violência não costumo mais sair, prefiro fazer meus crochês, alimentar meus gatos de rua que são oito fora um que adotei que se chama Douglas e minha Nininha castrada que são meu divertimento. Penso em passar dois dias com minha irmã em Recife, mas infelizmente não posso porque ela dorme meio de minhas pernas e quando saiu para algum lugar ela fica me procurando, também somos só nos dois e Alexa que me dá notícias do mundo inteiro. Estou acostumada com minha solidão, não suporto ir para casa de ninguém e também fico agoniada quando chega alguém na minha casa. Bom dia, boa tarde tudo bem, mas quando entra e não quer sair mais isso me deixa agitada, por isso prefiro sempre ficar quieta dentro de minha casa. Quando estou me sentindo muito presa vou até a parada de ônibus que fica em frente a minha casa e dou um rolê na cidade, não pago passagem, passo duas horas e meia fazendo o circular dentro do ônibus e onde entro na parada desço porque o terminal e perto de minha casa. Poderia ir de carro, mas gasolina está muito caro e eu não pago passagem... Amanhã talvez se não estiver esse dilúvio que está acontecendo aqui em João Pessoa, poderei até ir, mas se chover: Meia, calça cumprida, camisa manga longa, toquinha na cabeça, deitar no sofá e assistir Netflix até umas horas, e por falar em Netflix assistam NÃO SE MEXA suspense, muito bom.

 

A oração de Daniel pelo povo

9.1 No primeiro ano de Dario, filho de Assuero, da linhagem dos medos, o qual foi constituído rei sobre o reino dos caldeus, 2 no primeiro ano do seu reinado, eu Daniel, entendi, pelos livros, que o número de anos, de que falara o SENHOR ao profeta jeremias, em que haviam de durar as assolações de Jerusalém, era de setenta anos. 3 Voltei o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, pano de saco e cinza. 4 Orei ao SENHOR meu Deus, confessei, e disse: Ah! Senhor! Deus grande e temível, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos; 5 temos pecado e cometido iniquidades, procedemos perversamente, e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e  dos teus juízos; 6 e e não demos ouvidos aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, nossos príncipes, e nossos pais, como também a todo o povo da terra. 7 A ti, ó Senhor, pertence a justiça mas a nós o corar de vergonha, como hoje se vê; a nós, os homens de Judá, os moradores de Jerusalém, todo o Israel, quer os de perto, quer os de longe, em todas as terras por onde os tens lançado, por causa das suas transgressões que cometeram contra ti. 8 Ó SENHOR, a nós pertence o corar de vergonha, aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, porque temos pecado contra ti. 9 Ao Senhor, nosso Deus, pertence a misericórdia, e o perdão; pois nos temos rebelado contra ele, 10 e não obedecemos a voz do SENHOR, nosso Deus, para andarmos nas suas leis, que nos deu por intermédio de seus servos, os profetas. 11 Sim, todo o Israel transgrediu a tua lei, desviando-se, para não obedecer a tua voz; por isso a maldição e mprecações que estão escritas na lei de Moisés, servo de Deus, se derramaram sobre nós; porque temos pecado contra ele. 
CONTINUA...

Quando eu era jovem e bonita
Com meus cabelos alongados
Chamava atenção por onde passava
E era bastante cobiçada

Aproveitei muito minha juventude
Viajei, trabalhei e namorei
Sabia que tudo era passageiro
Por isso por esse tempo corria

Passei a infância passeando nos sítios
Acompanhada com uma irmã e uma prima
Mas também tinha dois adolescentes
Que iam primeiro que a gente

Tempo bom que não volta mais
Hoje nada disso podemos fazer 
Estupros, mortes e drogas
É o que os adolescentes quer

Não se existe mais respeito
Cada filho dentro do seu quarto
O almoço ninguém senta mais na mesa
Todo mundo está isolado

O diálogo nem se fala
Estão sempre no jogo e não escuta
Quando os pais questionam alguma coisa
Chega seu rosto muda

Ninguém controla mais seus filhos
A benção que era uma coisa sagrada
Agora isso não existe mais
Isso que me deixa mais arretada

Eu ainda sou do tempo antigo
Aquela que está sempre a benção exigir
Eles ficam encabulados
Quando eu chego tratam de fugir

Esse é o mundo moderno
Mundo da globalização
Mais Jesus está já voltando
Para resolver logo essa situação.

OBS: Essa é uma espécie de poesia que não há rima, são falas expressadas em verso para não ser feito eu texto.




Pergunto a Deus porque ainda vivo
Se tudo que quis já conquistei
Então procurei um motivo
E logo o encontrei

Minha missão não está terminada
Tenho meu neto para preparar para vida
Quero vê-lo usando farda
Antes da minha partida

Meio caminho já está andado
Agora só falta a confirmação
De ver me neto fardado
Será pra mim grande emoção

Falta pouco tempo para essa agonia passar
Peço a Deus que seja feito a sua vontade
De meu neto a escola policial ingressar
E ser igual ao seu avô um policial de verdade.

                27/07/26

 

 Continuação:

8.14 Eles me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado. 15 Havendo eu, Daniel, tido a vidão, procurei entendê-la, e eis que se me apresentou diante uma  como aparência de homem. 16 E ouvi uma voz de homem de entre as margens do Ulai, a qual gritou e disse: Gabriel, dá a entender a este a visão. 17 Veio, pois, para  perto donde eu estava; ao chegar ele, fiquei amedrontado, e prostrei-me com o rosto em terra; mas ele me disse: Entende, filho do homem, pois esta visão  se refere ao tempo do fim. 18 Falava ele comigo quando caí sem sentido, rosto em terra; ele, porém, me tocou e me pôs em pé no lugar onde eu achava; 19 e disse: Eis que te farei saber o que há de acontecer no último  tempo da ira; porque esta visão se refere ao tempo determinado do fim. 20 Aquele carneiro que viste com dois chifres são os da Média e da Pérsia; 21 mas o bode peludo é o rei da Grécia; o chifre grande entre os olhos é o primeiro rei; 22 o ter sido quebrado, levantando-se quatro em lugar dele, significa que quatro reinos se levantarão deste povo, mas não com força igual a que ele tinha. 23 Mas, no fim do seu reinado, quando os prevaricadores acabarem, levantar-se-á um rei de feroz catadura e entendido de intrigas. 24 Grande é o seu poder, mas não por sua própria força; causará estupendas destruições, prosperará e fará o que lhe aprouver; destruirá os poderosos e o povo santo. 25 por sua astúcia nos seus empreendimentos fará prosperar o engano, no seu coração se engrandecerá, e destruirá a muitos que vivem despreocupadamente; levantar-se-á contra o Príncipe dos príncipes, mas será quebrado sem esforço de mãos humanas.26 A visão da tarde e da manhã, que foi dita, é verdadeira; tu, porém, preserva a visão, porque se refere a dias ainda mui distantes. 27 Eu, Daniel, enfraqueci, e estive enfermo alguns dias; então me levantei e tratei dos negócios do rei. Espantava-me com a visão, e não havia quem a entendesse.

 
 A  visão sobre em carneiro e um bode
 
8.1 No ano terceiro do reinado do rei Belsazar eu Daniel, tive uma visão depois daquela que eu tivera a principio. 2 Quando a visão me veio, pareceu-me estar eu na cidadela de Susã, que é província de Elão, e vi que estava junto ao rio Ulai. 3 Então levantei os olhos, e vi, e eis que um carneiro estava diante do rio, o qual tinha dois chifres, e os dois chifres eram altos mas um mais alto do que o outro; e mais alto subiu por último. 4 Vi que o carneiro dava marradas para o ocidente, e para o norte e para o sul; e nenhum dos dos animais lhe podia resistir, nem havia quem pudesse livrar-se do seu poder; ele, porém, fazia segundo a sua vontade, e assim se engradecia.5 Estando eu observando, eis que um bode vinha do ocidente sobre toda a terra, mas sem tocar no chão; este bode tinha um chifre notável entre os olhos; 6 dirigiu-se ao carneiro que tinha os dois chifres, ao qual eu tinha visto diante do rio; e ocorreu contra ele com todo o seu furioso poder. 7 Vi-o chegar perto do carneiro, e, enfurecido contra ele, o feriu e lhe quebrou os dois chifres, pois não havia força no carneiro para lhe resistir; mas o bode o lançou por terra e o pisou aos pês, e não houve quem pudesse livrar o carneio do poder dele. 8 O bode se engrandeceu sobremaneira;; e na sua força quebrou-se-lhe o grande chifre, e em seu lugar saíram quatro chifres notáveis, para os quatro ventos do céu. 9 De um dos chifres saiu um chifre pequeno, e se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa. 10 Cresceu até atingir o exército dos céus; a alguns do exército e das estrelas lançou por terra e os pisou. 11 Sim, engrandeceu-se até ao príncipe do exército; dele tirou o sacrifício costumado e o lugar do seu santuário costumado e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo. 12 O exército lhe foi entregue, com o sacrifício costumado, por causa das transgressões; e deitou por terra a verdade; e o que fez prosperou. 13 Depois ouvi um santo que falava: Até quando durará a visão na qual era entregue o santuário e o exército, a fim de serem pisados?

Continua....


 

CONTINUAÇÃO

7.16 Cheguei-me a um dos que estavam perto, e lhe pedi a verdade acerca de tudo isto. Assim ele me disse, e me fez sabe a interpretação das cousas. 17 Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis, que se levantarão da terra. 18 Mas os santos do Altíssimo receberão o reino, e o possuirão para todo o sempre, de eternidade em eternidade. 19 Então tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros, muito terrível, cujos dentes eram de ferro, e cujas unhas eram de bronze; que devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobejava; 20 e também dos dez chifres que tinha na cabeça, e do outro que subiu, de diante do qual caíram três, daquele chifre que  tinha olhos, e uma boca que falava com insolência, e parecia mais robusto do que os seus companheiros. 21 Eu olhava e eis que este chifre fazia guerra contra os santos, e prevalecia contra eles, 22 até que veio o Ancião de dias, e fez justiça aos santos do Altíssimo; e veio o tempo em que os santos possuíram o reino. 23 Então ele disse: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a posará aos pés, e a fará em pedaços. 24 Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo reino; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. 25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade dum tempo. 26 Mas depois se assentará o tribunal para lhe tirar o domínio, para o destruir e consumir até ao fim. 27 O reino e o domínio,  e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu, serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão. 28 Aqui terminou o assunto. Quanto a mim, Daniel, os meus pensamentos  muito me perturbaram,  e o meu rosto  se empalideceu; mas guardei estas cousas no coração.




 

O sonho sobre os quatro animais


7.1 No primeiro ano de Belsazar, rei de Babilônia, teve Daniel um sonho, e visões ante seus olhos, quando estava no seu leito; escreveu logo o sonho e relatou a suma de todas as cousas. 2 Falou Daniel, e disse: Eu  estava olhando, durante a minha visão da noite, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o Grande Mar. 3 Quatro animais, grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar. 4 O primeiro era como leão, e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, foi levantado  da terra, e posto em dois pés como homem; e lhe foi dada mente de homem. 5 Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou sobre um dos seus lados; na boca, entre os dentes, trazia três costelas; e lhe diziam: Levanta-te, devora muita carne. 6 Depois disto, continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha nas costas quatro asas de ave; tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio. Depois disto, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal,  terrível, espantoso e sobremodo forte, o qual tinha grandes dentes de ferro;  ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o  que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres.  8 Estando eu a observar os chifres, eis que entre eles subiu utro pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres, foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava com insolência. 9 Continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e o Ancião de dias se assentou; sua veste era branca como a neve, e os cabelos da cabeça como a pura lã; o seu trono era chamas de fogo, cujas rodas eram fogo ardente. 10 Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríade de miríades o serviam, e miríade de miríade estavam diante dele; assentou-se o tribunal, e se abriram os livros. 11 Então estive olhando, por causa da voz das insolentes palavras que o chifre proferia; estive olhando e  vi  que o animal foi morto, e o seu corpo desfeito e entregue  para se queimado pelo fogo. 12 Quanto aos outros animais, foi-lhes tirado o domínio; todavia foi-lhes dada prolongação de vida por um prazo e um tempo. 13 Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o filho do homem, e dirigiu-se ao Ancião de dias, e o fizeram chegar até ele. 14 Foi-lhe dado domínio e glória, e o reino, para que os povos, nações  e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno que não passará, e o seu reino jamais será destruído.15 Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi alarmado dentro em mim, e as visões da minha cabeça me perturbaram.

CONTINUA.....



 Existia uma família bem estruturada onde a matriarca era endeusada por seus filhos. Os anos foram se passando e aquela mulher aos poucos foi mudando de tal forma que ficou irreconhecível a sua personalidade, a única pessoa que sabia quem era ela, era justamente sua amiga íntima que vivia no mundo e contava suas aventuras. Ela gostava de saber nos mínimos detalhes e ali sonhava fazer a mesma coisa, porém não podia porque sua capa tinha que cobrir seus desejos. No leito de morte do marido ela já tramava seu futuro o qual muito almejava, e o danado do marido não morria, até que um dia se foi. Ela agora estava feliz para fazer tudo aquilo que sua amiga fazia. Deu o primeiro passo que foi um fracasso, encontrou um rapaz com idade de seu filho caçula. Foi um caus. Seus filhos que a endeusava não aceitou e daí começou o reboliço na família, aconteceram tantas coisas que ela ficou só. Passado alguns dias ela acabou, porque o cara era um gigolô, fora ela tinha mais quatro, daí foi tudo de água abaixo, agora começou o zum zum zum e aquela Madre Tereza de Calcutá já não existia mais, estava totalmente desacreditada. Mais não ficou por aí ela saiu em busca de outro desta vez um homem maduro. Meu Deus! Esta viúva estava mesmo desesperada atrás de um homem, porque não havia necessidade, ela já tinha 70 mais, deveria agora aproveitar seus netos, viajar, conhecer países, e viver. Agora o homem falou que só iria morar com ela casando, ele tinha olho gordo no que ela possuía e assim fizeram. Casaram e ela foi morar com ele. Um desastre. Na sua casa ela não tirava um prato da mesa, não varria uma casa era simplesmente uma madame. Depois de casada, ele falou que não quer ninguém dentro da casa dele. Ela agora acorda pela manhã e a mesa tem que está pronta de tudo, achando pouco ainda manda ela o servir. Daí chegou a vez de lavar roupa mesmo com a máquina de lavar ele quer que suas camisas e cueca (com freio de bicicleta) sejam lavadas a mão porque deforma e as camisas podem ficarem desbotadas. O banheiro tem que ser lavado todos os dias e quanto aos papéis que ficam no cestinho deve ser retirado três vezes ao dia. A tarde como era de costume ela tirar seu coxinilho, não pode mais porque ele sempre inventa algo. Já cansada, levando até gritos, ela pensou em se divorciar, porque não aguentava mais, contudo venha a fazer irá ser outro fracasso. O homem sabe que ela não tem o apoio de ninguém e ela envergonhada não fala nada a não ser pra essa amiga e pede segredo. Coitada tá sofrendo o pão que o diabo amassou, a lua de mel só durou 15 dias depois chegou fel. E o tempo está passando ela muito deprimida, ele fazendo de tudo pra ela bater as botas e ficar com sua aposentadoria gorda, porém ela tem uma genética muito boa vai aguentando. Já faz seis meses de casada, e ela não tem visita de filhos, nem netos e o marido só maltratando porque sabe que ela é só. "Eu nem tenho pena porque ela é uma pessoa muito arrogante, gosta de pisar as pessoas, humilhar etc," foram essas palavras que a amiga falou pra mim que me conta tudo. Respondi pra ela: Pois é, a hora da colheita chegou, se ela aguentar mais uns seis meses tudo bem caso contrário irá para o buraco e ele encontrar outra otária para fazer o mesmo.

OBS: Essa é uma obra de ficção qualquer semelhança será mera coindência.

 

CONTINUAÇÃO

6.15 Então aqueles homens foram juntos ao rei, e lhe disseram: Sabe, ó rei, que é lei dos medos e dos persas que nenhum interdito ou decreto, que o sancione, se pode mudar. 16 Então o rei ordenou que trouxessem a Daniel, e o lançassem na cova dos leões. Disse o rei a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente  seres que ele te livre. 17 Foi  trazida uma pedra e posta sobre a boca da cova; selou-a o r ei com o seu próprio anel, e com o dos seus grandes, para que nada se mudasse a respeito de Daniel. 18 Então o rei se dirigiu para o seu palácio, passou a noite em jejum, e não deixou trazer a sua presença instrumentos de música; e fugou dele o sono. 19 Pela manhã, ao romper do dia, levantou-se o rei e foi com pressa a cova dos leões. 20 Chegando-se ele a cova, chamou por Daniel: Daniel, servo do Deus vivo, dar-se -ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões? 21 Então Daniel  falou ao rei: ó rei, vive para sempre! 22 O meu Deus enviou o seu anjo, e fechou a boca aos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; também contra ti, ó rei, não cometi delito algum. 23 Então o rei se alegrou sobremaneira e mandou tirar a Daniel da cova; assim foi tirado Daniel da cova, e nenhum dano se achou nele, porque crera no seu Deus. 24 Ordenou o rei, e foram trazidos aquele homens que tinham acusado a Daniel, e foram lançados na cova dos leões, eles, seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova e já os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam todos os ossos. 25 Então o rei Dario escreveu aos povos, nações e homens de todas as línguas, que habitam em toda a terra; Paz os seja multiplicada! 26 Faço um decreto, pelo qual em todo o domínio do meu reino os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel; porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre; o seu reino não será destruído, e o seu domínio não terá fim. 27 Ele livra e salva, e faz sinais e maravilhas no céu e na terra; foi ele quem livrou Daniel do poder dos leões, 28 Daniel, pois, prosperou no reinado de Dario, e no reinado de Ciro, o persa.